Israel bombardeia abrigo da ONU: ‘Ao menos 30 palestinos foram assassinados; está cheio de crianças sob os escombros’, diz Fepal; vídeos
E assim segue Israel, matando todos os palestinos sem qualquer impedimento.
*Viomundo
E assim segue Israel, matando todos os palestinos sem qualquer impedimento.
*Viomundo
Um dia depois de agências de notícias do Oriente Médio informarem, com grande alarde, que o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman teria concordado em visitar Teerã, numa visita oficial ao presidente interino do Irã, Mohammad Mokhber, os EUA anunciam que pretendem voltar a vender armas à Arábia Saudita. Analistas geopolíticos experientes viram nisso uma […]
Um dia depois de agências de notícias do Oriente Médio informarem, com grande alarde, que o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman teria concordado em visitar Teerã, numa visita oficial ao presidente interino do Irã, Mohammad Mokhber, os EUA anunciam que pretendem voltar a vender armas à Arábia Saudita. Analistas geopolíticos experientes viram nisso uma tentativa, meio desesperada, de conter essa aproximação entre sauditas e iranianos, e evitar que o príncipe realmente se desloque à capital do Irã e ofereça essa imagem de reconciliação entre os dois países. O anúncio sobre o possível fim dos embargos de armas americanas à Arábia Saudita foi noticiado hoje pelo Financial Times e confirmado pela Reuters.
Curiosamente, porém, não foi um anúncio oficial do governo Biden, mas antes um vazamento de que esse embargo poderia ocorrer. A condicional é óbvia: a Arábia Saudita deve se afastar do Irã.
Uma foto dos chefes de Estado de ambos os países (Arábia e Irã) se dando as mãos seria uma terrível derrota diplomática e política para Israel e para os próprios EUA, cujas máquinas de propaganda vêm trabalhando a todo vapor para demonizar o Irã. No caso de Israel, o governo de Netanyahu inclusive bombardeou o consulado do Irã em Damasco, Síria, matando importantes oficiais iranianos, numa tentativa de arrastar o Irã para um conflito aberto, escalar as tensões no Oriente Médio, e atrair os Estados Unidos para a região, o que desviaria as atenções globais das atuais acusações de genocídio contra Israel.
O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, declarou recentemente que os EUA e a Arábia Saudita estavam muito próximos de concluir um conjunto de acordos sobre energia nuclear, segurança e cooperação em defesa, compondo a parte bilateral de um acordo mais amplo de normalização com Riyadh e Israel. No entanto, o levantamento da proibição de venda de armas ofensivas não estava diretamente ligado a essas negociações.
Logo após assumir o cargo em 2021, Biden adotou uma postura mais dura em relação à campanha da Arábia Saudita contra os Houthis no Iêmen, que causou pesadas baixas civis, e em relação ao histórico de direitos humanos de Riyadh, especialmente após o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi. A Arábia Saudita, o maior cliente de armas dos EUA, ressentiu-se dessas restrições, que congelaram a venda de armamentos que administrações anteriores dos EUA forneceram por décadas.
A administração Biden agora sinalizou a Riyadh que estava preparada para levantar a proibição, potencialmente nas próximas semanas. Esta reviravolta parece ser um esforço, algo desesperado, para impedir que a Arábia Saudita se aproxime ainda mais do Irã, seu rival histórico, o que poderia mudar significativamente a dinâmica geopolítica do Oriente Médio.
Segundo analistas, porém, o esforço americano não deve ser bem-sucedido, porque a Arábia Saudita pode conseguir armas e tecnologia nuclear de outros países, como Rússia e China. O príncipe saudita sabe que não depende mais tanto dos EUA. Ademais, desde que voltou a produzir petróleo em grande quantidade, os EUA não são mais um comprador tão importante do petróleo saudita, tornando-se, ao contrário, um competidor. Em 2023, a China foi o maior comprador do petróleo saudita, respondendo por 23,2% das exportações de petróleo da Arábia Saudita, enquanto os EUA representaram apenas 4,1% das exportações sauditas.
Em 6 de abril de 2023, os ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita e do Irã se reuniram em Pequim para discutir detalhes importantes na retomada de suas relações bilaterais após um acordo histórico mediado pela China no mês anterior. Na reunião, o iraniano Hossein Amir-Abdollahian e o príncipe saudita Faisal bin Farhan Al Saud assinaram um acordo para reabrir embaixadas e consulados, reativando suas relações diplomáticas rompidas desde 2016. Embaixadas serão abertas em Riad e Teerã, e consulados em Jeddah e Mashhad, diz o Cafezinho.
Além disso, ambos os países concordaram em estudar maneiras de expandir sua cooperação, incluindo a retomada de voos, viagens mútuas de delegações oficiais e do setor privado, e a facilitação de vistos. As duas partes enfatizaram sua disposição para eliminar todos os obstáculos enfrentados pela expansão da cooperação entre os dois países.
A retomada das relações entre os dois países foi amplamente vista como uma vitória diplomática da China em uma região do Golfo que há muito tempo é considerada parte do domínio de influência dos Estados Unidos. O principal diplomata da China, Wang Yi, chamou o acordo de “vitória para o diálogo e uma vitória para a paz” e destacou o papel construtivo da China em facilitar a solução adequada de questões críticas em todo o mundo.
