23 de janeiro de 2021
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“A gente recebeu uma carga ontem com seis isotanques, tinha 5 mil metros cúbicos de oxigênio. Nossa necessidade hoje é de 75 mil metros cúbicos”, disse o governador

governo Bolsonaro tentou ajudar na crise de abastecimento de oxigênio nos hospitais públicos da capital em plena pandemia de coronavírus. Mas o Ministério da Saúde enviou, até agora, apenas 6,6% do volume de oxigênio que a cidade precisa para impedir que pessoas morram por asfixia.

“A gente recebeu uma carga ontem com seis isotanques, tinha 5 mil metros cúbicos de oxigênio. Nossa necessidade hoje é de 75 mil metros cúbicos [por dia]”, disse o governador. Na primeira onda da pandemia, Manaus consumia até 30 mil metros cúbicos por dia.

Por isso Manaus terá de importar oxigênio da Venezuela para aplacar crise em hospitais. A estratégia foi confirmada pela própria fornecedora de oxigênio para os hospitais da capital, a White Martins, que já não dá conta da demanda atual.

A empresa alega que não tem capacidade de produzir o volume necessário demandado pela cidade, que enfrenta uma segunda onda da pandemia, porque faltam insumos. A demanda por oxigênio hospitalar aumentou em cinco vezes nos últimos 15 dias, alcançando um volume três vezes maior do que a capacidade de fornecimento da empresa

A White Martins já identificou a disponibilidade de oxigênio em suas operações na Venezuela e neste momento está atuando para viabilizar a importação do produto para a região”, escreveu a fornecedora em comunicado divulgado nesta quinta.

Balbúrdia logística

Nesta quinta, Manaus pediu ajuda à embaixada dos Estados Unidos para conseguir um avião para transportar o oxigênio obtido em outros locais. Isto porque o avião cedido pela Força Aérea Brasileira está passando por manutenção.

*Com informações do GGN

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Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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