Mês: outubro 2024

Campanha de Nunes trata Bolsonaro como saco de lixo infectante e descarta seu apoio

Campanha de Nunes trata Bolsonaro como saco de lixo infectante e descarta seu apoio.

Articuladores da campanha de Nunes disseram que a melhor opção do candidato à reeleição, no segundo turno, é distanciar-se do neofascista Jair Bolsonaro. Figura tóxica, que transformaria em obstáculo à conquista de votos.

A orientação descartante de resíduos vem da papa fina que apoia Nunes, a começar por Tarcísio de Freitas, principal avalista de Nunes quando Bolsonaro o traiu.

Malafaia espumando ódio contra Bolsonaro, em entrevista, jogou dejetos no ventilador dizendo que Bolsonaro é um covarde que chora como criança assustada com medo de ser preso pelos seus incontáveis crimes.

De Bolsonaro supostamente lider da direita, não sobrou nem a carcaça. Foi descartado em um lugar na geografia política longe do convívio dos ex aliados por ser considerado material de toxina poluente.

Bolsonaro não botou os pés na canoa de Marçal, menos ainda na de Nunes

Se Nunes está indignado com Bolsonaro por se sentir traído por ele, e Marçal idem, está claro que Bolsonaro teve uma atitude miserável e pueril de deixar os dois encalhados em terreno alagadiço, enquanto o traidor nadava de cachorrinho, de pé de pato e canudinho numa lagoa rasa que lhe dava pé, onde ele era a única piranha.

Na verdade, nem figuração de canoeiro Bolsonaro fez, meteu um, nem lá, nem cá, muito pelo contrário. Fez cera, procrastinou o máximo que podia até chegar  nas eleições sem candidato.

O genocida é um velhaco do baixo clero e sempre viveu de ultrafisiologismo, jamais colocou azeitona na empada de alguém. isso está enlouquecendo o já destrambelhado bolsonarista, já que metade votou em Nunes e a outra parte em Marçal, contrariando Bolsonaro que, na verdade, não queria voto em Marçal nem em Nunes, ou seja, em ninguém. Queria fingir que estava pescando de arpão em Angra.

Trocando em miúdos, quando sairmos desse exame superficial das eleições e surgir, de forma clara, a chave do caso, teremos a métrica exata do absíntio letal que detonou a direita brasileira, mesmo sem saber as razões dessa sentença de Bolsonaro.

Se Flávio Bolsonaro diz que o clã Bolsonaro apoiará Tarcísio em 2026, é porque é mentira

Flávio Bolsonaro, todos sabem, é o mais cínico do clã, o clã estatal mais caro do país.

Aliás, alguém precisa fazer a conta do quanto custa essa corriola anualmente aos cofres públicos.

E os caras ainda querem falar em Estado livre. É tratar o povo brasileiro como otário.

Mas o assunto aqui é outro: o patrão de Fabrício Queiroz deu uma entrevista logo após o resultado das eleições para marcar território. Entrevista esta com  pinta de cavadinha.

A entrevista, claro, foi monótona e irrelevante, mesmo o jornalista Guilherme Amado dando um tom de importância às palavras de Flávio, que não têm nem nunca terão.

E na altura dos fatos, ele quis mandar algum recado, dizendo que, em 2026, que o clã apoiaria Tarcísio para presidente, das duas uma, ou ele sabe que Tarcísio não será candidato, e neste caso, é citado como boi de piranha ou ele mente descaradamente dizendo que o clã entregaria a rapadura da família nas mãos de alguém fora do clã.

Ou seja, a entrevista dele é daquelas coisas importantes que não têm qualquer importância, Flávio quis somente mandar um recado de que a acachapante derrota política de Bolsonaro não altera em nada sua suposta liderança nacional na direita

“Quando a gente precisou dele, ele não foi. Agora não precisamos mais”, diz aliado de Nunes sobre apoio de Bolsonaro

Estrategista da campanha diz que Nunes não vai mais mencionar ex-presidente, apenas Tarcísio de Freitas.

Se no primeiro turno em São Paulo a participação de Jair Bolsonaro na campanha de Ricardo Nunes (MDB) fez falta, no segundo turno quem não quer o ex-presidente em seu palanque é o prefeito paulistano, informa a colunista Malu Gaspar, do jornal O GLOBO.

Nunes nunca vai declarar publicamente, mas em privado integrantes de sua equipe tem dito que, nesta etapa da disputa, a presença de Bolsonaro não só não ajuda como pode até prejudicar a tarefa de conquistar o voto do centro.

“O que pode atrapalhar o Nunes é o Bolsonaro querer fazer campanha agora. Se Bolsonaro entrar agora na campanha do Nunes, só vai atrapalhar. Quando a gente precisou dele, ele não foi. Agora não precisamos mais”, disse à reportagem o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP). “Bolsonaro agora quer vir na janelinha? Janelinha não.”

Isso porque a tendência do eleitorado de direita já é votar em Nunes contra Guilherme Boulos (PSOL) automaticamente, como já declararam lideranças que apoiaram Pablo Marçal (PRTB) no primeiro turno. A última pesquisa da Quaest antes do primeiro turno indicava que 67% dos eleitores de Marçal votariam em Nunes em um eventual segundo turno contra Boulos.

Quem já declarou apoio no prefeito de São Paulo foi o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que no primeiro turno comparou Nunes a um “copo de veneno”.

O diálogo com Bolsonaro tem se limitado a auxiliares e estrategistas.

“O Nunes não vai mais falar de Bolsonaro. Só de Tarcísio (de Freitas)”, diz um desses estrategistas, que avalia que o empenho do governador a favor do prefeito foi fundamental para a chegada ao segundo turno.

De acordo com ele, nesta etapa a campanha será de “comparação entre os históricos” dos concorrentes.

O bicho pegou no fascismo paratatá. Malafaia chamou Bolsonaro de covarde e não dá pra cicatrizar isso em poucos dias

O bicho pegou no fascismo paratatá. Malafaia chamou Bolsonaro de covarde e não dá pra cicatrizar isso em poucos dias.

Com Marçal fora e PL entregando metade do que prometeu, direita só tem gordura na barriga pra queimar no 2º turno.

Pablo Marçal não tem proposta? Qual candidato de direita tem ou teve?

O PSDB que liderou o golpe contra Dilma teve 2% em SP. Já Dilma recebeu a maior honraria na china dias atrás.

Paz na cama?
Difícil rearrumar a zorra na direita depois que Malafaia lavou roupa suja publicamente. Alem disso, outras frentes de futricas foram abertas. A direita usou seus produtos mais tóxicos contra a própria direita.

Parte pesada da direita virou encalhe. O prazo máximo para retoques é pra ontem. Quem está no jogo no 2º turno não quer ser infectado com a baquetaria bolsonarista. Essa é a mensagem de Malafaia quando chamou Bolsonaro de desastre e covarde.

E não se esqueçam do mais importante.
O Centrão, usando carvão publico com orçamento secreto fez barba cabelo e bigode no 1º turno, . Alguém vai querer falar em conservadorismo e estado mínimo na toca dos fascistas? Duvido!

O capitalismo como fábula, não cabe no capitalismo como ele é

Foi essa a mensagem que saiu das urnas numa eleição em que a atenção nacional foi dominada por São Paulo.
Qual candidato fez uma proposta de direita em SP? Nenhum.

Nunes prometeu mais presença do Estado pra fazer hospitais, creches e etc.

Marçal nem falou em mercado. Mesmo em suas viagens circenses, o Estado é que bancaria sua fanfarronice. Pra quem arrota o milionaríssimo caminho das pedras em seus livros e palestras, o sujeito não quis criar complicações para explicar o inexplicável que os tolos compram. Uma coisa é falar com gente cega de ambição. Outra é falar com o grosso da sociedade que não sonha com riquezas funestas que ele vende para os trouxas.

Quem apenas quer viver com dignidade, o coach que promete chuva de dinheiro aos incautos, nem da bola para o idiota que se coloca como o próprio bezerro de ouro.

A sociedade não quer saber de mercado, mas de serviços públicos qualificados, com investimento em modernidade para a melhoria dos serviços. O mais importante para a massa, é a vida como ela é. Por isso o serviço publico foi a vedete dos debates e até o bolostrô das “boas notícias” da riqueza fácil, teve que dobrar os joelhos e inventar o troço qualquer que os cofres públicos bancariam.

Se tem uma coisa que o povo brasileiro já aprendeu é que, o capitalismo como fábula, não cabe no capitalismo como ele é.

Urgente! Navios alemães invadiram a costa chinesa por ordem dos EUA

Dois navios de guerra alemães navegaram pelo Estreito de Taiwan em meados de setembro, conforme relatado pela mídia alemã no último sábado.

Essa ação marcaria a primeira passagem de navios de guerra alemães pelo estreito em 22 anos, um movimento que especialistas afirmam que será interpretado pela China como uma demonstração de força e um sinal de alinhamento com as políticas da Ásia-Pacífico dos Estados Unidos.

A revista Der Spiegel foi a primeira a noticiar o plano, citando fontes não especificadas que indicam que a Alemanha não notificará formalmente Pequim sobre a passagem. Isso reflete a posição de Berlim de que a viagem é uma operação normal. O Ministério da Defesa da Alemanha, no entanto, recusou-se a comentar sobre esses relatos, segundo informações da Reuters.

A estratégia por trás desse movimento inclui o desejo da Alemanha de aumentar seu envolvimento na região do Pacífico, bem como fortalecer laços com os Estados Unidos e a OTAN. Esta decisão surge em um momento em que os EUA buscam conter a influência econômica e militar chinesa, garantindo também um apoio mais robusto para a segurança europeia.

Este possível trânsito ocorre após ações semelhantes de outras nações. Em novembro de 2023, navios de guerra dos EUA e do Canadá também navegaram pelo Estreito de Taiwan, levando o Comando do Teatro Oriental do Exército de Libertação Popular Chinês a organizar um estado de alerta máximo, com forças navais e de aviação monitorando e seguindo os navios ao longo de seu percurso.

Especialistas chineses interpretam o planejado trânsito dos navios alemães como uma tentativa de demonstrar poder e uma atitude hostil, o que provavelmente afetará negativamente as relações entre Pequim e Berlim.

Em resposta a perguntas sobre essa manobra, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China reiterou em 20 de agosto que a questão de Taiwan é um assunto interno da China e expressou oposição ao que vê como uma ameaça à soberania territorial e à segurança nacional sob o pretexto de liberdade de navegação.

*Com Global Times

Malafaia detona Bolsonaro: “que porcaria de líder é esse?”

Empresário da fé elogiou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmando que pretende apoiá-lo na corrida presidencial.

Silas Malafaia, até então braço direito de Jair Bolsonaro, expressou profunda decepção com o ex-presidente em recente entrevista à coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo. Ele critica Bolsonaro por sua omissão durante as eleições municipais em São Paulo, apontando que ele se preocupou mais com a possibilidade de ser derrotado por Pablo Marçal do que em defender seus aliados. “Que porcaria de líder é esse?”, indagou Malafaia, ressaltando que a liderança não deve ser guiada apenas pelas redes sociais.

O empresário da fé declarou ter enviado mais de 30 mensagens “duríssimas” a Bolsonaro, expressando sua insatisfação. Ele se lembrou de um momento em que o ex-presidente, em uma ligação angustiante, chorou por cinco minutos, temendo ser preso. Malafaia, por sua vez, elogiou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmando que pretende apoiá-lo na corrida presidencial caso Bolsonaro permaneça inelegível até 2026.

Decepções e alegrias nas eleições- Ao refletir sobre as eleições, Malafaia destacou suas alegrias e decepções. Para ele, a postura de Tarcísio foi uma “alegria”, ao demonstrar que um líder deve guiar seu povo e não se deixar levar pela opinião popular. “Você não é um verdadeiro líder até que não ande sozinho”, enfatizou. Ele também mencionou a atitude do deputado federal Gustavo Gayer, que se distanciou de Marçal após a divulgação de um documento médico forjado.

No entanto, Malafaia expressou várias decepções, começando por Magno Malta, que não se posicionou em relação a Marçal. Ele criticou a falta de ação de Malta, afirmando: “Quem vai fazer aliança com um cara que não é confiável?” Para Malafaia, esse medo de se posicionar representa uma fraqueza que compromete a integridade da direita.

Bolsonaro: a maior decepção- Ao discutir sua maior decepção, Malafaia não hesitou em apontar Jair Bolsonaro. Para ele, o ex-presidente falhou em demonstrar um compromisso claro durante as eleições. “Um político é reconhecido por seus posicionamentos”, afirmou Malafaia, que classificou a conduta de Bolsonaro como covarde e omissa. Ele criticou a falta de apoio a aliados e a indecisão em momentos cruciais: “Bolsonaro foi covarde, omisso. Para ficar bem sabe com quem? Com seguidores.”

Malafaia se lembrou de um recente “zap” que enviou a Bolsonaro, questionando como ele poderia apoiar alguém que falsificou documentos e tentava dividir a direita. “A palavra ‘líder’ vem da língua viking e significa o capitão de um navio”, explicou, destacando a responsabilidade de um líder em dar um rumo claro.

