Canalha é canalha; Burro é burro.
Quando juntam esses dois, o sobrenome passa a ser Bolsonaro.
Bolsonaro defendeu a inocente velhinha terrorista com a Bíblia bomba nas mãos.
Eduardo, com o mesmo DNA, defendeu a ferro e fogo a volta do AI-5 durante o “governo” do pai e, agora, clama aos parlamentares dos EUA que impeçam que juizes e policiais brasileiros de entrarem no país por conta da “censura imposta pelo STF”
Além de ser um crime lesa-pátria, essa atitude de um parlamentar, o sujeito tem que ser muito canalha e burro para pedir a volta do AI-5 e reclamar de censura no Brasil.
Publicado em 1968, o Ato Institucional 5 (AI-5) foi um dos 17 atos institucionais aplicados pela ditadura militar no Brasil. A norma resultou no fechamento do Congresso Nacional e das Assembleias Legislativas dos estados, permitiu a cassação de mais 170 mandatos legislativos, instituiu a censura prévia da imprensa, de produções artísticas e deu ao presidente a possibilidade de intervenção nos estados e municípios.
Com o AI-5 também tornaram-se ilegais as reuniões políticas não autorizadas pela polícia e toques de recolher tornaram-se frequentes.
Eduardo Bolsonaro queria a volta tudo isso e, agora, fala que a justiça brasileira está impondo censura ao país.
Espera-se que esse vigarista seja cassado e preso por traição ao Brasil.