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Arquivos revelam novas informações sobre conexões estreitas do Credit Suisse com nazistas

Banqueiros suíços frequentemente negligenciaram o roubo de ativos judaicos pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

O banco suíço Credit Suisse ocultou de forma deliberada laços mais profundos com os nazistas do que se acreditava anteriormente, suprimindo informações sobre contas bancárias ligadas ao regime nazista e dificultando o progresso de investigações. A informação foi divulgada pelo Wall Street Journal neste sábado (4).

Duas comissões independentes, realizadas na década de 1990, concluíram que banqueiros suíços frequentemente negligenciaram o roubo de ativos judaicos pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e frustraram tentativas posteriores das vítimas da perseguição nazista e de seus parentes para recuperar seu dinheiro. Após as investigações nos anos 1990, o Credit Suisse e o UBS concordaram em pagar US$ 1,25 bilhão em compensação a sobreviventes do Holocausto e seus descendentes.

Em 2021, o ombudsman independente Neil Barofsky deu início a uma nova investigação sobre os vínculos do Credit Suisse com os nazistas. No entanto, foi afastado pela instituição sob a justificativa de que teria ultrapassado os limites impostos pela gestão do banco para o escopo da apuração. Posteriormente, Barofsky foi reintegrado e retomou seu trabalho, o que levou à descoberta inicial de documentos relacionados a dezenas de indivíduos e entidades vinculados às atrocidades nazistas na Segunda Guerra Mundial.

A investigação revelou que o Credit Suisse ocultou deliberadamente seu envolvimento, deixando de compartilhar informações completas sobre o que sabia, segundo o jornal. O inquérito mais recente ainda está em andamento, com os participantes estudando e digitalizando milhares de caixas contendo documentos dos arquivos do banco.

*Sputnik

 

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Política

Planalto e militância petista organizam atos para 8/1 em Brasília

Planalto e militância petista organizam atos para 8/1 em Brasília.

O Palácio do Planalto organiza ato simbólico em Brasília para a próxima quarta-feira (8/1), a fim de relembrar a destruição causada pelos atos antidemocráticos de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2023. A militância petista também tem preparado evento para o mesmo dia.

Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá participar da entrega de obras de arte que foram depredadas durante o protesto golpista. A cerimônia está marcada para ocorrer no Planalto e deverá contar com a presença de diversas autoridades, desde representantes dos Três Poderes a governadores.

Entre as obras que serão entregues, está o relógio trazido ao Brasil por dom João VI, feito pelo francês Balthazar Martinot. A peça de casco de tartaruga e bronze não é mais fabricada há dezenas de anos e foi enviada para a Suíça para ser restaurada.

O presidente Lula também receberá a pintura “As mulatas”, de Di Cavalcanti, peça de destaque do Salão Nobre do Palácio do Planalto, com valor estimado em R$ 8 milhões. A obra foi danificada pelos manifestantes em 8 de janeiro de 2023.

Brasil
Planalto e militância petista organizam atos para 8/1 em Brasília
Governo Lula organiza ato simbólico na Praça dos Três Poderes para relembrar manifestações antidemocráticas de 8 de janeiro de 2023
Maria Eduarda Portela

O Palácio do Planalto organiza ato simbólico em Brasília para a próxima quarta-feira (8/1), a fim de relembrar a destruição causada pelos atos antidemocráticos de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2023. A militância petista também tem preparado evento para o mesmo dia.

Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá participar da entrega de obras de arte que foram depredadas durante o protesto golpista. A cerimônia está marcada para ocorrer no Planalto e deverá contar com a presença de diversas autoridades, desde representantes dos Três Poderes a governadores.

Entre as obras que serão entregues, está o relógio trazido ao Brasil por dom João VI, feito pelo francês Balthazar Martinot. A peça de casco de tartaruga e bronze não é mais fabricada há dezenas de anos e foi enviada para a Suíça para ser restaurada.

O presidente Lula também receberá a pintura “As mulatas”, de Di Cavalcanti, peça de destaque do Salão Nobre do Palácio do Planalto, com valor estimado em R$ 8 milhões. A obra foi danificada pelos manifestantes em 8 de janeiro de 2023.

Para finalizar o ato, o petista deverá descer a rampa do Planalto acompanhado de autoridades para um “Abraço da Democracia” na Praça dos Três Poderes, onde deverá se encontrar com o público geral.

A militância petista tem convocado a população para participar do ato em alusão às manifestações antidemocráticas de 8 de janeiro. O evento, que acontecerá na Praça dos Três Poderes, está previsto para as 10h, com o “Abraço da Democracia”.

