22 de setembro de 2021
  • 22:24 Ministro da Saúde Marcelo Queiroga testa positivo para Covid-19
  • 18:59 Vídeo: Bolsonaro, na ONU, fez seu discurso de despedida da presidência da República
  • 18:32 O mundo todo diz que a ONU deveria ter queimado o púlpito depois da fala de Bolsonaro pelo seu grau de radiação
  • 16:46 Depois de mentir na ONU, Bolsonaro, em cima da hora, desmarca entrevista e vai embora
  • 14:43 Jair Renan será denunciado por ameaças contra a CPI da Covid

A guerra virtual produzida pela direita tem orgulho de apresentar o novo Véio da Havan, Marcelo Tas, o jornalista multiuso da direita nacional.

O padrinho de Danilo Gentili funciona como uma espécie de Alexandre Garcia para o bolsonarismo, soprando bobagens, inutilidades de natureza tosca à procura de um lugar ao sol nas mesinhas que alimentam a mídia do submundo.

Em dois momentos empolgantes, no programa Pânico e no site Antagonista, com rapapés lisonjeiros aos dois veículos chapa branquíssima, o ex-empresário do CQC vem produzindo, de forma ensaboada e escorregadia, como é da sua personalidade, quitutes reacionários para agradar à gleba morobolsonarista, para se tornar uma nova excelência num mundo da carne fresca do atual governo.

O mote de Tas é trazer uma visão tosca do trabalho de Glenn Greenwald. O esforço do novo Véio da Havan é alimentar de paspalhices “jornalísticas” o novo universo dos imbecis e, com isso, concentrar fogo nos vazamentos do Intercept, com a balela requentada de que não está criticando o trabalho do jornalista e, muito menos sendo agressivo com ele, mas sorridentemente, o hipócrita diz ser contra o que ele classifica como jornalismo João Kleber ou uma série da Netflix.

Tas faz um picadão de bobagens e, muito criticado em seu twitter, não esconde o gabola cabotinista, intoxicado por uma vaidade rara, mesmo querendo bancar o leitoso.

O fato é que Marcelo Tas, afeito ao governo Bolsonaro e a reboque, às práticas de Moro, faz sua reflexão infantil cheia de falsa moralidade jornalística para cair nos braços do bolsonarismo e nas graças do próprio Bolsonaro e de Moro.

Como se dizia antigamente, a vaidade é uma cena morta, filha da aflição do espírito.

 

*Por Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

Produtora cultural

RELATED ARTICLES

1 COMMENTS

  1. Pingback: Fascismo Cordial: Marcelo Tas, O Novo Véio Da Havan. Por Carlos Henrique Machado Freitas | Poliarquia >
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: