Dia: 19 de novembro de 2021

Lula supera Bolsonaro em menções no Twitter

O ex-presidente Lula (PT), pela primeira vez, superou o presidente Jair Bolsonaro em menções no Twitter, segundo pesquisa Modalmais/AP Exata nesta sexta-feira (19).

Segundo o levantamento, 40,7% das menções a presidenciáveis feitas na rede social ao longo desta semana foram relacionadas ao petista, enquanto Bolsonaro registrou índice de 38,2%.

Uma das razões para o aumento da popularidade de Lula na internet foi sua viagem à Europa, em que confirmou seu prestígio internacional ao se encontrar com inúmeras lideranças políticas, entre elas o futuro chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, o presidente da França, Emmanuel Macron, e o presidente do governo da Espanha, Pedro Sánchez.

O terceiro colocado, segundo o estudo, em menções entre presidenciáveis, foi o ex-juiz Sergio Moro, que recentemente se filiou ao Podemos e, esta semana, anunciou sua candidatura à presidência. Ele marca o índice de 12,3%. Ciro Gomes (PDT), que tenta mobilizar seus seguidores desferindo ataques a Lula, somou 5,6% das menções.

Lula estadista; Bolsonaro faz turismo

“Lula conseguiu mobilizar sua militância de forma intensa com a viagem pela Europa. A ideia de que é um estadista, em oposição à dificuldade de articulação do PR, se sobressaiu, com um amplo compartilhamento de imagens do ex-presidente sendo aplaudido de pé no Parlamento Europeu, recebido com honras de chefe de Estado pelo presidente da França e também por autoridades da Espanha e Alemanha. Lula buscou se colocar como uma voz mundial no combate às desigualdades, alcançando destaque neste sentido”, diz o relatório da ModalMais.

“No caso de Bolsonaro, a viagem pelo mundo árabe gerou interação positiva dentro da bolha de apoiadores, mas não conseguiu impor uma narrativa favorável nas redes, de uma forma geral. O que se sobressaiu não foram as possibilidades de acordos com os países visitados, mas sim a ideia de que a comitiva era composta por aliados que foram fazer turismo e gastar recursos públicos sem resultados práticos para o país”, prossegue a análise.

*Com informações da Forum

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Servidores do Inep divulgam dossiê com denúncias de assédio e interferência no Enem

Documento confirma denúncias de assédio, perseguição e censura na prova do Exame Nacional do Ensino Médio de 2021.

Segundo o Correio Braziliense, a Associação de Servidores do Inep (Assinep) divulgou nesta sexta-feira (19/11) um dossiê que reúne acusações de assédio e “possível intervenção e risco ao sigilo” na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021. A série de documentos foi entregue a entidades e órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU).

As principais situações citadas pela Assinep foram assédio institucional em forma de humilhação e desrespeito a instituições e seus agentes, os servidores públicos; além de desmonte de organizações estatais e abuso do poder disciplinar.

Sobre uma possível intervenção e risco ao sigilo no conteúdo da prova do Enem, os servidores afirmaram que o que se vê desde as eleições presidenciais de 2018 “é uma diretriz do presidente da República para indução ideológica no exame, com críticas reiteradas a diversas questões, culminando em grave expressão na última terça-feira (16)”. O documento faz referência à frase de Jair Bolsonaro: “(Enem) Começa agora a ter a cara do governo”.

“O governo Jair Bolsonaro tem usado diversas estratégias como a impressão prévia de provas e análise de comitês externos ao Inep, para tentar controlar o conteúdo do Enem. Servidores que pediram exoneração do órgão federal falam em pressão para trocar questões e o Estadão apurou que já houve supressão de itens ‘sensíveis’ na prova que será aplicada nos dias 21 e 28 de novembro. Segundo relatos à reportagem, 24 questões foram retiradas após uma ‘leitura crítica’, sob o argumento de serem ‘sensíveis’. Depois, 13 delas voltaram a ser incluídas e 11 foram definitivamente vetadas”, diz o documento.

Os registros foram entregues em documento único aos seguintes órgãos e instâncias: Comissão de Educação da Câmara do Deputados, Comissão de Educação, Cultura e Esportes do Senado Federal, Frente Parlamentar Mista da Educação, Frente Servir Brasil, Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria-Geral da União, Ouvidoria do Inep e Comissão de Ética do Inep.

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O que é o imposto global que Lula propôs na Europa para acabar com a pobreza mundial

Ex-presidente defende taxar transações financeiras internacionais para criar fundos de erradicação da miséria no planeta.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em sua palestra na SciencesPo, o Instituto de Estudos Políticos de Paris, uma das instituições mais respeitadas do mundo na área de ciência política e social, propôs a criação de um imposto global sobre transações financeiras internacionais para erradicar a pobreza no planeta.

