22 de setembro de 2021
  • 22:24 Ministro da Saúde Marcelo Queiroga testa positivo para Covid-19
  • 18:59 Vídeo: Bolsonaro, na ONU, fez seu discurso de despedida da presidência da República
  • 18:32 O mundo todo diz que a ONU deveria ter queimado o púlpito depois da fala de Bolsonaro pelo seu grau de radiação
  • 16:46 Depois de mentir na ONU, Bolsonaro, em cima da hora, desmarca entrevista e vai embora
  • 14:43 Jair Renan será denunciado por ameaças contra a CPI da Covid

A construção civil, um dos principais motores da economia e que ainda detém o poder de empregar milhões, perdeu fôlego no decorrer deste início do ano e vai gerar menos riqueza e trabalho.

O setor esperava que seu PIB (Produto Interno Bruto) crescesse 2% em 2019. Agora, a estimativa é de 0,5% a 1%. O número de criação de vagas de trabalho no ano também desabou: de 100 mil para 25 mil.

O balde de água fria veio na quinta-feira (30) com o anúncio da queda de 2% de seu PIB no primeiro trimestre de 2019, em relação ao quarto trimestre de 2018, e de 2,2% se comparado ao primeiro trimestre do ano passado.

Foi a 20ª queda consecutiva de atividade do setor, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Nos últimos cinco anos, o PIB da construção já encolheu 28%, segundo o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

No início do ano, o SindusCon-SP esperava um aumento de pelo menos 4% no contingente de trabalhadores no setor em 2019 em todo o país. Isso significaria, caso viesse a se concretizar, a contratação de pelo menos 100 mil trabalhadores com carteira assinada.

“Revisamos esse número para baixo. As contratações devem ir de 25 mil a 30 mil pessoas com carteira assinada, o que corresponde a uma expansão de pouco mais de 1%”, diz Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do SindusCon-SP.

 

 

 

 

*Com informações do A postagem

Celeste Silveira

Produtora cultural

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: