16 de julho de 2020
  • 11:13 Gilmar Mendes alertou Bolsonaro sobre o risco que corre de parar no Tribunal Internacional de Haia
  • 09:50 De mito a camundongo: Gilmar Mendes expôs a fragilidade política de Bolsonaro
  • 19:52 Entenda o relatório que acusa os EUA de cooperação ilegal na Lava Jato
  • 18:21 Em vídeo, Felipe Neto diz para o NYT que Bolsonaro é o pior presidente do mundo no combate à Covid-19
  • 15:58 Gilmar pôs um pedregulho no coturno dos militares e ficou mais cara a relação incestuosa entre Forças Armadas e governo

Uma semana após os gigantescos protestos contra os cortes, o governo decidiu usar recursos da reserva orçamentária para desbloquear uma pequena parte do dinheiro destinado à Educação; rombo na área, no entanto, ainda é grand.

Uma semana após os protestos que levaram mais de 3 milhões de pessoas às ruas em todo o Brasil contra o corte de 30% nas verbas para a Educação, o governo federal decidiu liberar parte dos recursos para a área com dinheiro da reserva orçamentária. O anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira (22).

Ao todo, o Ministério da Economia vai usar R$ 3,81 bilhões das reservas: R$ 56 milhões para o Ministério do Meio Ambiente e R$ 1,587 bilhão para o Ministério da Educação.

A maior parte do orçamento destinado à Educação, no entanto, continuará bloqueado e afetando diretamente o funcionamento de universidades e institutos federais, já que o corte – chamado pelo governo de “contingenciamento” – anunciado em março foi de de R$ 5,839 bilhões. Ou seja, os R$ 1,587 bilhão que serão retirados da reserva não representam nem metade do orçamento que a área deveria contar.

Ao todo, o governo congelou R$ 29,582 bilhões das despesas previstas para o ano.

 

 

 

 

 

*Com informações da Forum

Celeste Silveira

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: