14 de maio de 2021
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Depois de ser bombardeado por todos os flancos, Moro foi abatido e está politicamente morto.

Não sobrou nada da Lava Jato além de um saudosismo romântico do ex-BBB jurídico pelos Mervais da grande mídia.

Para quem se dedicou a fazer um jornalismo calcado na farsa lavajatista, como é o caso de Merval Pereira, acabar a República de Curitiba de forma tão melancólica, é decretar a própria falência de quem armou barraca em cima da lama.

Merval apostou todas a fixas, como a imensa maior parte dos jornalistas da grande mídia, que a Lava Jato era encantada e que nada quebraria o arrebatamento popular que ganhou as ruas, bares, lares e esquinas pelos arroubos heroicos do chacal curitibano.

Mas Merval se enganou. Na verdade, deixou-se enganar. Era mais cômodo imaginar que não haveria resistência de uma grande parcela da sociedade que estava disposta a ir até o fim para desmascarar a farsa montada pelo califado curitibano, e assim foi feito.

Moro já foi declarado suspeito pelo Supremo Tribunal Federal e não há mais nada a se fazer para tentar salvá-lo depois que a barragem que o juiz corrupto tinha dentro do próprio aparelho de justiça se rompeu, e o mesmo se deu com própria imprensa, sobretudo a internacional.

Mas, então, por que Merval quer tentar manter as aparências de uma farsa que se encontra totalmente desacreditada como fez em artigo publicado no Globo de hoje?

Porque Merval quer ver se salva um cadiquinho de si mesmo.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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