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Agente da PF, em áudio, diz que ‘estavam com Moraes na mira para atirar’

Material faz parte do inquérito dos 40 indiciados pela trama golpista para impedir a posse de Lula.

Em um áudio encontrado pela Polícia Federal, o agente da PF Wladimir Soares cita o plano de morte contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após as eleições de 2022. O material faz parte do inquérito dos 40 indiciados pela trama golpista para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No áudio, o agente da PF diz a colegas que “estavam com Moraes na mira para atirar”. Nas mensagens, Soares também afirma qual armamento seria usado, segundo informações do jornalista Elijonas Maia, da “CNN Brasil”, confirmadas pelo ICL Notícias. O material está sob sigilo judicial.

O agente da PF Wladimir Soares foi preso em novembro do ano passado sob a acusação de ter se infiltrado na segurança de Lula, então presidente eleito, para repassar informações sensíveis ao grupo investigado. A prisão foi autorizada pelo STF.

Investigações da PF
As investigações da Polícia Federal apontam que Wladimir Soares forneceu detalhes estratégicos sobre o esquema de segurança de Lula, como parte de um plano para matar o presidente.

A operação Contragolpe da PF desvendou um plano para que, dentro da trama golpista, o ministro Moraes, Lula, e seu vice, Geraldo Alckmin, fossem “neutralizados” por militares das Forças Especiais do Exército, segundo a PF. Quatro militares e Wladimir Soares foram presos.

De acordo com a PF, o grupo teria militares em frente ao prédio onde o ministro morava, à época, na Asa Sul de Brasília, “de prontidão para o ato”. A análise completa desse e de outros áudios será enviada pela PF ao Supremo em relatório complementar.

A defesa do agente da PF citado disse à “CNN Brasil” que ainda não teve acesso a todos os áudios do caso.

*CNN

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Vídeo: Jefferson e agente da PF conversam amigavelmente após tiros e granadas

Um vídeo que circula por grupos policiais na noite deste domingo (23) mostra o ex-deputado federal Roberto Jefferson, que atirou com um fuzil e jogou três granadas contra agentes federais que cumpriam uma ordem de prisão contra ele, dialogando amigavelmente com outros servidores da PF, ainda em sua casa, no município fluminense de Comendador Levy Gasparian, e sendo tratado como “o dono da razão”.

No diálogo, no qual o extremista ainda se vangloria e diz ao policial que “eles não tinham como me pegar”, tirando sarro dos agentes, que estaria “sem colete, de peito nu”, Jefferson diz que não atirou para matar e que usou seu fuzil para dispersá-los, e que se alguém foi ferido, foi “no rescaldo”.

*Com Forum

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