24 de setembro de 2020
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Jornal cita crise da pandemia do coronavírus, crise econômica e até a legitimidade das eleições como situações menosprezadas por Jair Bolsonaro como “criações da imprensa”.

“Já é possível dizer que a grande crise que o Brasil enfrenta não é a economia travada ou a ameaça do coronavírus; a verdadeira crise é não ter governo quando ele é mais necessário”, diz editoral do Estado de S.Paulo deste domingo (15), em duras críticas ao governo de Jair Bolsonaro.

“A crise do coronavírus é concreta, não uma “fantasia” criada pela “grande mídia”, como disse o presidente Jair Bolsonaro. Preocupa sobremaneira que o governo brasileiro, a julgar pelas declarações inconsequentes do presidente, esteja propenso a considerar a pandemia como sendo apenas uma “pequena crise”. Isso é “brincar com fogo””, continuou a publicação.

Na coluna Notas & Informações, o jornal descreve que é dessa forma que o governo Bolsonaro enfrenta as verdadeiras crises: “menospreza seus riscos e as considera criações da imprensa”. E continuou: “Tem sido assim também no trato da crise econômica: enquanto milhões de cidadãos continuam a enfrentar a dura realidade do desemprego graças ao crescimento pífio do PIB sob Bolsonaro, o governo tenta convencer o distinto público de que tudo vai bem.”

Nessa linha, o editorial aponta também que “enquanto trata problemas reais e graves como pouco relevantes, o presidente da República despende a energia que extrai de seu cargo com crises inventadas pela inesgotável imaginação dos bolsonaristas”, usando como exemplo “o mais recente delírio” ao dizer que a eleição de 2018 foi “fraudada”.

“Infelizmente, esse tem sido o padrão de comportamento do presidente Bolsonaro ante os inúmeros desafios que se lhe apresentam desde que tomou posse, e nada indica que será diferente até o final do mandato, especialmente à medida que fica mais clara a sua incapacidade de governar, qualquer que sejam as circunstâncias”, concluiu o jornal.

 

 

*Com informações do GGN

Celeste Silveira

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