19 de janeiro de 2021
  • 23:26 Só intervenção civil pode acabar com o Império da Mentira nas Forças Armadas
  • 19:55 Vídeo: Pazuello mente ao dizer que Saúde nunca indicou remédios contra a covid-19
  • 19:15 Globo fabrica uma falsa dicotomia entre Dória e Bolsonaro, dois picaretas neoliberais
  • 16:00 Pequisa XP/Ipespe: Despenca a aprovação de Bolsonaro
  • 15:16 Vídeo: O inferno do cachorro louco ainda nem começou, terá início na quarta-feira com a saída de Trump

O policial militar aposentado Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, recorreu à ajuda de dois delegados e um chefe de investigação da Polícia Civil para reabrir seu cassino clandestino localizado na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, e reaver 79 máquinas de caça-níquel que tinham sido apreendidas.

Mesmo de posse de um relatório conjunto da PF (Polícia Federal) e do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) que apontava Lessa como um dos donos da casa de jogatina, a Polícia Civil fluminense entregou à Justiça um inquérito sobre o caso indiciá-lo e sem ao menos interrogar os policiais militares responsáveis pela operação que fechou o lugar.

O relatório da PF e do MP-RJ consta nos autos do inquérito do Caso Marielle, desde março de 2019, quando Lessa foi preso e teve o celular apreendido. O documento traz mensagens de aplicativo WhatsApp trocadas pelo policial militar aposentado, seus comparsas e policiais civis que deveriam investigá-lo

 

*Com informações do Uol

 

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: