25 de setembro de 2021
  • 22:15 Alexandre Garcia é demitido da CNN
  • 19:48 Vídeo: Fake news da Jovem Pan provoca revolta ao relacionar morte de jovem à vacina pfizer
  • 18:29 Alexandre Garcia, o idiota precoce da CNN
  • 16:09 Vídeo: Alexandre Garcia é vergonhosamente desmentido ao vivo pela CNN
  • 14:48 Em liminar, Barroso proíbe entrada de missões religiosas em terras indígenas

O policial militar aposentado Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, recorreu à ajuda de dois delegados e um chefe de investigação da Polícia Civil para reabrir seu cassino clandestino localizado na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, e reaver 79 máquinas de caça-níquel que tinham sido apreendidas.

Mesmo de posse de um relatório conjunto da PF (Polícia Federal) e do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) que apontava Lessa como um dos donos da casa de jogatina, a Polícia Civil fluminense entregou à Justiça um inquérito sobre o caso indiciá-lo e sem ao menos interrogar os policiais militares responsáveis pela operação que fechou o lugar.

O relatório da PF e do MP-RJ consta nos autos do inquérito do Caso Marielle, desde março de 2019, quando Lessa foi preso e teve o celular apreendido. O documento traz mensagens de aplicativo WhatsApp trocadas pelo policial militar aposentado, seus comparsas e policiais civis que deveriam investigá-lo

 

*Com informações do Uol

 

Celeste Silveira

Produtora cultural

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: