Mês: abril 2021

Fabio Wajngarten, a farsa da facada 2

A ideia central das denúncias de Fabio Wajngarten à Veja é a mesma da facada de Adélio, mudou somente a estética pela simples defesa de Bolsonaro feita pelo genial ex-chefe da Secom, cheio de amabilidades no momento em que ele, do nada, às vésperas da CPI, resolve puxar a brasa a favor de Bolsonaro e com o apito na boca assinala que todas as atrocidades cometidas pelo ministério da Saúde foram uma ação deliberada de Pazuello.

Qual é o intuito de uma xaropada como essa do tamanho natural da farsa da facada de Adélio?

Para ficar mais bela e poética essa farsa, no mesmo dia da publicação da Veja, Bolsonaro blindou Pazuello e seu principal secretário com voz imperial do senhor das terras cabrálias. A isso se pode chamar de um clássico trash de uma farsa que tenta subornar a inteligência alheia.

E tanta asneira colossal encomendada pelo Palácio do Planalto que o escultor do trelelê estava mais preocupado em poupar Bolsonaro diante da opinião pública do que propriamente assinar a sentença de Pazuello.

Esse jogo supostamente de equilíbrio perfeito deixaria estática a CPI, pois a presepada joga a culpa em Pazuello, em última análise, e livra a cara de Bolsonaro dizendo, inclusive com detalhes, que não houve qualquer deslize do genocida, ao mesmo tempo em que, protegido pelo cargo, o general Pazuello não seria preso por estar blindado pelo figurino da Secretaria Geral do Exército.

Trocando em miúdos, Pazuello vira o aspone do alto escalão do governo com um padrão supremo que lhe dá foro privilegiado, pelo menos é isso que está bastante claro na saracoteada de Fabio Wajngarten no palco da Veja.

Se a Veja faz parte da farsa, ninguém sabe, mas também ninguém duvida, pois histórico pra isso é o que não falta na revistona, dependendo apenas de combinar o preço do repuxo cômico.

Uma coisa é certa, quem inventou de riscar esse caminho de boi com um conjunto de fios soltos, como foi a facada sem sangue e sem faca do Adélio, não possui talento suficiente para criar um enredo minimamente plausível.

Mas convenhamos, isso não deixa de ser um monte de capim para alimentar o cada vez mais restrito gado de Bolsonaro, pois só compra esse chulé como verdadeiro a assombrosa burrice dos bolsominions.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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MP pede que TCU determine afastamento de Salles e manutenção do orçamento do Meio Ambiente

De acordo com matéria de Guilherme Amado na Revista Época, o Ministério Público junto ao TCU pediu nesta sexta-feira que o tribunal determine, em decisão cautelar, que o governo afaste Ricardo Salles do cargo de ministro do Meio Ambiente e mantenha o orçamento da pasta.

Na solicitação, o subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado menciona uma série de acusações contra a gestão do governo em relação ao Meio Ambiente e diz que caberia a Salles a implementação da política ambiental no Brasil.

“Considerando que o referido ministro insiste em atuar de forma contrária ao nosso texto constitucional, entendo que não há como mantê-lo no cargo”, diz o subprocurador-geral.

Furtado também pede que o TCU apure se são viáveis as promessas feitas por Jair Bolsonaro na Cúpula de Líderes sobre o Clima, em que o presidente anunciou metas como neutralizar até 2050 a emissão de gases de efeito estufa e dobrar o orçamento de órgãos de fiscalização ambiental.

O subprocurador afirma que, pouco depois do discurso no presidente no evento, o governo federal cortou em R$ 240 milhões o orçamento do ministério, o que caracterizaria como “estapafúrdia” a diferença entre o discurso e a ação do governo.

“Questiono como pode em um dia o governo defender que irá reduzir o desmatamento ilegal e as emissões de gases poluentes; e no outro dia, cortar o orçamento do meio ambiente. Estamos vivendo de aparência?”, pergunta.

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Viva o dia nacional do Choro! Viva Pixinguinha!

Viva São Jorge! Viva Ogum!

No Dia Nacional do Choro que, como bem disse Sivuca, “O Choro está para a música brasileira como o latim está para o português”, o blog Antropofagista homenageia com uma composição minha “Canto dos Quilombos”, do meu trabalho Vale dos Tambores, a mais rica e antropofágica música do planeta, o Choro, que é comemorado hoje em homenagem ao aniversário do gênio Pixinguinha, o filho de Ogum Bexiguento.

Participo desta música executando o solo de bandolim.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Ontem, junto com derrocada de Moro, o STF soprou e derrubou a casa dos três porquinhos do TRF4

Se Moro se pegava em seu combinado com os desembargadores do TRF4, Gebran Neto, Leandro Paulsen e Thompson Flores, os três porquinhos que condenaram Lula foram tratorados pelo STF junto com Moro.

Não ficou pedra sobre pedra. A farsa inteira foi ao chão.

Aquele circo armado ao vivo na GloboNews com os três sabujos de Moro, que resultou no aumento da pena de Lula para 12 anos na farsa do triplex, caiu no mesmo ridículo de Moro no STF.

Na verdade, essas figuras nem foram levadas em conta porque até o mundo mineral sabia de que se tratava de jogo casado entre os servis desembargadores e Moro.

A corte nem deu ouvidos a essa mãozinha que Moro recebeu dos “salvadores da pátria” do TRF4. Na verdade, todos sabiam que esse tribunal essa mera peça da farsa montada pelo ídolo heroico de Curitiba que coroaram-se na apoteose midiática que resultou no aumento da pena de Lula para que o castelo de cartas de Moro ganhasse cores de veracidade. Tudo isso foi ao chão na prova final de Moro no STF.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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No pior da pandemia, governo Bolsonaro corta R$ 2,2 bilhões da saúde

Não há mais o que piorar na saúde brasileira, mas vai piorar.

“Grande parte disso não afeta diretamente a Covid-19”, afirmou o secretário Especial de Relações Governamentais da Casa Civil, Bruno César.

Segundo matéria publicada no Metrópoles, diante da pior fase da pandemia de Covid-19 no país, o governo vetou R$ 2,2 bilhões do Ministério da Saúde, de um total de R$ 19,8 bilhões em gastos barrados por Jair Bolsonaro no Orçamento 2021. Sancionado na quinta-feira (22/4), após semanas de embate entre o Executivo e o Congresso, foi selado o acordo com bloqueio adicional de R$ 9,3 bilhões em despesas discricionárias, que podem ser liberadas no decorrer deste ano.

O bloqueio a despesas relacionadas à Saúde impactarão diversos programas, como adequação de sistemas tecnológicos, manutenção de serviços laboratoriais, assistência farmacêutica, ações de pesquisa e desenvolvimento, e construções de sedes regionais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Em entrevista coletiva à imprensa nesta sexta-feira (23/4), para esclarecer detalhes sobre o Orçamento, o secretário Especial de Relações Governamentais da Casa Civil, Bruno César Grossi de Souza, disse que “ainda que tenha havido algum corte na Saúde, grande parte disso não afeta diretamente a Covid-19”.

“Se porventura isso acontecer, a gente ainda tem algum mecanismo de, ao longo do tempo, corrigir essa situação, dada a autorização na LDO para atendimento de demandas relacionadas à Covid-19 na Saúde, fora da questão da meta fiscal”, completou.

“Infelizmente, nesse momento, dada a composição que a gente precisou fazer de ajuste, alguns gastos da saúde também foram vetados ou retirados. Procuramos fazer isso de forma a afetar o mínimo possível, dentro do Ministério da Saúde e das ações ligadas diretamente ao combate à pandemia”, explicou o secretário.

Além da Saúde, as pastas que sofreram os maiores bloqueios foram da Educação (R$ 2,7 bilhões), Economia (R$ 1,4 bilhão) e Defesa (R$ 1,3 bilhão).

Somando todos os vetos, o Orçamento perdeu R$ 29,1 bilhões, em comparação com o projeto aprovado pelo Congresso, em março. O Executivo, entretanto, já encaminhou um projeto de lei para autorizar crédito suplementar estimado em R$ 19,8 bilhões, e, assim, repor os gastos cortados.

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Vídeo: O que diferencia um gênio político como Lula de um juiz medíocre como Moro

Um dos grandes problemas da Lava Jato foi a república de Curitiba criar um enredo horrivelmente medíocre, independente de bordar uma legenda indecente nas imagens que construía na mídia, a brutalidade da narrativa que dependia mais da máscara exótica do que da explicação, criou um modo inconfundível de contar porcamente uma mentira.

Essa mentira deveria virar uma espécie de esperanto na mídia.

Com o tempo, essas fartas provas que engrossaram a corrente da fraude judicial, absolutamente pobre de imaginação, enfrentaram uma saraivada de críticas contra o teatralismo pitoresco que definiria como fenômeno de mídia uma operação policial.

Com isso, a Lava Jato por si só transformou-se no único tribunal supremo, ela investigava, inventava o enredo, julgava, condenava e, sobretudo, publicizava como símbolo grandiloquente do combate à corrupção.

Estávamos diante de um juiz milagreiro que, agora, transformou-se numa fúnebre caricatura do que sonhava ser.

Do outro lado, estava Lula, a principal vítima de toda a trama que tinha origem na própria mídia em harmonia com a república de Curitiba, para mexer com os sentimentos da população e transformar Lula num eterno bandido.

O problema que começa a transformar o terreno de Moro em um campo alagadiço já se dá na própria estética oficial que aparece no interrogatório de Moro a Lula.

O temperamento de Lula deu unidade irretocável aos seus valores, enquanto do outro lado, um juiz inseguro, como é comum aos que têm vocação à mediocridade, viu-se sem rumo, ficando perceptível que quem estava da defensiva não era o acusado, mas o próprio juiz.

Não era de se estranhar, simplesmente porque Lula sabia quem ele era e Moro também sabia perfeitamente bem quem ele era, que dependia de um figurino de herói pintado pela mídia para sustentar toda a podridão que produziu para brincar de polícia e ladrão com quem não deu vírgula de brecha aos que o interrogaram.

Lógico que Lula, além de ser absolutamente inocente, estava fortalecido naquilo que interessa, sua consciência. Do outro lado, acontecia justamente o oposto. E é aí que entra a genialidade política de Lula e a mediocridade de Moro e dos procuradores.

A precisão das respostas, a inclinação do corpo, o tempo e a inversão do protagonismo mostraram claramente o abismo que separa um gênio político de um juiz miseravelmente medíocre.

Essa é apenas uma fração de um extenso exemplo do que ocorreu durante todo o processo da Lava Jato. E aqui se fala de um juiz que teve todos os holofotes e torcida da mídia e, do outro lado, toda uma campanha de execração pública contra Lula, mas que ainda assim, como já mostrava na campanha de 2018, Lula teria dado um baile político com os pés nas costas do minúsculo Moro.

O que o STF fez foi somente ratificar a gigantesca diferença entre um anão moral que se fantasiou de juiz e o maior gênio da política brasileira que se transformou numa das mais importantes, senão a maior liderança política da atualidade no planeta.

É isso que, inapelavelmente, a história contará.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Lula não apenas está liberado para ser candidato em 2022 como pode dizer que Moro foi parcial e suspeito. palavras do STF

“Lula não apenas está liberado para ser candidato em 2022 como pode dizer que Moro foi parcial e suspeito. palavras do STF”. (Mônica Bergamo)

Depois de denunciado pelo STF como juiz suspeito, ou seja, um juiz que corrompeu o próprio sistema de justiça para condenar Lula, o lavajatismo da mídia não tem outra alternativa, a não ser colocar a viola no saco, recolher as armas e desaparecer com Moro.

A fogueira da vaidade de Moro  foi apagada com um banho de água fria. As palestras que lhe renderam tanto dinheiro às custas da prisão de Lula, não mais existirão.

