16 de janeiro de 2021
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As pessoas estão assustadas com o discurso cômico do jeca Roberto Alvim imitando, de forma caricatural, o nazista Joseph Goebbels.

Certamente, Joseph Goebbels não era um sujeito tão mocorongo cheio de lombrigas como Alvim, que come milho grosso e arrota ventanias.

Alvim é um oceano de paspalhices em transe.

Um apóstolo perturbado do bolsonarismo mais provinciano.

A entonação de sua fala é de quem está com uma solitária do tamanho de uma sucuri ali naquela região aguda do tubo digestivo.

O repimpado secretário de cultura parecia mais um locutor de enterro depois de se empanturrar de dobradinha.

O discurso troncho que era para ser grandiloquente ficou parecendo de um suicida que acabara de tomar um litro de formicida tal a convicção espichada de sua longa e mórbida maçaroca discursiva.

Se o discurso chocho do gomalinado Roberto Alvim foi copiado da propaganda nazista, ele valia tanto para o regime quanto o do coveiro para o morto.

Confira o vídeo:

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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