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Mundo

Vídeo: Lágrimas por Gaza

Após o ataque do Hamas a Israel, em 7 de outubro de 2023, quando o território foi invadido e mais de mil israelenses foram mortos, além de mais de 200 civis tornados reféns, o governo de Benjamin Netanyahu iniciou a resposta militar. O que poderia ter respaldo nos tratados internacionais como ação de legítima defesa de uma nação revelou-se em pouco tempo como operação para aniquilar todo o povo que vive em Gaza.

De lá para cá, mais de 45 mil palestinos foram mortos nessa carnificina perpetrada pelo exército de Israel. Destes, 17.581 eram crianças e 12.048 mulheres.

Como se sabe, a desproporção entre as vítimas dos dois países é abissal.

Mas a crueldade do massacre pode ser medido por outras referências, tão aterrorizantes quanto os números.

Além destruir boa parte das moradias de Gaza, a ofensiva israelense tornou alvos campos de refugiados, universidades e escolas.

Israel proibiu a entrada de alimentos e remédios no território palestino e destruiu a estação de tratamento de água.

Imaginou-se que nesse ponto o nível de desumanização do governo Israelense tinha chegado ao topo. Mas ainda podia piorar.

A certa altura, os ataques de Israel se voltaram contra os hospitais, onde vítimas inocentes já sofriam com falta de insumos e médicos se desesperavam pela impotência de impedir a morte em série.

Um pouco depois, os próprios médicos se tornaram alvos.

Essa demonstração de barbárie das mais explicitas da história da humanidade continua em curso, sob a cumplicidade das grandes potências, que não fazem nada para interrompê-la.

Também é cúmplice a grande imprensa, que sempre tenta criar uma falsa simetria, como se o ataque do Hamas justificasse a sanha do governo israelense, ao massacrar dezenas de milhares de civis inocentes.

Só em alguns raros momentos essa barreira no noticiário é quebrada. Foi o que aconteceu com o pronunciamento do embaixador da Palestina no Conselho de Segurança da ONU, Riyad Mansour.

Ele leu a mensagem deixada pelo médico Mahmoud Abu Nujaila, morto em um ataque aéreo israelense ao Hospital Al-Awda.

“Quem ficar até o fim contará a história. Fizemos o que podíamos. Lembrem-se de nós”. Em dois trechos, o choro do embaixador interrompeu a leitura. “Lembre-se de nós”, insistiu, batendo sobre a mesa.

Á mensagem do médico, o diplomata acrescentou seu comentário: “Devemos isso a eles (médicos palestinos) Nada pode explicar que, por 15 meses, palestinos em Gaza suportaram o inferno e foram abandonados a seu destino”, disse. “Nada justifica que os médicos que estavam tentando salvar vidas de vítimas se tornaram eles mesmos as vítimas e que a comunidade internacional não foi capaz de igualar nem mesmo parte de sua coragem e sua dedicação à humanidade”.

https://iclnoticias.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Video-2025-01-04-at-11.06.21.mp4?_=1

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Política

Bolsonaro está como “passageiro da agonia”, mas pode chamar de caganeira ou andaço por medo de ser preso

A contagem regressiva de Bolsonaro, começou pra valer dia 1º de janeiro de 2025.

O sujeito está suando frio 24 horas por dia. Ou seja, tá murcho dos vazios,

Segundo Andreia Sadi na Globonews, essa é a notícia que mais corre, nos bastidores do PL e fora dele também.

O ex fodão tá que não se aguenta de medo de ser preso.

A noite a caganeira é mais abundante porque o dia pode amanhecer com a PF em sua porta.

Lógico que junto com ele uma alcateia de diabos menores, vão pro mesmo xilindró.

Dizem que o sonho de Bolsonaro é parar a rotação da terra para travar o tempo.

Tic Tac.

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Economia

Vendas líquidas do Tesouro Direto têm segundo maior valor da história

As vendas de títulos do Tesouro Direto superaram os resgates em R$ 2,462 bilhões em novembro deste ano. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Tesouro Nacional, é o segundo maior valor da série histórica, atrás do recorde do mês de outubro último, quando as emissões líquidas de títulos atingiram R$ 2,528 bilhões.

No mês passado, as vendas de títulos atingiram R$ 5,764 bilhões. Já os resgates totalizaram R$ 3,302 bilhões, sendo R$ 3.109 bilhões relativos às recompras e R$ 192,5 milhões aos vencimentos, quando o prazo do título acaba, e o governo precisa reembolsar o investidor com juros.

Os títulos mais procurados pelos investidores foram os vinculados à inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA), que corresponderam a 43,4% do total. Já os papéis corrigidos pela Selic – a taxa básica de juros – tiveram participação de 40,4% nas vendas, enquanto os prefixados – com juros definidos no momento da emissão – representaram 16,2%.

Os títulos vinculados à inflação têm atraído os investidores por causa da expectativa de alta da inflação oficial nos próximos meses. O interesse por papéis vinculados aos juros básicos também é justificado pelo alto nível da Selic. A taxa, utilizada para conter a inflação, está em 12,25% ao ano e pode ser elevada a 14,25% ao ano até março de 2025, consolidando um ciclo de contração na política monetária. Com a expectativa de novas altas, esses papéis continuam atrativos.

O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 150,8 bilhões no fim de novembro, com aumento de 2,5%, na comparação com o mês anterior (R$ 147 bilhões), e de 19,5% em relação a novembro do ano passado (R$ 126,2 bilhões).

Investidores

Quanto ao número de investidores, 317.934 novos participantes cadastraram-se no programa no mês passado. O número de investidores atingiu 30.553.287, alta de 14,8% nos últimos 12 meses. O total de investidores ativos – com operações em aberto – chegou a 2.776.336, aumento de 13,6% em 12 meses. No mês, o acréscimo foi de 77.910 investidores ativos.

A procura do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas até R$ 5 mil, que corresponderam a 81,5% do total de 840.211 operações ocorridas em novembro. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 58,4%. O valor médio por operação foi de R$ 6.859,84.

Os investidores têm preferido papéis de curto prazo. As vendas de títulos com prazo de até cinco anos representaram 73,3%. Já aquelas com prazo de cinco a dez anos são 4,8% do total. Os papéis de mais de dez anos de prazo chegaram a 21,8% das vendas.

O balanço completo do Tesouro Direto está disponível na página do Tesouro Nacional na internet.

Fonte de recursos

O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas adquirissem títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa semestral para a B3, a bolsa de valores brasileira, que tem a custódia dos títulos.

Mais informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, os índices de inflação, o câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis prefixados.

Fonte: Agência Brasil

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Jornalismo de guerra contra Lula: 2025 começa com estranhíssima pesquisa Datafolha

Levantamento aponta suposto pessimismo dos brasileiros, que contrasta frontalmente com a pesquisa Radar Febraban divulgada poucos dias antes.

No primeiro dia de 2025, a Folha de S. Paulo destacou uma estranhíssima pesquisa realizada pelo Datafolha que revela um suposto pessimismo entre os brasileiros em relação à economia do país. Esse levantamento contrasta de maneira significativa com a pesquisa Radar Febraban, divulgada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) há apenas uma semana, que apresenta um panorama bastante otimista sobre o ano que se inicia.

De acordo com o Datafolha, o otimismo dos brasileiros com o Ano Novo caiu para 47%, o menor patamar desde 2020. Pela primeira vez em cinco levantamentos, menos da metade dos entrevistados acredita que a situação econômica da população melhorará no próximo ano. A pesquisa do Datafolha sugere uma visão negativa sobre a trajetória econômica do país, com 61% dos brasileiros acreditando que a economia está no caminho errado. Entre os entrevistados, apenas 32% veem a trajetória econômica como correta, e 6% não souberam responder.

Essa visão contrária pode ser interpretada dentro da lógica do “jornalismo de guerra” contra o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A pesquisa do Datafolha parece enfatizar aspectos negativos, enquanto outros indicadores apontam para uma realidade econômica mais favorável.

Em contraste, a pesquisa Radar Febraban, realizada pelo Ipespe e noticiada pela revista Veja, revela um cenário otimista entre os brasileiros. Segundo o levantamento, 75% dos entrevistados de todas as cinco regiões do país acreditam que suas vidas pessoais e familiares irão melhorar em 2025. Apenas 8% preveem uma piora na vida pessoal e familiar, um aumento de um ponto percentual em relação ao ano anterior.

O bom humor refletido na pesquisa Radar Febraban é atribuído ao crescimento econômico. Em 2023, a economia brasileira cresceu 3%, e espera-se um crescimento de mais de 3,5% em 2025, no segundo ano do terceiro mandato do presidente Lula. Além disso, 80% dos brasileiros avaliam que sua vida pessoal e familiar melhorou ou permaneceu igual em 2024. Em relação ao país como um todo, 68% acreditam que o Brasil irá melhorar ou permanecerá estável, e 66% afirmam que o país melhorou ou manteve-se igual em relação a 2023.

Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe, explicou que o viés positivo das famílias brasileiras se deve principalmente ao aumento do emprego. “O bom resultado é resultado de uma economia aquecida, que cresceu 3% em 2023, e deve crescer mais de 3,5% neste ano – o segundo do terceiro mandato do presidente Lula. A pesquisa também aponta que 80% dos brasileiros avaliam que sua vida pessoal e familiar melhorou ou permaneceu igual em 2024. Em relação ao país em 2025, 68% dos entrevistados acreditam que o Brasil irá melhorar como um todo ou ficará como está”, afirmou Lavareda. Ele acrescentou que os aspectos negativos estão relacionados às secas no país e ao aumento da taxa Selic, dos juros e da inflação.

A disparidade entre as duas pesquisas levanta questões sobre a percepção dos brasileiros em relação à economia e à atuação do governo. Enquanto o Datafolha aponta para um cenário de desconfiança e pessimismo, a Radar Febraban sugere que a maioria da população mantém uma visão positiva, impulsionada por indicadores econômicos favoráveis. Os números da economia parecem justificar mais os resultados do Ipespe do que do Datafolha.

*Redação 247

 

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Política

Gustavo Lima, Gentili, Marçal, Bananinha, Tarcísio, Moro, Dólar e o Pneu. É isso que a direita tem para disputar com Lula em 2026

Martelada diuturnamente no imaginário popular, como se fosse uma novela, desde o incidente que levou Lula a uma internação há um mês, a mídia mantem uma cadencia com o pé direito no bombo, como se fosse um grande timming político para colocar em xeque a candidatura de Lula para a presidência em 2026

Lógico que além do ferimento na cabeça, que produziu especulações dos Mervais, a mídia também não fez outra coisa senão vender um Brasil à beira do barranco.

Os juros pornográficos do BC de Campos Neto e a especulação do dólar usados como arma de guerra contra o governo, mas também contra os pobres, estalaram os dedos para a sanha dos aventureiros de direita pra disputa da cadeira presidencial.
Aí, tem de tudo.

A coisa vai, via redes e mídia, de Gustavo Lima a Danilo Gentile, dos extraterrestres bolsonarista ao próprio pneu adorado pelos mesmos “patriotas”.

Chega-se a comentar nas bocas malditas, que até aquela triste figura chamada Cassia Kis, armou um escândalo moralistóide contra duas meninas que estavam de biquine na parte superior dentro do supermercado, pra se cacifar para o mesmo pleito.

A extrema direita aumentou seu tom de voz nos últimos anos, mas mostra uma fragilidade pasmosa na hora de escolher seus representantes para a disputa a cadeira presidencial

É só olhar as três ultimas bestas do balão que representaram o rebanho verde e amarelo. Aécio, Temer e Bolsonaro. Três patifes corruptos comprovados que estiveram envolvidos em casos macabros de corrupção e roubos.

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‘Estratégia é vitimizar os ricos do agro e ludibriar os pobres’, diz Roncaglia sobre Gusttavo Lima

Economista desmentiu falas do cantor – que se lançou à Presidência – sobre carga tributária do agro e poder de compra dos mais pobres.

O cantor sertanejo Gusttavo Lima anunciou sua intenção de disputar a Presidência da República em 2026, em entrevista ao portal Metrópoles. Conhecido por apoiar Jair Bolsonaro (PL), ele afirmou que quer “desburocratizar o país” e unir os brasileiros. Em meio ao anúncio, o cantor gerou polêmica ao afirmar que “os pobres estão sem poder de compra” e que o agronegócio “não aguenta mais pagar impostos”.

A declaração de Lima foi desmentida pelo economista e diretor-executivo do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI), André Roncaglia, que usou a rede X (antigo Twitter) para rebater as falas do sertanejo. Roncaglia chamou o anúncio de candidatura de “balão de ensaio” e disse que a estratégia da direita é “vitimizar os ricos do agro, beneficiados com privilégios fiscais, e ludibriar os pobres com uma agenda que agrava a penúria destes”.

Crescimento da renda no governo Lula – Roncaglia apresentou dados que contradizem a fala de Gusttavo Lima sobre a perda de poder de compra dos mais pobres. Segundo ele, no governo de Jair Bolsonaro, os mais pobres enfrentaram perda de renda real em 11 dos 16 trimestres analisados, enquanto no governo Lula, a perda ocorreu em apenas um dos sete trimestres até o momento.

“A massa salarial está crescendo fortemente com base no aumento do emprego formal e em políticas sociais reforçadas, além de uma política industrial mais efetiva”, destacou o economista, mencionando ainda o papel do BNDES e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na retomada dos investimentos.

Tributação do agro – Outro ponto refutado por Roncaglia foi a afirmação de Gusttavo Lima de que o agronegócio não suporta mais a carga tributária. O economista explicou que a agropecuária, em especial, paga muito pouco imposto no Brasil e foi beneficiada com alíquotas especiais na reforma tributária. Se há uma parte sobretributada, é a indústria, não o agro, afirmou.

Desafios à frente – Embora reconheça os avanços no governo Lula, Roncaglia pontuou que ainda há desafios, como controlar a inflação, conter gastos excessivos e ampliar os investimentos públicos sem comprometer a qualidade e o acesso às políticas sociais. Ele defendeu uma maior tributação sobre os mais ricos para garantir equilíbrio fiscal e sustentar a agenda de desenvolvimento.

Imagem

As falas de Gusttavo Lima, na imagem, permitem-nos expor alguns dados dos governos Lula 3 e Bolsonaro, como contexto. A estratégia é padrão: vitimiza os ricos do agro, beneficiados com privilégios fiscais e ludibria os pobres, com uma agenda que agrava a penúria destes. (André Roncáglia)

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“Tem gente que não entendeu ainda o que nós passamos. E o perigo de isso ressurgir”, alerta Moraes sobre 8 de janeiro

Ministro fez um balanço da intentona golpista durante encontro com representantes do Movimento Delegados pela Democracia (MDD), em dezembro.

ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, recebeu uma delegação de oito integrantes do Movimento Delegados pela Democracia (MDD) em dezembro de 2024, em seu gabinete. Os delegados homenagearam o magistrado por sua “coragem” na defesa das instituições democráticas durante os últimos anos. Durante o encontro, segundo Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Moraes fez declarações contundentes sobre os perigos que rondaram a democracia brasileira em 2022, destacando que muitas instituições ainda não compreenderam plenamente a gravidade do momento vivido pelo país.

Moraes destacou a “histeria coletiva” que tomou conta de parte da sociedade, citando episódios de bolsonaristas cantando o hino nacional para pneus e acreditando em notícias falsas, incluindo boatos de que ele próprio havia sido preso. O magistrado alertou para a continuidade de uma ameaça latente: “Tanto na polícia quanto no Ministério Público e no Judiciário, tem gente que não entendeu ainda o que nós passamos. E o perigo de isso ressurgir”, afirmou.

Durante a conversa, Moraes reforçou a necessidade de reflexão sobre o papel das instituições em regimes autoritários. “Polícia, na ditadura, não é polícia. É braço armado do ditador. Ministério Público, Judiciário, na ditadura, não têm independência nenhuma, autonomia nenhuma. Também são os braços jurídicos” do autoritarismo, alertou.

As declarações de Moraes ocorreram pouco antes da prisão do general Walter Braga Netto, acusado de tentar obstruir investigações sobre a tentativa de golpe de Estado e de envolvimento em planos para impedir a posse do presidente Lula (PT). Braga Netto, que foi um dos principais nomes do governo Jair Bolsonaro (PL), tornou-se o primeiro general quatro estrelas a ser preso no Brasil desde a redemocratização.

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Gusttavo Lima: nem sim, nem não, muito pelo contrario.

Gusttavo Lima está propondo ser o candidato boa praça.
Nem direita, nem esquerda. Mas de direita e de esquerda.

Sem inimigos, só amigos. Sem oposição, só situação.
Isso certamente comoverá profundamente o eleitorado.

Seria um presidente a favor de tudo.
Não precisa nem de programa de governo.

Todas as águas, de forma civlizada, correrão para o mesmo lugar.

A história toda seria uma “Teia de Penélope”

Em seus devaneios na entrevista que deu a Cajuru, Gustavo Lima disse que antes de morar em castelos, comeu o pão que o diabo amassou.

Tanto que perdeu três dentes.

Por isso, quer governar pra quem tem palácios e quem não tem teto de maneira igual e assim acha que pode unir ricos e pobres na Sapucaí no primeiro desfile carnavalesco após sua posse.

Sim, dando uma decalcada em Pablo Marçal, dará o pulo do gato pra todos os pobres serem coroados como empreendedores milionários como ele.

Um programa de gênio.