Dia: 27 de julho de 2024

Vídeo: Interrompido por torcedor sionista durante entrevista, jovem dá invertida: “Palestina livre”

.Com a camiseta da seleção brasileira, jovem comentava a partida entre Israel e Mali quando foi interrompido por um sionista.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um jovem comentando a partida de futebol masculino entre Israel e Mali, na última quarta-feira (24), pelos Jogos Olímpicos de Paris.

“O que você acha do jogo?”, perguntou a repórter. “Achei que foi um bom jogo. No início, pensei que Israel era melhor, mas agora o Mali está a destruí-los”, disse o jovem, que estava vestindo a camisa da seleção brasileira de futebol.

Neste momento, um torcedor israelense interrompe a entrevista e, com o dedo em riste, diz para não falar de política.

“Só estou falando de futebol”, disse o jovem, que em seguida falou: “Palestina livre, livre, uma Palestina livre, livre, livre, livre”.

Irritado, o sionista começou a proferir palavrões juntamente com a sua esposa contra o jovem e outros que também manifestaram apoio à Palestina. Foram contidos pelos seguranças.

Chefe da PF diz que há indícios suficientes para PGR denunciar Bolsonaro

Andrei Rodrigues afirmou à CNN que indiciamento não é um “ato isolado” e precisa ter “um lastro probatório”

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou ao CNN Entrevistas que há indícios o suficiente para a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentar denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nos inquéritos sobre suposto esquema de fraudes em dados de vacinação e no caso de venda ilegal das joias sauditas.

“Nós já concluímos as investigações e as nossas conclusões foram nesse sentido. Quando a polícia indicia alguns investigados, a equipe da investigação, a autoridade policial que formalmente faz o indiciamento, é importante esclarecer, ela aponta.”

“O ato de indiciamento não é um ato isolado, ele tem que ter um lastro probatório, que tem que estar documentado no inquérito policial. Há um despacho fundamentado, trazendo todos os elementos de convicção que foram colhidos e que levaram a autoridade policial a concluir pelo indiciamento, que é um ato privativo da polícia e do policial que conduz”, disse Andrei.

Bolsonaro foi indiciado pela PF por fraude em cartão de vacinação para Covid-19 em março deste ano. O ex-presidente, seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid e outros aliados foram indiciados pelos crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informações.

Já no inquérito das joias, que apura se Bolsonaro e aliados se apropriaram de joias do acervo presidencial, o ex-presidente foi indiciado no começo deste mês. Ele foi indiciado por peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Para Andrei, há indícios consideráveis para a apresentação da queixa. “Nós entendemos que há elementos suficientes para que o processo avance, com o devido processo legal, com direito à ampla defesa. Que o juiz, a Suprema Corte, tome a decisão que tiver que tomar, absolvendo ou condenando os investigados”.

Como jovens são recrutados pelo Estado Islâmico no Brasil

Adolescentes eram cooptados por grupo terrorista pela internet. Mensagens revelam radicalismo, ódio a minorias e intenção de cometer ataques.

Um jovem brasileiro ligado ao Estado Islâmico usou grupos na internet para recrutar quatro adolescentes de cidades do interior do Rio de Janeiro e de São Paulo entre os anos 2022 e 2023. Pelo menos dois menores de 18 anos já estavam em avançado estágio de radicalização.

Conhecido nas redes pelo codinome Mahmoud al-Brazili, Fábio Samuel da Costa Oliveira, hoje com 20 anos, foi preso quando tentava chegar à África, onde se juntaria aos terroristas. Ele foi condenado a 7 anos de prisão por terrorismo e corrupção de menores em maio deste ano. A defesa alega que ele tem deficiência mental e vai entrar com um pedido de revisão criminal.

A prisão de Fábio Samuel chegou a ser divulgada na imprensa no ano passado, mas agora o Metrópoles teve acesso a documentos inéditos da investigação da Polícia Federal (PF) que revelam detalhes de como o grupo terrorista tentava cooptar jovens e adolescentes do Brasil.

Mensagens do aplicativo Telegram revelam a idealização de atentados terroristas em território brasileiro, orientações sobre a construção de bombas caseiras, discursos fundamentalistas religiosos e o compartilhamento de vídeos contendo violência extrema.