Riad cortou relações com Teerã em 2016, após manifestantes iranianos invadirem a embaixada saudita na capital iraniana em resposta à execução de um clérigo xiita na Arábia Saudita. Desde então, os dois países estiveram envolvidos em tensões regionais, incluindo o apoio a lados opostos na guerra civil do Iêmen. A Arábia Saudita, no entanto, está envolvida em negociações diretas com o movimento Houthi, alinhado ao Irã, e um cessar-fogo não oficial parece estar em vigor.
O fato ocorreu na igreja de São Tomás de Aquino em St. Cloud, na Flórida.
Um padre mordeu uma fiel durante a comunhão enquanto ministrava uma missa no último domingo (19/5) nos Estados Unidos. O fato ocorreu na igreja de São Tomás de Aquino em St. Cloud, na Flórida.
“A mulher colocou a mão com força no recipiente e agarrou algumas hóstias sagradas da comunhão, esmagando-as. Tendo apenas uma mão livre, o padre lutou para conter a mulher”, informa documento oficial da Diocese de Orlando.
O padre, por sua vez, alega que a mulher desconhecia como funciona a comunhão e que, por isso, recusou o processo e disse que ela tentou arrancar a hóstia da mão dele. “Eu a mordi, não estou negando isso. Estou me defendendo e defendendo o sacramento”, acrescentou ele.
À polícia, a mulher, não identificada, disse que tentou receber a comunhão, mas foi rejeitada pelo sacerdote. “Ele não me deu a hóstia”, declarou.
Imagens do momento foram obtidas pela emissora WFTV. Conforme a rede de televisão, uma testemunha afirmou que o padre “tentou enfiar na boca da mulher com força (a hóstia), mas ela recuou”. “Ela disse: ‘Não, não faça isso’. Foi aí que ele enlouqueceu”, pontuou.
*Com o tempo
Em meio a presença do governador na faculdade do Largo São Francisco, estudantes da USP organizaram protesto pacífico, no qual foram agredidos dentro campus.
Estudantes da Universidade de São Paulo (USP), que protestavam contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), nesta sexta-feira (24), foram alvo de forte repressão da Polícia Militar.
Tarcísio participou da solenidade de posse do novo procurador-geral de Justiça do estado, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP, no Centro da cidade.
Em meio a presença do governador, os estudantes da USP organizaram um protesto pacífico no campus, que tinha como pauta principal a oposição contra criação das escolas cívico-militares, aprovada esta semana na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), em meio a violência da PM.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os estudantes e membros do Centro Acadêmico de Direito, aos gritos de “Fora, Tarcísio“, sendo agredidos pela PM dentro do campus da USP. Na ocasião, professores que tentaram evitar a agressão também se tornaram vítimas.
*GGN
O relatório da PF indica “indícios de suposta prática de crimes contra a administração pública e de lavagem de capitais” por Rivaldo e sua esposa.
A Polícia Federal (PF) apresentou um relatório complementar ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), encerrando sua participação no caso. Contudo, o ex-chefe de Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, poderá enfrentar um novo inquérito, separado do processo principal e não relacionado diretamente ao homicídio da parlamentar. A decisão sobre a abertura desse inquérito caberá ao ministro Moraes.
Como informa o blog Segredos do Crime, em O Globo, se o ministro autorizar o compartilhamento de provas, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) assumirá o caso. A PF deve fornecer evidências obtidas principalmente de celulares e HDs apreendidos com Rivaldo Barbosa, complementando investigações da promotoria iniciadas antes da intervenção federal.
Os inquéritos também se baseiam em relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que mostram um aumento significativo na renda anual da esposa de Rivaldo, Érika Andrade de Almeida Araújo, entre 2013 e 2018. Esse período coincide com a gestão de Rivaldo na Delegacia de Homicídios (DH) e na Chefia de Polícia. O relatório da PF indica “indícios de suposta prática de crimes contra a administração pública e de lavagem de capitais” por Rivaldo e sua esposa. O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRJ já está investigando o caso.
Conforme noticiado pelo blog de Malu Gaspar, a PF cumpriu seu papel constitucional, respondendo ao pedido do então ministro da Justiça, Flávio Dino, para identificar os mandantes dos assassinatos de Marielle e seu motorista Anderson Gomes. A participação da PF encerra-se com a entrega do relatório.
O pedido de Rivaldo Barbosa, que chegou a enviar um bilhete ao ministro Alexandre de Moraes solicitando ser ouvido “pelo amor de Deus”, aguarda decisão sobre a aceitação da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Caso o ministro aceite a solicitação da PGR, Rivaldo, juntamente com os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e Chiquinho Brazão, deputado federal, apontados como mandantes do assassinato, poderá prestar depoimento perante um representante da PGR e um juiz assessor de Moraes. Desde a prisão dos três na Operação Murder Inc., em 24 de março, a PF não colheu seus depoimentos.
Na última quinta-feira (23), o delegado Guilhermo de Paula Machado Catramby, encarregado de investigar os mandantes dos assassinatos de Marielle e Anderson, entregou o relatório complementar após cerca de um ano de apurações.