Que a direita bolsonarista fala para burro, não há qualquer dúvida, é só ter um microfone aberto para que, em segundos, o político da direita bolsonarista, com seus glúteos, gere um andaço mental.
Não foi sem motivos que o aliado, Estadão, jogou a toalha e chutou o pau da barraca, depois do discurso de Flavio no evento da extrema direita nos EUA, em que ofereceu a cabeça dos brasileiros na bandeja para Trump no caso das terras raras, logo após a fracassada campanha do clã Bolsonaro para a Casa Branca enfiar no Brasil uma tarifa do tamanho de um cometa.
Isso, sem falar no funk do orangotango que algum infeliz da campanha de Flavio mandou ele dançar, somado à idiotice de dizer que votou a favor do PL da misoginia por culpa do PT.
Os produtos que sairam disso, projetados na cabeça oca de algum reaça da extrema direita, foram nitroglicerina pura na campanha de Flavio, que apanhou mais do que no escândalo da rachadinha, deixando brochas os entusiastas do dinheiro grosso com suas performances.
Caiado não deixou por menos, e o resultado de sua falação sem qualquer filtro de coerência, deixou claro que, no Brasil, a direita não sabe sair jogando com a bola dominada, ou tropeça na redonda ou chuta para onde o nariz aponta, o que acaba recocheteando concretamente nas próprias cabeças ocas de sua torcida na arquibancada.
O sujeito abre o verbo com uma diarreia verborrágica automática, mostrando que a burrice não tem fronteiras e língua vira chicote da bunda.
Ora, como o camarada fabrica memes quase numa mesma fala, quando diz que, a primeira coisa que fará, caso eleito, é dar anistia a um golpista, com planos assassinos contra o presidente da República, o vice e um ministro do STF, para, no traque seguinte, dizer que é um apaixonado pela democriacia.
Isso é muito mais do que uma ironia pesada, muitas vezes pior do que uma batatada grosseira, ao estilo Deus, pátria e família.
Caiado, tentando dar ênfase a um suposto mérito individual, sentiu-se livre para dizer bobagens e desdizer na frase seguinte, quando diz que é totalmente a favor da ciência no momento seguinte em afirma que, se eleito, liertará o genocida.
Sejamos francos, isso não vem de agora, na era de FHC, em defesa do boquirroto neoliberal, a direita comemorava a liderança de um “intelectual’ quando o próprio fala “esqueçam tudo o que eu disse”, numa forte redução de sua própria biografia.
Por isso, não tem saída, a frase clássica, quando a direita abre a boca, solta seu intestino, numa tempestade de fezes, o conteúdo é daí para pior. O debate não alcança um mísero milímetro e as metáforas de banhero já nascem prontas.
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