16 de setembro de 2021
  • 20:03 Datafolha: Rejeição de evangélicos a Bolsonaro cresce e chega a 41%
  • 19:18 Vídeo: Zé Dirceu e Mourão convergem num ponto, garantir a posse de Lula, caso seja eleito
  • 18:57 Estudantes, gays, jovens e negros são os que mais rejeitam Bolsonaro
  • 17:25 Datafolha: Reprovação de Bolsonaro bate novo recorde
  • 16:39 Como Bolsonaro é sinônimo de crise e resultados de pesquisas só pioram, XP muda data de divulgação

Os procuradores da força-tarefa, envolvidos em escândalos de ilícitos na operação Lava Jato, além de continuarem impunemente em seus cargos, estão livres de qualquer investigação.

E para completar, agora chegamos a um ponto em que esses procuradores, assomados por um sentimento de proteção das instituições e de impunidade, se dão ao luxo de comunicar, por meio de nota oficial da repartição pública da qual deveriam ter sido afastados há pelo menos 10 dias, que estão destruindo provas que os incriminam.

“os procuradores descontinuaram o uso e desativaram as contas do aplicativo ‘Telegram’ nos celulares, com a exclusão do histórico de mensagens tanto no celular como na nuvem. Houve reativação de contas para evitar sequestros de identidade virtual, o que não resgata o histórico de conversas excluídas”.

Em português claro, excluir “mensagens tanto no celular como na nuvem” e não resgatar “o histórico de conversas excluídas” significa apagar e eliminar, talvez para sempre e de modo dificilmente recuperável, o conteúdo probatório que estava armazenado nos celulares funcionais dos procuradores ou em depósito virtual [na “nuvem”].

A destruição de documentos públicos armazenados em celulares funcionais é mais um ardil dos procuradores na luta desesperada de sobrevivência e na guerra contra a verdade.

Ficarão impunes?

Celeste Silveira

Produtora cultural

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: