Os restos mortais do bolsonarismo não poderiam ter imagem mais melancólica.
Uma samambaia amarelada carregada de fungos e outras pragas.
Nem para figuração o troço serviu. Babou geral.
Um fenômeno de público às avessas.
Natural, pois, a essa altura dos acontecimentos, o gado já procura outras praças pra pastar.
Uma manifestação emboracada. Um choque de ventos contrários.
Bolsonaro já fala conformado que vai entrar um rolete de fumo no seu sonho de anistia.
Bolsonaro, hoje, não passa de um duendezinho político., um caco da bomba que prometeu explodir em Copacabana.
A impressão auditiva foi um pum. Um peidinho.
Nem Gustavo Gayer foi.