29 de maio de 2022
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Segundo o jornalista Valdo Cruz, da GloboNews, entre inúmeros crimes cometidos pelo governo federal diante da pandemia no Brasil, de acordo com o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, Omar Aziz, que apura as graves falhas do ministério da Saúde diante da tragédia sanitária que se abateu sobre o Brasil, o pior foi a conclusão que já se tem dos membros da CPI, a de que Bolsonaro jamais quis comprar vacinas para imunizar a população brasileira.

Por isso ele promoveu não só a cloroquina, que era a cereja do bolo do kit covid, como não se cansou de repetir que o Brasil só veria o fim da pandemia se conseguisse alcançar a suposta imunidade de rebanho através da contaminação generalizada, para a qual trabalhou incessantemente, o que não está baseado em nenhum estudo científico.

Certamente, foi isso que levou o país ao primeiro lugar em mortes por milhão de habitantes e em primeiro lugar em números absolutos.

O que é preciso entender é que Bolsonaro simplesmente não afrontou somente a ciência, mas a sociedade, porque, como chefe da nação, deveria ser o primeiro a cuidar da saúde do povo, mas preferiu fazer o oposto para tirar o direito de cada brasileiro de se imunizar e proteger a sua vida e de seus familiares.

Se os dados objetivos da CPI já levaram a essa conclusão, a questão do impeachment torna-se imperativa, porque a cadeira da presidência da República não dá ao presidente superioridade a qualquer cidadão brasileiro.

Na verdade, as ações de Bolsonaro em relação ao combate à pandemia o levaram a cometer crime de responsabilidade. E o resultado é um morticínio de 445 mil vidas até aqui que, se acrescentar as mortes que não foram registradas, possivelmente esse número poderá chegar a 600 mil vidas perdidas para a covid.

Não é possível que sua indiferença não enfrente um respaldo legal para demovê-lo do cargo, seja por parte de um processo político ou jurídico que dê o tratamento adequado a quem comete crime de extrema gravidade, como foi o caso de Bolsonaro.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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