Banco do BRICS sai do marasmo e fortalece moedas locais sob Dilma Rousseff, diz analista

Condecoração da presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) do BRICS, Dilma Rousseff, por Xi Jinping aumenta prestígio da instituição e do Brasil, avalia analista. Saiba quais os avanços e desafios do banco e se o Brasil se beneficia de fato do mandato de Dilma.
A presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), também conhecido como Banco do BRICS, Dilma Rousseff, foi condecorada pelo presidente chinês Xi Jinping com a Medalha da Amizade, neste domingo (28). A honraria atesta o bom desempenho da brasileira à frente do banco, confirmado por especialistas ouvidos pela Sputnik Brasil.

“Nos últimos 75 anos, houve muitos velhos e bons amigos no mundo que compartilham as mesmas aspirações e permanecem juntos com o povo chinês nos bons e maus momentos; a sra. Dilma Rousseff […] é uma representante notável entre eles”, disse Xi Jinping durante a cerimônia.

O presidente Xi ainda disse que “o povo chinês nunca esquecerá aqueles amigos internacionais que fizeram contribuições extraordinárias para o desenvolvimento da China e a amizade entre o povo chinês e o povo de outros países”, reportou o jornal Brasil de Fato.

O presidente chinês, Xi Jinping, se prepara para entregar a medalha nacional à ex-presidente do Brasil e presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, durante uma cerimônia no Grande Salão do Povo em Pequim, 29 de setembro de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 04.10.2024

“É uma grande honra receber a Medalha da Amizade da China, um país com uma rica história milenar e que hoje se destaca como uma potência econômica global”, declarou Dilma Rousseff durante o seu discurso. “O compromisso assumido pela China com a reforma e abertura não apenas permitiu a retirada de centenas de milhões de pessoas da pobreza, como contribuiu, de forma significativa, para o crescimento econômico e a estabilidade globais.”
A ex-presidenta do Brasil assumiu o banco em 2023, substituindo o também brasileiro Marcos Troyjo. O mandato de Rousseff, marcado sobretudo pelo esforço por reduzir o papel do dólar no comércio entre os países-membros, deve terminar em julho de 2025.
“A condecoração de Dilma é uma sinalização política de que a China tem interesse no aumento do prestígio do banco, em reforçar a posição dele como alternativa ao FMI [Fundo Monetário Internacional]”, disse o professor de finanças e controle gerencial do COPPEAD/UFRJ, Rodrigo Leite, à Sputnik Brasil. “Também é um sinal positivo de Pequim em relação ao atual governo brasileiro. É uma forma de apontar para os seus aliados quais são as suas prioridades.”

A liderança de Dilma Rousseff no NBD retirou o banco de certo marasmo institucional, no qual poucos avanços eram realizados, acredita a professora da PUC-Rio e pesquisadora do BRICS Policy Center, Maria Elena Rodriguez.

“Acho que o banco tem melhorado bastante, porque até poucos anos atrás ele estava acanhado, com desempenho aquém do planejado”, disse Rodriguez à Sputnik Brasil. “Havia um exercício e número de empréstimos muito pequeno, e o banco crescia pouco.”
A entrada de novos membros, como Egito, Emirados Árabes Unidos,

Uruguai e Argélia, aliada à expansão nos investimentos e empréstimos do banco, deu nova tração à instituição. Fortalecido, o NBD tem maior capacidade para avançar na agenda voltada para o Sul Global, com ênfase em investimentos verdes.

Lula diz que vai ‘acabar’ com as bets caso regulamentação não funcione

Presidente também comentou que não é ‘aceitável’ beneficiários do Bolsa Família utilizarem dinheiro com apostas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, no último domingo (6), dia das eleições municipais em todo o país, que irá “acabar” com as apostas esportivas no Brasil caso a regulamentação não funcione.

As declarações foram dadas na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, local de votação do presidente.

“Nós estamos fazendo uma regulação e, ainda em outubro, vamos tirar 2 mil sites de apostas desse país. Depois vamos saber o que a regulamentação vai garantir de benefício, de certeza que a coisa está sendo feita com seriedade. Se não der resultado com a regulamentação, eu não terei nenhuma dúvida em acabar definitivamente com isso”, disse Lula.

No discurso, o presidente também comentou que não é “aceitável” beneficiários do Bolsa Família utilizarem dinheiro com apostas. “Nós não aceitamos a ideia de que o pessoal do Bolsa Família está gastando dinheiro fazendo apostas, não é possível que tenha alguém fazendo isso”, ressaltou.

Impacto das bets
O presidente afirmou que trata o vício em bets como uma “doença”. De acordo com o Banco Central (BC), apenas em agosto, beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões em apostas por meio de Pix, segundo o ICL..

“Conheço gente que perdeu casa, que perdeu carro, que gasta o salário todo numa sexta ou sábado. Isso é uma doença que nós precisamos tratar também com o aspecto da saúde”, disse.