Carluxo, o Maquiavel pirata do clã Bolsonaro,, diz em tom piedoso, que o papi, aquele zombeteiro da Covid em que foi responsável pela morte de mais de 700 mil brasileiros e pelas sequelas de milhões, enquanto negociava propina de US$ 1 por vacina, está magro e sem fome e, por isso, não se alimenta.
O sujeito se transformou num gnomo esbaforido, suado e com a cabeça pendida, mergulhado no escuro de suas próprias tocas mentais.
No centro desse enredo está Jair Bolsonaro (PL), acusado de transformar sua derrota nas urnas, em 2022, em um plano de ruptura institucional imitando Trump na invasão do congresso americano comandada por ele que resultou na morte de cinco pessoas.
As acusações contra o carrasco terrorista listam cinco crimes:
- Organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado;
- Abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
- Dano qualificado ao patrimônio público e deterioração de patrimônio tombado.
Segundo a PGR, esses delitos não podem ser analisados de forma isolada, mas em concurso, o que pode levar a penas que superam 30 anos de reclusão, especialmente pela autonomia dos artigos 359-L e 359-M e pelo agravante de comando no crime de organização criminosa.
A defesa de Bolsonaro rejeita todas as acusações e sustenta que Bolsonaro é um santo homem, um quaresmeiro fervoroso e que não houve execução de nenhum plano golpista.
Em suas alegações finais, argumenta que trataram-se de discussões e rascunhos sem valor jurídico, contesta a credibilidade da colaboração de Mauro Cid, o delator, e acusa o STF de perseguição política.
Que peninha!
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