17 de janeiro de 2021
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O que se viu nessas eleições para prefeito, principalmente na maior capital brasileira, São Paulo, foi a belíssima união das esquerdas, candidatos do PcdoB, Orlando Silva e do PT, Jilmar Tatto que abraçaram a candidatura de Boulos como se deles fosse, é impagável e nos dá esperança de uma união de forças para a eleição à presidência da República de 2022.

O segundo turno das eleições de 2020 pode ser visto, de certa forma, como um “ensaio geral” de uma coalizão de partidos de esquerda para as eleições gerais de 2022.

É o que disseram à BBC News Brasil os presidentes nacionais de PSOL, PC do B e do PDT, e o secretário-geral do PT.

Os dirigentes têm em mente as disputas em São Paulo (SP), Porto Alegre (RS) e Fortaleza (CE), onde Guilherme Boulos (PSOL), Manuela D’Ávila (PC do B) e José Sarto (PDT), respectivamente, chegaram ao segundo turno e conseguiram aglutinar o apoio dos principais partidos de esquerda.

Siglas deste campo político estão representadas em 27 das 57 cidades nas quais haverá segundo turno neste domingo (29). O número representa 47% do total.

*Da redação

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Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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