O discurso feito na tarde de terça-feira (16) pelo ex-presidente – que foi recebido com festa na faculdade – foi além das reflexões sobre o Brasil. A fala de Lula foi centrada no que caracterizou como a necessidade de uma “nova governança global democrática”.

“Será que teremos de esperar a próxima crise para voltar a falar sobre a necessidade de uma governança global democrática? Até quando a ganância dos ricos, o isolacionismo dos governos e o individualismo vão prevalecer sobre os interesses do planeta e da humanidade?”, questionou o ex-presidente.

“Estamos falando da responsabilidade dos Estados nacionais e da recuperação do papel da Política, em seu mais elevado sentido, para enfrentarmos juntos e coordenadamente o desafio da desigualdade. O atraso, a pobreza e a fome não são mandamentos divinos. São o resultado do que fazemos ou deixamos de fazer neste mundo”, prosseguiu.

Para resolver o dilema, Lula propôs: “Não há justificativa para não termos taxado as transações financeiras globais, e criado fundos de desenvolvimento e combate à pobreza”.

A sugestão do petista é tema de debates diplomáticos há mais de dez anos. Em 2011, na cúpula do G20, a então presidente Dilma Rousseff (PT) liderava negociações para viabilização do imposto, que também era apoiado por países como França (à época, sob comando de Nicolas Sarkozy), Alemanha (chefiada por Angela Merkel) e Argentina (liderada por Cristina Kirchner).

Em contrapartida, Dilma exigia um consenso sobre a adoção do chamado “piso básico de proteção social”, projeto da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A sugestão de Lula é similar, contudo, aponta para a utilização do recurso em fundos de combate à miséria em países subdesenvolvidos.

Apesar do apoio que a proposta teve no G20, o texto não prosperou. Desde então, o debate volta à diplomacia de diferentes formas. Em junho, ministros da Fazenda que compõem o G7 aprovaram a criação de um imposto global de até 15% sobre o lucro de empresas multinacionais. Em outubro, os líderes do G20 ratificaram a medida, que passa a valer em 2023.

A iniciativa ganhou impulso com a chegada à Casa Branca de Joe Biden. Em sua conta oficial no Twitter, o presidente dos Estados Unidos disse que este pacto “é mais do que um simples acordo tributário”, pois é um exemplo de como “a diplomacia está remodelando a economia global e proporcionando benefícios à população”.

Um relatório divulgado pelo Observatório Fiscal da União Europeia estima que o potencial de receita de um imposto mínimo de 15% sobre os lucros das multinacionais de 35 países poderia gerar uma receita extra de € 120 bilhões (R$ 743 bilhões). Desse valor, 40% ficaria com países da União Europeia e 34% com os Estados Unidos. O Brasil teria € 942 milhões de arrecadação extra (quase R$ 6 bilhões).

A proposta de Lula na SciencesPo difere do proposto em 2011, com participação de Dilma, e do que foi aprovado no G20. O petista defende a taxação das transações financeiras internacionais, e não apenas do lucro das multinacionais. Na visão dele, a receita deveria ser revertida em estratégias globais para erradicação da probreza.

O economista argentino Julio Gambina escreveu sobre o tema recentemente, em artigo publicado no jornal Página12 e traduzido pelo Centro de Promoção de Agentes de Transformação (Cepat), do Instituto Humanitas Unisinos.

Segundo ele, o debate foi inaugurado na década de 1970 pelo economista norte-americano, James Tobin (1918-2002). Embora de formação conservadora, Tobin compreendia a necessidade de algum grau de regulação da desordem das transações internacionais. A proposta ficou conhecida como Taxa Tobin.

“Não é nova a ideia de um imposto global e vale o antecedente da Taxa Tobin, proposta em inícios dos anos 70 do século passado, que para ser concretizada requeria uma globalidade que era questionada pelo ideário em ascensão, que em pouco tempo se tornaria hegemônico: as propostas neoliberais”, escreveu.

A Taxa Tobin foi defendida, a nível mundial, pela Associação pela Tributação das Transações Financeiras para ajuda aos Cidadãos (ATTAC), organização internacional inserida nos movimentos anti-globalização.

“Os limites do presente tornam, agora, possível retomar a proposta de um imposto global às grandes corporações. James Tobin queria reparar o mecanismo da especulação financeira e suas ideias foram assumidas pelo movimento de ação global ATTAC, na virada do século, propondo arrecadar para atender as necessidades da pobreza”, refletiu Gambina.

Assista a íntegra do discurso de Lula na SciencesPo:

*Com informações do Brasil de Fato

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Valdemar Costa Neto paga suas secretárias no PL com dinheiro da Câmara

Embora trabalhem para o presidente do provável partido de Jair Bolsonaro, as secretárias estão lotadas na liderança da sigla no Legislativo.

Embora o PL tenha um Fundo Partidário milionário para custear suas despesas, o presidente nacional da sigla, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, “paga” as duas secretárias que o auxiliam na legenda com recursos do orçamento da Câmara dos Deputados, é o que diz o Metrópoles.

Maria Tereza Buais e Rosane Coimbra dão expediente na sede nacional do partido, em Brasília. As duas cuidam da agenda de Valdemar, mas seus salários não são pagos com dinheiro do Fundo Partidário, como deveriam. Elas são remuneradas por meio da liderança da sigla na Câmara, onde estão lotadas em cargos comissionados há anos.

Os salários não são nada modestos. Segundo dados do portal da Transparência da Câmara, Maria Tereza ganha salário bruto mensal de R$ 19,9 mil. Rosane, por sua vez, recebia R$ 11,6 mil até maio, quando foi promovida e passou a ganhar R$ 15,1 mil brutos por mês.

Futuro partido de Bolsonaro ainda não declarou um real ao TSE em 2021

Para advogados ouvidos pela coluna, a prática, em tese, é irregular e pode ser enquadrada como improbidade administrativa e crime de malversação de recursos públicos. Segundo juristas, funcionários de legendas devem ser remunerados por meio do Fundo Partidário ou de doações que a sigla recebe.

A assessoria do PL confirmou que Maria Tereza e Rosane dão expediente na sede do partido, na capital federal, auxiliando Valdemar, mas ponderou que as duas também estão “à disposição” do líder da legenda na Câmara, Wellington Roberto (PB), e outros dirigentes da sigla.

“As dedicadas servidoras são profissionais qualificadas, que seguem à disposição do líder da bancada nas dependências da sede do Partido Liberal, onde o parlamentar passa a maior parte do tempo quando está em Brasília”, informou a sigla em nota. Procurada, a Câmara não respondeu.

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PF pede ao STF inquérito sobre envolvimento de parlamentares em desvios no orçamento secreto

Apuração visa a identificar autores de emendas com irregularidades já detectadas pela Controladoria-Geral da União.

A Polícia Federal pediu autorização ao Supremo Tribunal Federal (STF) para abrir um inquérito para apurar o envolvimento de parlamentares em desvios de verbas através das emendas de relator, no chamado “orçamento secreto”. O pedido foi encaminhado à ministra Rosa Weber, informa O Globo.

A apuração inicial visa a identificar os autores das emendas com irregularidades já detectadas pela Controladoria-Geral da União (CGU), relativas à compra de tratores. O pedido ainda é incipiente, com o intuito de buscar esses nomes.

As emendas de relator compõem o chamado “orçamento secreto”, um artifício pelo qual o deputado ou senador escolhido relator do orçamento daquele ano tem o poder de encaminhar diretamente aos ministérios sugestões de aplicação de recursos da União. Nesse processo, contudo, não é divulgado o nome do parlamentar que figura como autor de tal solicitação. E deste modo, esse instrumento vem sendo usado pelo Planalto para turbinar as emendas de parlamentares aliados em troca de apoio aos projetos do governo no Congresso.

Além deste novo pedido feito pela PF, já existem dois outros inquéritos correndo no STF envolvendo o orçamento secreto. Os dois estão com o ministro Ricardo Lewandowski.

No último dia 10, o STF confirmou por oito votos a dois, a decisão de Rosa Weber que suspendeu o pagamento das chamadas emendas de relator de todo o ano de 2021. A ministra também determinou que todas as demandas de parlamentares voltadas à distribuição de emendas de relator sejam registradas em plataforma eletrônica centralizada do órgão central do Sistema de Planejamento e Orçamento Federal.

 

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Moro diz que não interferiu na eleição de 2018. Moro é um modesto

O ex-juiz, considerado parcial, ou seja, corrupto pelo STF, não só interferiu na eleição de forma corrupta, prendendo Lula e recebendo como propina uma super pasta no ministério, como se uniu com gosto ao governo de um fascista que deu a maior honraria carioca a Adriano da Nóbrega, miliciano, dono do Escritório do Crime, e chamado de “patrãozão” em Rio das Pedras, onde Queiroz se manteve um bom tempo escondido sob a proteção dos comparsas.

Se a mídia ignora esse lado da biografia de Moro, isso não apaga seu real currículo. Não foi sem motivos que o deputado Glauber Braga o chamou, na cara dele, de capanga da milícia e Moro engoliu seco.

Ou seja, a dupla BolsoMoro foi sucesso de público e crítica.

O cândido Moro está bancando o pudico dizendo que não interferiu na eleição em favor da milícia em 2018, em troca de recompensa da forma mais bandalha possível, sobretudo para um juiz que se vendia como o cavaleiro da moral contra a praga da corrupção sistêmica.

Na verdade, se não fosse Bolsonaro tirar o braço direito de Moro, Maurício Valeixo, do comando da PF, ele, com certeza, estaria até hoje servindo ao governo fascista e genocida sem qualquer problema.

