A mídia brasileira, como sabemos, é um espetáculo de ensaboagem, em bom português, carrega em sua cartilha bíblica a ordem central dos barões do jornalismo industrial.
É mais importante esconder determinadas notícias que podem afetar os principais anunciantes do que fabricar escândalos em série contra os desafetos.
O encontro de Andreia Sadi do powerpoint, Malu Gaspar, Otávio Guedes, Ana Flor e Valdo Cruz com o deputado vice-líder do governo na Câmara, Lindbergh Farias, merece nota.
Tudo foi perguntado, tudo foi questionado, e Lindbergh, além de responder a tudo com precisão, colocou várias minas explosivas para que os pés de anjo da GloboNews pisassem naquela espécie de “não me toque” para que a pergunta derradeira surgisse naturalmente, mas os jornalistas levitaram como o Gasparzinho, fantasminha camarada para não pisar em minas.
Se o Banco Central não fosse “independente”, como era no passado antes de Bolsonaro entregá-lo às raposas do sistema financeiro, Vorcaro conseguiria fazer o que fez?
Não! Claro que não.
Campos Neto, que era o objeto em questão, suscitado em matéria do Globo por Malu Gaspar, nem presidente do BC seria. Aliás, nem ele, nem Galípolo. Os dois são nomes de um mesmo novelo do sistema financeiro privado, que é quem dá as cartas na taxa Selic que esfola o bolso do trabalhador brasileiro com os juros reais mais caros do mundo, no faz me rir da ciranda de poucos, meia-dúzia que explodiu de ganhar dinheiro com recordes sobre recordes durante o governo Bosonaro, onde Paulo Guedes, a mando de Bolsonaro, devolveu o Brasil ao mapa da fome, enquanto os banqueiros com banquete dos bem-aventurados, servia os maiores leitões da agiotagem nacional.
Isso nunca havia acontecido no Brasil, enquanto o Banco Central era público.
Sob qualquer hipótese, guiado nas sombras pelas forças invisíveis, o Banco Central, com uma compra mais do que atípica, escancaradamente criminosa não mereceu, já na saída, tal observação do chamado grupo garantidor.
Claro que houve um acordo entre os grandes banqueiros do famigerado grupo “garantidor” com Vorcaro, do contrário, o Banco Master jamais daria um passo para o aumento em espiral da fortuna de Vorcaro que acabou nessa meleca toda.
O fato é que or jornalistas da GloboNews, na entrevista com Lindbergh, fizeram questão de esquecer que foi Bolsonaro quem entregou a rapadura aos banqueiros amigos.
Isso é o que podemos definir como batalhão de choque do sistema financeiro brasileiro dentro das quatro linhas da mídia nacional.
Banco Central “privatizado” no do povo, é refresco,
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