13 de junho de 2021
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Terminou com quatro blocos ‘encalhados’ o leilão de cinco áreas de exploração de petróleo no pré-sal realizado nesta quinta-feira (7) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A Petrobras, em consórcio com a chinesa CNODC, apresentou a única oferta do leilão, e arrematou o bloco de Aram, na Bacia de Santos – o mais caro entre o oferecidos.

Com o resultado, a arrecadação da 6ª Rodada de Partilha de Produção, que poderia chegar a R$ 7,85 bilhões, ficou em R$ 5,05 bilhões – 64,3% do total esperado. Ficaram sem interessados os blocos de Bumerangue, Cruzeiro do Sul, Sudoeste de Sagitário e Norte de Brava, que tinham bônus de assinatura menores.

De cinco áreas ofertadas, quatro encalharam!

o governo Bolsonaro planejava entregar por R$ 106 bilhões reservas avaliadas em mais de R$ 3 trilhões.

Ao invés disso, o governo arrecadou pouco menos de dois terços do valor planejado: R$ 69,96 bilhões.

Segundo o respeitado Wall Street Journal, o Brasil deu uma “festa do petróleo”, mas ninguém apareceu!

Nesta quinta-feira 7/XI a Agência Nacional do Petróleo realizou um novo leilão de blocos do pré-sal na Bacia de Santos.

Das cinco áreas ofertadas, entretanto, apenas uma foi vendida: a Petrobras, em consórcio com a estatal chinesa CNODC apresentou a única oferta de todo o leilão e arrematou o bloco de Aram, na Bacia de Santos.

Os outros quatro blocos – Bumerangue, Cruzeiro do Sul, Sudoeste de Sagitário e Norte de Brava – ficaram sem interessados.

Encalharam!

Assim, o Governo Federal arrecadou R$ 5,05 bilhões dos R$ 7,85 bilhões que esperava ganhar – novamente, pouco menos de dois terços do valor planejado.

Essa sequência de fracassos significa, portanto, que o governo Bolsonaro irá desistir da privataria ampla, geral e irrestrita da Petrobras?

Pelo contrário, amigo navegante!

De acordo com o almirante Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia, “as áreas que não foram arrematadas continuam aí e eu acredito que num futuro, que nós esperamos que seja próximo, essas áreas (…) voltem a ser licitadas”.

Para isso, o governo Bolsonaro irá afrouxar ainda mais as regras dos leilões – atraindo, assim, as gigantes estrangeiras, como ExxonMobil, Shell, BP e Chevron: “nós inclusive já apresentamos ao Congresso Nacional algumas informações de que é o nosso entendimento de que a gente pode melhorar esse regime de exploração do petróleo no Brasil”, disse o almirante-ministro.

E assim, o governo Bolsonaro, para alívio do povo brasileiro, segue amargando derrotas com a entrega da maior riqueza brasileira.

A conferir.

 

 

*Com informações do DCM e Conversa Afiada

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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