Moro tem um currículo perfeito para integrar qualquer governo fascista e corrupto de qualquer período da história da humanidade.

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Bolsonaro pediu que Enem trocasse Golpe de 1964 por revolução em questões

É o que dizem os servidores do Ministério da Educação que temem perseguições caso a prova desagrade ao presidente; escassez de questões dificulta alterações.

O desejo do presidente Jair Bolsonaro de deixar o Enem com “a cara do governo” incluiu um pedido, feito ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, para que houvesse questões que tratassem o Golpe Militar de 1964 como uma revolução, segundo reportagem da Folha.

Às vésperas do exame, o governo passa por uma crise que envolve denúncias de interferência em conteúdo e assédio moral de servidores.

O pedido de Bolsonaro teria ocorrido no primeiro semestre, segundo relatos de integrantes do governo.

Ribeiro chegou a comentar a fala com equipes do MEC (Ministério da Educação) e do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), mas não levou o pedido adiante de modo prático, uma vez que os itens passam por longo processo de elaboração.

Capitão reformado, Bolsonaro é defensor da ditadura militar (1964-1985), elogia torturadores e tem histórico de criticar o Enem por uma suposta abordagem de esquerda.

Após denúncias de interferência na prova por parte dos servidores, ele disse nesta semana que o exame começava a ficar com a “cara do governo” e voltou a criticar a prova.

A visão de Bolsonaro contaria os fatos e a historiografia, que apontam o movimento de 1964 como um golpe militar ou civil-militar, na visão de alguns historiadores.

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Lula volta a abrir as janelas do Brasil para o mundo

Nesses tempos duros em que o Brasil se encontra mergulhado numa de suas piores crises por conta de um governo fascista, que jamais mostrou qualquer traço de empatia, que se abateu sobre o mundo com a pandemia do coronavírus, os resultados catastróficos no número de vítimas fatais no Brasil, não poderiam ser outros, senão o de ostentar a segunda posição em número de mortes.

E a coisa só não foi infinitamente pior, por conta do SUS que calou a boca de muitos que sonham em privatizar tudo nesse país, porque entendem o Brasil do lado de dentro de um balcão de negócios.

Não bastasse isso, o Brasil ostenta hoje uma das maiores crises econômicas de sua história. E se ainda está sobre as próprias pernas, o fato se dá simplesmente porque o país tem uma inédita reserva internacional de quase US$ 400 bilhões deixada por Lula e Dilma.

Não fosse isso, esse momento trágico teria sobre a nação um efeito devastador. E estamos falando de um país que simplesmente num período curtíssimo de tempo empurrou para a miséria absoluta mais de 30 milhões de brasileiros que não têm nada, estão jogados à sorte e a céu aberto.

Nunca na história desse país se viu um presidente tão malquisto do ponto de vista internacional. Bolsonaro hoje ostenta o título de chefe de Estado mais repudiado pelas populações e líderes mundo afora, justamente por assumir de forma integral o fascismo em estado puro como política de governo.

Está aí sua interferência direta nas instituições e, agora, até mesmo na prova do Enem, com o sonho de tornar os candidatos ao exame uma legião de Bolsonaros.

Do mesmo lado, ou seja, do lado fascista, estão os tais candidatos da terceira via que são o próprio plágio de Bolsonaro, tendo como destaque de uma fieira gigantesca dois ex-ministros, Moro e Mandetta e um ex-aliado na eleição de 2018, João Dória, ainda conhecido pela maioria da população como BolsoDória.

Ciro Gomes, que assumiu a condição de candidato à presidência como profissão de fé, está em um não lugar vagando no vazio sem conseguir elaborar um discurso que agrade progressistas ou fascistas. Ciro vive de um ronco muxoxo de conteúdo que talvez agrade a sua chamada turma boa, cada vez menor e menos entusiasmada com ele.

Sob esse mar de iniquidade está Lula, o único por sinal, que tem proposta, mais que isso, tem credibilidade nacional e internacional para tal empreitada, porque simplesmente tem um histórico invejável como governante com uma aprovação recorde de 87% de avaliação de ótimo e bom e apenas 3% de ruim e péssimo.

Mas Lula, longe de se acomodar, fez o correto, ainda como candidato, como um estadista, abre as janelas do Brasil para o mundo, com leveza, poesia e arte, como deve ser a política feita com P maiúsculo diante das nações do mundo civilizado.

E é assim que está sendo saudado pelas maiores autoridades da Europa por onde passa, mostrando que o Brasil vive hoje, em termos de comando, os reflexos de um processo de manipulação jurídica e parlamentar que ocorreu num passado recente para colocar o país nesse estado de coisas em nome dos interesses de uma oligarquia selvagem, colonial e escravocrata.

 

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