18 de maio de 2022
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Em um parque da cidade de Donetsk, na região de Donbass, leste da Ucrânia, localiza-se a “Alameda dos Anjos”. Trata-se de um memorial dedicado às crianças assassinadas por soldados e paramilitares da Ucrânia.

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Na entrada do monumento, há um arco de rosas produzido com cartuchos de munição, encimando uma placa de granito com os nomes e idades de dezenas crianças que morreram alvejadas ou atingidas por explosões de bombas e minas. As mais jovens tinham meses de vida.

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As crianças homenageadas morreram durante os ataques conduzidos pelas tropas ucranianas contra as minorias russas que habitam a região de Donbass. Segundo levantamento da Unicef, ao menos 149 crianças da região foram assassinadas por militares ucranianos entre 2014 e 2018.

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Após a ascensão do regime neofascista ucraniano durante o Euromaidan, as regiões do leste da Ucrânia, majoritariamente habitadas por descendentes de russos, passaram a reivindicar autonomia política ou unificação com a Rússia.

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Militantes pró-Rússia organizaram plebiscitos para consultar se os moradores aprovavam a autonomia. Diante do resultado positivo, proclamaram a independência das Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk. O resultado foi referendado pela eleição de líderes separatistas.

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O regime neofascista ucraniano não reconheceu o resultado do referendo e acusou a Rússia de financiar movimentos separatistas para desestabilizar o país. Em seguida, despachou soldados e milícias neonazistas para reprimir brutalmente as minorias russas de Donbass.

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Vilarejos e cidades habitadas pela minoria russa foram submetidas a violentos bombardeios. O governo da Ucrânia usou até mesmo de armas químicas banidas como bombas incendiárias de fósforo e bombas de fragmentação contra alvos militares e civis de Donbass.

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Milhares de manifestantes pró-Rússia foram presos e centenas de líderes de movimentos autonomistas e membros de grupos de autodefesa foram executados. Milícias neonazistas foram enviadas para atacar as minorias russas da região.

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*Do twitter do Pensar História

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Celeste Silveira

Produtora cultural

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3 COMMENTS

  1. hiltonferreiramagalhes Posted on 26 de fevereiro de 2022 at 11:00

    A geopolítica, nesse mundo cada vez mais globalizada e onde as informações trafegam à velocidade da luz, parece mais como uma colcha de retalhos. Grande parte do mundo está perplexa e assisti a uma guerra no território europeu que remonta à segunda guerra mundial, guardando as devidas proporções. A Rússia acusa a OTAN, que reuni as grandes potências do mundo ocidental, de querer incluir a Ucrânia no seu pacto de proteção coletiva de seus membros. No bojo de outras acusações que soam estapafúrdias, se diz ameaçada, visto que a Ucrânia, com seus 45 milhões de habitantes, tem uma fronteira extensa com o seu território. O tal pacto de Varsóvia, do qual ela é protagonista, tem como companheiras nações insignificantes econômica e militarmente. Como uma atitude que transparece preventiva, ela faz ameças à Finlândia, com seus 1340 km de fronteira e, por tabela, à Suécia, caso sinalizem entrar na OTAN. Bem, para os incautos, o “ditador Putin” deseja fica até 2036, ou seja, longos 36 no poder.

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    1. RLocatelli Digital Posted on 6 de maio de 2022 at 19:17

      Sei… E sobre a reportagem, qual sua opinião? Foi correto os nazistas matarem crianças? Ou não?

      Reply
  2. RLocatelli Digital Posted on 5 de março de 2022 at 10:42

    E há pessoas “de esquerda” contra a Rússia e defendendo os nazis ucranianos.
    Esquerda teleguiada de Washington tem posição idêntica ao Pentágono.

    Reply
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