24 de julho de 2021
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Quando Ubirany ousou aproximar ainda mais os terreiros dos palcos com seu inédito repique de mão, ele incendiou o país.

A memória afetiva que cada brasileiro carrega consigo foi despertada e contagiou cada canto desse país que tem no tambor seu centro de gravidade cultural.

Uma nova chama da ancestralidade foi acesa nos espaços institucionais e todos os elementos sensoriais e emocionais que estavam guardados no coração do povo explodiram em repiques dos mais variados e ricamente criativos.

A batida de Ubirany está para o repique de mão, assim como a mão direita de Baden está para seu inigualável violão que encantou o planeta.

São gatilhos específicos, como os sons que aconteceram no passado da rica história musical do país, aos quais o maestro Camargo Guarnieri chamava de “Espírito do Tempo”, é quando uma geração passa para outra essa memória através de um fio de prata invisível.

Viva Ubirany! Viva o repique de mão! Viva o Fundo de Quintal!

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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