15 de novembro de 2021
  • 11:01 O Brasil virou terra de bugigangueiros e agiotas; Véio da Havan e André Esteves do BTG, escancaram isso
  • 09:18 Ex-aliados, Roberto Jefferson, Sara Winter foram abandonados por Bolsonaro
  • 08:00 Se Bolsonaro recuar da filiação, Valdemar vai liberar PL na Câmara pra votar contra o governo?
  • 06:32 ‘não pega fogo’ e ‘ataques não são justos’, disse Bolsonaro sobre a Amazônia em Dubai
  • 19:31 “VTNC você e seus filhos”, escreveu Valdemar da Costa Neto a Bolsonaro

Um idiota que se fantasia de imbecil e um imbecil que sonha com um país dominado pelos idiotas.

Um é amigo e conselheiro do presidente miliciano e, o outro, manda e desmanda na cúpula do Banco Central, Judiciário e Congresso. Tá bom pra você?

Para o Brasil está um desastre!

Isso é o máximo que a escória golpista conseguiu em termos de significância intelectual.

Um, que se diz patriota anticomunista, tem uma loja com fachada pior do que roupas que veste, com direito a estátua da liberdade e réplica da casa branca, enquanto entope esse monumento à estupidez de quinquilharia chinesa.

O outro, é o ídolo dos rentistas e agiotas de banco de praça, que faz o tipo folgazão e dá tapa no balcão.

Como país oficial, como dizia Machado de Assis, “é caricato e burlesco”.

E é exatamente nisso que o Brasil se transformou, num troço qualquer que não há palavra que possa definir.

Ou seja, tudo é consumo, tudo é rentismo.

Comprar o mais barato, (seja mercadoria ou dinheiro) e vender o mais caro possível, para lucrar tubos, enquanto a economia do país vai sendo degradada a cada minuto, hora e dia.

O efeito disso na sociedade é devastador.

De um lado, os opulentos, no meio, uma classe média meramente consumista, iludida com a ideia de que é parte do universo especulativo com seus tostões joões na bolsa, alimentando os grandes abutres que comandam a farra especulativa e a manipulação dos tolos.

Na outra ponta, um número cada dia maior de uma nação de desvalidos que, quando muito, vivem de bico, e outras joças típicas de um ser insignificante para esse tipo de civilização comandada pelos espertos algorítmos financeiros.

O desafio é esse. Como virar esse jogo que é uma tragédia para a imensa maior parte do povo brasileiro?

Caros Leitores, precisamos de um pouco mais de sua atenção

Nossos apoiadores estão sendo fundamentais para seguirmos nosso trabalho. Leitores, na medida de suas possibilidades, têm contribuído de forma decisiva para isso. Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica

Agência 0197
Operação 1288
Poupança: 772850953-6
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450. 139.937-68
PIX: 45013993768

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

RELATED ARTICLES

1 COMMENTS

  1. gustavo_horta Posted on 15 de novembro de 2021 at 12:18

    Quando a gente pensa que está entendendo, vem a vida e coloca um monte de coisas para as quais nunca estivemos preparados.

    A vida tantas vezes não nos oferece botes salva vidas ou resgate do SAMU/SUS. A gente precisa ter força pra nadar.

    Saber nadar é preciso. Saber nadar.

    A vida não oferece bote salva vidas. Há tormentas. Há muitas tormentas. Há perplexidade, tantas vezes surpreendentes. Outras tantas e muitas vezes sem surpresa. Perplexidade muitas e tantas vezes. Impotência.

    Quando a gente pensa que está entendendo, vem a vida e coloca um monte de coisas para as quais nunca estivemos preparados. Alguém um dia ensinou que quando “a gente acha que sabe todas as respostas, vem a vida e muda as perguntas”. Como é que pode ser isto tão certo.

    Reply
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: