Dia: 6 de janeiro de 2025

O inacreditável editorial pró-sionismo de O Globo

O inacreditável editorial pró sionista de O Globo, escancara que não existe aqui no Brasil separação de direita e extrema direita.
Isso é puro romantismo, balela.

A direita inteira nesse país, sobretudo a mídia industrial, apoia as práticas terroristas de Israel que é desde sempre colonialista e de extrema direita.

Pior é ter que ler no jornal de maior circulação no país, que o Hamas usa civis como escudos humanos. Um puído clichê usado pelo estado terrorista de Israel para, friamente, tentar justificar a carnificina sionista em Gaza onde crianças e mulheres são as maiores vítimas que já passam de 45 mil. Ou seja, 6% da população.

Israel assassina crianças dentro e fora do campo de refugiados em Gaza porque é o alvo preferencial dos assassinos sionistas

Outro detalhe que O Globo fez questão de esquecer é que a advogada Maira Pinheiro, vem recebendo ameaças de morte junto com sua filha de 7 anos.

Que esse exemplo explicito do Globo sirva de referência na hora de alguém dizer equivocadamente, que existem dois tipos de direita no Brasil.

Bancos repetem pessimismo sobre economia em 2025; previsões erraram em 2023 e 2024

Instituições financeiras estimam inflação e juros em alta, e crescimento do PIB em baixa.

Após errarem em 2023 e 2024, os bancos insistem em previsões pessimistas para a economia nacional, desta vez para 2025. Estimativas de economistas ligados a instituições financeiras coletadas pelo Banco Central (BC) apontam que o novo ano deve ser de crescimento menor e inflação maior, juros em alta e dólar a R$ 6.

Nos dois anos anteriores, os bancos previram taxas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) que acabaram sendo superadas, com folga, pela realidade da economia nacional. Mesmo assim, voltaram a apontar um crescimento tímido para 2025, menor do que o verificado em 2023 e 2024. Reforçam, assim, o que já é tradicional no mercado.

“O mercado é mais pessimista do que a própria realidade”, resumiu Miguel de Oliveira, diretor executivo de estudos e pesquisas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). “Ele esperava o fim do mundo em 2023. Depois, em 2024. Aí se viu que os indicadores são bons”, disse.

Para 2025, os bancos estimam que a economia cresça 2,02% – em 2023, ela cresceu 3,2% e, nos últimos 12 meses, 4%. Também estimam uma inflação de 4,99% ao final do ano, ou seja, acima da meta de até 4,5% estabelecida para o índice; e ainda uma taxa básica de juros de 15% ao ano em dezembro – hoje, ela está em 12,25%.

Todas as previsões estão registradas no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo BC justamente para dar uma ideia do ânimo do mercado sobre o país.

Para Oliveira, as previsões registradas na primeira edição do Focus de 2025 são exageradas. “Vai ser um ano desafiador, naturalmente, por conta do dólar alto e juros altos, mas eu particularmente não acho que a gente vai ter um ano tão difícil assim”.

Projeções para 2025:

Inflação (IPCA) – 4,99%
Crescimento do PIB – 2,02%
Dólar – R$ 6,00
Selic – 15% ao ano

Fonte: Boletim Focus (3 de janeiro de 2025)

Erros sucessivos

O economista Pedro Faria, economista e doutor em história pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra, diz que bancos e outras instituições do mercado financeiro precisam fazer previsões sobre a economia para tomar decisões. Segundo ele, no entanto, os bancos têm adotado modelos matemáticos defasados para a elaboração de estimativas.

“Os modelos têm premissas erradas. Trata o governo como um inibidor do investimento privado, quando a gente vê que a realidade é outra”, disse Faria. “O gasto do governo cresce, gera demanda, o empresário investe porque ele está vendendo”.

Mauricio Weiss, economista e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ratifica esse erro. “O mercado sempre subdimensiona o impacto da ampliação dos gastos na economia. Por isso, previu um crescimento muito mais baixo do que ocorreu em 2022, 2023 e 2024. Por outro lado, o mercado subdimensiona o impacto na redução dos custos trabalhistas, e previu muito para cima o PIB em 2017, 2018 e 2019”.

Projeções x realidade em 2024:

Inflação (IPCA)
. Projetado – 3,90%
. Apurado – 4,87% (12 meses acumulados até novembro)

Crescimento do PIB
. Projetado – 1,59%
. Apurado – 4% (12 meses acumulados até setembro)

Dólar
. Projetado – R$ 5
. Apurado – R$ 6,18

Selic
. Projetado – 9% ao ano
. Apurado – 11,25% ao ano

Fontes: Boletim Focus (5 de janeiro de 2024) e indicadores

Projeções x realidade em 2023:

Inflação (IPCA)
. Projetado – 5,36%
. Apurado – 4,62%

Crescimento do PIB
. Projetado – 0,78%
. Apurado – 3,2%

Dólar
. Projetado – R$ 5,28
. Apurado – R$ 4,85

Selic
. Projetado – 12,25% ao ano
. Apurado – 11,75% ao ano

Fontes: Boletim Focus (6 de janeiro de 2023) e indicadores

Influência na realidade

Weiss ressalta que, apesar de quase sempre equivocadas, as previsões dos bancos têm forte impacto sobre a realidade da economia nacional. Ele lembrou que nas discussões do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC sobre a taxa básica de juros, a Selic, as previsões registradas no Focus são balizadoras.

“E o BC as leva em consideração na condução da política econômica”, afirma. “Elas importam porque os detentores do dinheiro acreditam nelas. Então, por pior que sejam, impactam na vida concreta do país”.

“As instituições financeiras são quem definem o custo de endividamento das empresas, para onde vai a poupança, muita coisa real”, acrescenta Faria. “Mesmo que estejam erradas, as previsões são importantes e vão continuar sendo”.

Revisões sistemáticas

Oliveira, da Anefac, afirmou que as previsões dos bancos são revisadas frequentemente. Ele mesmo acredita que, por serem muito pessimistas sobre a economia em 2025, eles terão de ser corrigidas durante o ano.

Weiss, no entanto, diz que, por conta principalmente dos juros, a economia nacional tende a ter resultados piores em 2025 do que em anos anteriores. “Neste ano eu também estou mais pessimista por conta da elevação na taxa de juros”, reconheceu. “Talvez os bancos acertem suas previsões, mas pelo motivo errado”.

Andrew Storfer, diretor do Núcleo de Economia da Anefac, diz que o quadro para 2025 não é bom, e critica o governo. “As perspectivas são de um ano difícil principalmente porque o governo não está fazendo sua parte. Isso implica que a política monetária tem que ser mais restritiva, com juros mais altos, para conter a inflação”.

Ele ressaltou que apesar do pessimismo em 2024, os bancos estimavam uma inflação menor e um dólar mais baixo que o atual. “Segundo os bancos, a inflação ia ficar em torno de 3,8% e ficou em torno de 4,9%. O câmbio que era previsto R$ 4,9 terminou em quase R$ 6,2. Então, acho até que o mercado foi otimista no começo de 2024”.

*BdF

86% dos brasileiros condenam atos golpistas de 8/1, aponta Quaest

Número é oito pontos percentuais menor que os 94% apontados pela Quaest há dois anos.

Pesquisa da Genial/Quaest, divulgada nesta segunda-feira (6), aponta que 86% dos brasileiros condenam os atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023. O número é oito pontos percentuais menor que os 94% apontados pela Quaest há dois anos.

Segundo o levantamento, a desaprovação aos atos aparece próxima dos 86% em todas as regiões do país, faixas de renda, escolaridade e idade. “A rejeição aos atos do 8/1 mostra a resistência da democracia brasileira e a responsabilidade da elite política brasileira. Diante de tanta polarização, é de se celebrar que o país não tenha caído na armadilha da politização da violência institucional”, explicou o cientista político e diretor da Quaest, Felipe Nunes.

O levantamento foi realizado entre os dias 4 e 9 de dezembro, com 2.012 entrevistas presenciais em todo o país.

A pesquisa mediu, ainda, a percepção sobre a influência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na organização dos atos. 50% dos entrevistados acreditam que Bolsonaro teve algum tipo de influência, enquanto 39% defendem que não. Em 2023, eram 51%.

De acordo com a Quaest, 48% dos brasileiros acreditam que Bolsonaro participou do plano de tentativa de golpe, enquanto 34% defendem que não.

Avaliação de que Bolsonaro influenciou os atos cresce entre bolsonaristas e cai entre lulistas
O levantamento apontou, ainda, um aumento, entre os bolsonaristas (de 13 para 37%), da percepção sobre a influência de Bolsonaro no 8 de janeiro. O número caiu entre os lulistas (de 76% para 60%).

“Ao longo do tempo, os eleitores moderados de Lula, que enxergam algum exagero nas acusações que Bolsonaro vem sofrendo, tendem a relativizar suas posições. Ao mesmo tempo, os eleitores moderados de Bolsonaro, que enxergaram como graves as acusações contra o ex-presidente, tendem a ficar mais severos na avaliação sobre seus atos, para não se sentirem cúmplices de algo que acreditam ser errado”, explicou Felipe Nunes, da Quaest, em entrevista ao Estadão.

Próxima crise financeira pode vir dos mercados privados, afirma Financial Times

A análise é assinada pelo colunista John Plender

Os mercados privados – que incluem fundos, capital de risco, emissão de dívida, infraestrutura, commodities e imóveis – têm crescido de forma fenomenal. Pode ser daí, no entanto, que surgirá a próxima crise financeira, segundo artigo do Financial Times. A análise é assinada pelo colunista John Plender.

Ele cita dados da consultora McKinsey que apontam que os ativos sob gestão dos mercados privados atingiram US$ 13,1 trilhões em meados de 2023 e têm crescido cerca de 20% ao ano desde 2018.

Por outro lado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) argumentou que o crescimento rápido do crédito privado, juntamente com a crescente concorrência dos bancos em grandes negócios e a pressão para empregar capital, pode levar a uma deterioração do preço e de outras qualidades, incluindo “padrões de subscrição mais baixos e convenants enfraquecidos, aumentando o risco de perdas de crédito no futuro”, escreve Plender. “Não é difícil adivinhar de onde surgirá a próxima crise financeira”, ele aposta.

O colunista avalia que, por muitos anos, os mercados privados levantaram mais em ações do que os mercados públicos. Ele cita ainda a percepção de que estes investimentos “dependem substancialmente” da capacidade de aproveitar a transparência de informações e preços nos mercados públicos. “E como os mercados públicos continuam a encolher, o mesmo acontece com o valor desse subsídio”, afirma.

*Infomoney

Com sarcopenia severa e acelerada, direita vê seu fôlego eleitoral raquítico e o pulmão político suplicante

A direita não tem perna para acompanhar Lula.

Isso, por si só, seria um Royal straight flush político.

Mas o mercado tem uma formula ajeitadora pra deixar o esqueleto da moribunda de pé.

O principal sintoma dessa moléstia, é o pombo que Gustavo Lima soltou, anunciando que pretende ser candidato a presidência da república em 2026.

Mas a esquerda não pode cochilar. O jogo, não se iludam, será jogado pela direita fora de qualquer regra de civilidade

Antes de recorrer às armas de calibre mais grosso, o espírito golpista tentará restringir a própria democracia que lhe é avessa, sendo sucessivamente derrotada por Lula no jogo aberto marcado pela maciça participação popular.

Os fascistas recorrerão a bombardeios midiáticos diários para tentar drenar a imagem e popularidade de Lula.

Bolsonaro será julgado na Primeira Turma e a tendência clara é pela condenação

De cinco votos, quatro são dados como certos contra o ex-presidente; decisão de manter o caso na turma é de Alexandre de Moraes.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, que liderou a intentona golpista de 8 de janeiro de 2023, será julgado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal e deve ser condenado, segundo informa a colunista Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo. A Primeira Turma do STF, responsável pelo julgamento, é composta pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

De acordo com a colunista, “com exceção de Fux, cuja posição ainda é incerta conforme observam integrantes do próprio STF e pessoas próximas a Bolsonaro, os outros quatro ministros são considerados votos certos contra o ex-presidente.” Essa composição indica uma forte probabilidade de condenação para Bolsonaro, refletindo uma tendência desfavorável no âmbito judicial.

A defesa de Bolsonaro, representada por seus advogados, planeja apelar para que o caso seja reavaliado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal, buscando uma decisão mais ampla e potencialmente favorável. No entanto, a decisão final sobre a manutenção do julgamento na Primeira Turma cabe ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Especialistas jurídicos esperam que Moraes opte por manter a análise na Turma inicial.

Em dezembro de 2023, o STF implementou uma reestruturação significativa na condução de julgamentos criminais, redistribuindo-os entre duas turmas ao invés do colegiado completo de 11 magistrados. Essa mudança, liderada pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, visava “racionalizar a distribuição de processos criminais e reduzir a sobrecarga do plenário”, especialmente após os eventos de 8 de janeiro que resultaram em um aumento substancial no número de processos e na necessidade de agilizar a tramitação judicial.

Na guerra de informação da mídia contra o governo Lula, a mídia perdeu todas

Quando as porteiras do vale tudo se abriram para o jornalismo de guerra contra o governo Lula, do pescoço pra cima tudo virou canela.

Era o mercado mandando sua mensagem a Lula para que ele desconjurasse as camadas mais pobres da população.

Começava ali um tudo ou nada sem biombos dos diabólicos pachecões do mercado contra o governo, mas sobretudo a figura de Lula, para lhe tirar capital político para as eleições de 2026.

A versão dos vendedores de notícia que prestam serviços aos interesses do mercado, era de que nossa economia estava quebrada.

Os objetivos de sempre, eram e são colocar o governo de joelhos com uma faca na nuca.

Por isso a manipulação disseminava sua narrativa e dane-se a realidade.
Quando os números positivos da economia começaram a pipocar, desautorizando o terrorismo econômico soprado pelo diapasão do mercado, a sociedade se sentiu invadida, agredida e ameaçada pela mídia.

Hoje, com a mesma dissipação, tenta-se personificar o ‘problema’ do país com o slogan “Lula é gastador” e, agora, também “mau gestor’

Não foi isso que lemos na coluna de Merval Pereira, o principal cão de guarda dos Marinho neste último domingo?

A pressão do mercado por novos cortes de gastos, ou seja, o fuzilamento dos pobres em praça pública, continuará, e a um tom acima, porque o que importa nesse momento para os “donos da terra”  é, sobretudo, rebaixar o debate sobre economia e desenvolvimento,

Sob Lula 3, mais da metade dos lares brasileiros passou a ter renda acima de R$ 3,4 mil, mostra estudo

Pesquisa revela que 50,1% dos domicílios agora estão nas classes C, B e A, indicando avanço social.

O Brasil voltou a ser um país majoritariamente de classe média em 2024. É o que aponta um levantamento feito pela Tendência Consultoria e divulgado pelo jornal O Globo neste domingo (5). O estudo demonstra que 50,1% dos domicílios brasileiros agora estão nas classes C, B e A, com renda mensal domiciliar superior a R$ 3,4 mil. Este índice supera pela primeira vez, desde 2015, a marca de metade das famílias, refletindo uma retomada econômica impulsionada pelo avanço nos níveis de emprego.

Em 2023, segundo a pesquisa, os domicílios de classe C, B e A representavam 49,6%. O mercado de trabalho aquecido e os reajustes salariais acima da inflação, além da política de valorização do salário mínimo nos dois primeiros anos do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram determinantes para essa ascensão, de acordo com o levantamento.

O conjunto da renda total, que engloba salários, benefícios sociais e outras fontes, cresceu em média 7% em 2024. O crescimento foi ainda mais expressivo entre as classes C (9,5%) e B (8,7%).

As expectativas para 2025, de acordo com o estudo, são menos otimistas, mas ainda registrando uma melhora na renda da classe C.

Camila Saito, economista do estudo, alertou que a mobilidade social deve desacelerar em 2025 devido a um cenário econômico mais moderado e citou os desafios estruturais para vencer a pobreza extrema, como a informalidade e as desigualdades salariais.

“Nossas estimativas consideram uma tendência de lenta mobilidade social das famílias para classes de renda superiores. A mobilidade social das classes D e E deve ser reduzida nos próximos anos, acompanhando um fenômeno típico de países com alta desigualdade”, disse, em entrevista ao jornal O Globo.

