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A lesa paspalhice de Trump pelo ‘fim de uma civilização’

Não se fala de outra coisa a não ser do lixo Trump, que ameaça transformar o Irã em cacos de bomba em meio a uma fumaçada negra de um raio explosivo arremessado para o chão e ar do Irã.

Basta pegar uma única criança palestina ou mesmo iraniana como foi o caso das 180 meninas mortas numa escola do Irã, para entender como os EUA e o Estado terrorista de Israel subiram o degrau da barbárie, caracterfizando uma mistura eclética de monstruosidade humana impensável.

Quem tem coragem de ver inúmeras imagens, e são muitas de cianças queimadas vivas, despedaçadas, decapitadas, amputadas por aquela liga do que existe de mais brutal na alma humana, não especula a possibilidade de um ataque atômico que nos parece cada vez mais maduro e frio na cabeça dos sórdidos comandantes norte-americanos e israelenses, Trump e Netanyahu, um ciceroniando o outro.

Muita gente aposta que, na última rotação da terra, o topete de Trump aparecerá apontando para outro caminho municiado por alguém que tenha o mínimo de juízo ou que o próprio Trump usa como truque para produzir novas dúvidas futuras com voz decisória de um outro certame, o que bordaria sua imagem como um blefador barato e seria interpretado como fantasia de um país que vive a mercê de um lunático boca aberta, com ares imperiais que faria gargalhar os piores reis da história da humanidade.

Mas se Trump quer ser de fato ser um imperador, como vive arrotando, temos que abrir um parêntese sobre o que já foi feito de monstruosidade por ele e Netanyahu na Palestina e medir uma suposta apoteose de iniquidades que ele jura, lhe dará virória e triunfo contra o Irã.

O fato é que Trump prometeu aniquilar a civilização persa para restaurar o equilíbrio da balança comercial do mundo, ou seja, ele diz possuir armas capazes de dizimar integralmente uma civilização com apenas um dedo que apertaria um botão degenerado.

Crueldade não lhe falta, coração, sim, mas para ele, o que importa em sua mais alucinada loucura, é se consagrar pelo horror como um apóstolo de Hitler, o mesmo que sonha Netanyahu.

A nós aqui do Brasil só cabe, por ora, o silêncio e a respiração presa para, na prática, saber que mundo teremos a partir da cachola desse Napoleão de hospício norte-americano.

A conferir.


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Por Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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