*BdF

Vídeo: Fernanda Torres vence Globo de Ouro por atuação em ‘Ainda estou aqui’

Atriz interpretou a advogada Eunice, viúva de Rubens Paiva, que foi morto pela ditadura.

O cinema brasileiro vive um momento histórico. A atriz Fernanda Torres recebeu nesta segunda-feira (06), em Los Angeles, nos Estados Unidos, o prêmio Globo de Ouro de melhor atriz na categoria Drama.

A premiação, entregue pela primeira vez a uma brasileira, é um reconhecimento ao trabalho da atriz no filme “Ainda estou aqui”. Na produção, ela interpreta a advogada Eunice Paiva, viúva de Rubens Paiva, deputado federal assassinado pela ditadura militar em 1971.

Fernanda concorria com grandes estrelas de Hollywood como Nicole Kidman, Angelina Jolie, Tilda Swinton, Pamela Anderson e Kate Winslet.

Fernanda Torres

Há 25 anos, Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, disputou a mesma categoria pela atuação em Central do Brasil. Ela não venceu, mas o filme ganhou o Globo de Ouro na categoria melhor filme estrangeiro.

Em seu discurso, ela agradeceu ao diretor Walter Salles, ao marido Andrucha Waddington e aos filhos. “Meu Deus, eu não preparei nada, não sabia se estava pronta. Este foi um ano extraordinário para as atrizes. Há tantas aqui que eu admiro profundamente”, começou dizendo.

“Quero dedicar esse prêmio à minha mãe. Vocês não têm ideia. Ela estava aqui há 25 (26) anos, e é uma prova que a arte pode sobreviver na vida até em momentos difíceis, pelos quais sobreviveu a Eunice Paiva (personagem vivida por Torres) e com tanto problema hoje em dia no mundo. Esse é um filme que nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos como esses. Então, para a minha mãe, para a minha família, para os meus filhos e para todos, muito obrigada ao Golden Globe”, disse Fernanda, ainda durante o discurso de agradecimento.

Há 25 anos, Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, disputou a mesma categoria pela atuação em Central do Brasil. Ela não venceu, mas o filme ganhou o Globo de Ouro na categoria melhor filme estrangeiro.

Em seu discurso, ela agradeceu ao diretor Walter Salles, ao marido Andrucha Waddington e aos filhos. “Meu Deus, eu não preparei nada, não sabia se estava pronta. Este foi um ano extraordinário para as atrizes. Há tantas aqui que eu admiro profundamente”, começou dizendo.

“Quero dedicar esse prêmio à minha mãe. Vocês não têm ideia. Ela estava aqui há 25 (26) anos, e é uma prova que a arte pode sobreviver na vida até em momentos difíceis, pelos quais sobreviveu a Eunice Paiva (personagem vivida por Torres) e com tanto problema hoje em dia no mundo. Esse é um filme que nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos como esses. Então, para a minha mãe, para a minha família, para os meus filhos e para todos, muito obrigada ao Golden Globe”, disse Fernanda, ainda durante o discurso de agradecimento.

Há 25 anos, Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, disputou a mesma categoria pela atuação em Central do Brasil. Ela não venceu, mas o filme ganhou o Globo de Ouro na categoria melhor filme estrangeiro.

Em seu discurso, ela agradeceu ao diretor Walter Salles, ao marido Andrucha Waddington e aos filhos. “Meu Deus, eu não preparei nada, não sabia se estava pronta. Este foi um ano extraordinário para as atrizes. Há tantas aqui que eu admiro profundamente”, começou dizendo.

“Quero dedicar esse prêmio à minha mãe. Vocês não têm ideia. Ela estava aqui há 25 (26) anos, e é uma prova que a arte pode sobreviver na vida até em momentos difíceis, pelos quais sobreviveu a Eunice Paiva (personagem vivida por Torres) e com tanto problema hoje em dia no mundo. Esse é um filme que nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos como esses. Então, para a minha mãe, para a minha família, para os meus filhos e para todos, muito obrigada ao Golden Globe”, disse Fernanda, ainda durante o discurso de agradecimento.