Aquele juiz que caçou Lula como quem fareja mel para alimentar a sua carreira política, lascou-se.

Na verdade, o STF fez uma espécie de acareação e, por maioria, chegou à conclusão de que Moro, sim, é que era o corrupto, porque agiu da forma mais primitiva que um delinquente age para direcionar toda a sua artilharia na mira de Lula. Tudo foi feito sem o menor requinte, aos solavancos e empurrões.

Aliás, o ornamento que Cármen Lúcia lhe enfiou pela cabeça para lhe taxar de juiz corrupto e ladrão está, sobretudo na condução coercitiva de Lula que deu a Moro acabamento de uma estátua de bronze para a mídia nativa.

Com isso, Moro foi de juiz imortal a rábula imoral.

Tanto Gilmar Mendes quanto Lewandowski espancaram a vulgaridade de Moro que, com certeza, promoverá pilhas de dissertações sobre uma lógica filosófica de direito que deve ser vista como o esgoto do esgoto.

Aquele Moro romanceado com visão de um juiz idealista, não teve nem como sair à francesa, foi desossado tanto por Gilmar quanto por Lewandowski diante de um Barroso tão imoral quanto seus pupilos numa defesa pela incivilização promovida pela república de Curitiba.

Na verdade, sem a menor necessidade, Barroso cometeu um suicídio se agarrando ao espírito lavajatista, reafirmando a existência de algo muito maior em termos de afeto entre Barroso e o lavajatismo. Por isso colocou-se de forma tão pequena, bem abaixo do medíocre, tendo que se despir daquele estilo e tom fictícios de príncipe das leis.

O fato é que, se Barroso ainda guardava algum brilho, ontem ele foi completamente apagado, teve que se subordinar à lei e não a uma imaterialização translúcida da lei à moda do chefe, revelando que ele é muito ruim de improviso, pois não acertou um golpe sequer em Lewandowski e, muito menos em Gilmar Mendes que lhe desferiu um cruzado fatal, “Vossa Excelência perdeu!”.

Ou seja, o cipó de aroeira comeu pra todo lado, provocando gargalhadas em quem estava sufocado de tanta injustiça e cinismo cometidos pelo complexo lavajatista durante seis anos de farsa de combate à corrupção.

Ora, Moro sim, desmoralizou o combate à corrupção, mostrou como, em nome da moral dos imorais, dependendo de sua parceria com a mídia, pode provocar o caos em um país, como a Lava jato provocou e foi muito bem descrito por Lewandowski.

O discurso de Barroso há muito estava vencido, o que ele fez no julgamento de ontem não foi defender o combate à corrupção, mas defender quem o esculhambou, em nome de uma causa política pessoal de um juiz suspeito que corrompeu, principalmente, além da própria lei, o termo “combate à corrupção”.

E é assim, como bem disse o deputado do Psol, Glauber Braga, que Moro vai entrar para a história, sacramentado pelo STF como um juiz corrupto e ladrão. Ponto.

Assista:

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Ver Merval e Vera Magalhães de ressaca depois da extraordinária vitória de Lula no STF, não tem preço

Ver Merval Pereira e Vera Magalhães de ressaca depois de se embriagarem de ódio contra Lula, não tem mesmo preço.

Ontem, no Jornal das 10, na GloboNews, deu pena de Merval.

O coitado estava murcho, varado, parecia que o Saci tinha lhe sugado todo o sangue.

O sujeito era um bode só.

Merval, em seu comentário, não falou, assoviou, gaguejou, tropeçou e empapou.

O imortal da Academia Brasileira de Letras, estava morto. Aprisionado em seu próprio mundinho, viu-se só com seus demônios e parecia ter visto um fantasma na rotação que a terra deu lhe trazendo a noite e as trevas.

Já Vera Magalhães, na tentativa de fugir dos pesadelos que teve com a vitória de Lula no STF, sim, aqui é bom abrir um parêntese, tanto Merval quanto Vera não ficaram chateados com a derrota massacrante e definitiva de Moro, que viu a Lava Jato receber o último prego do caixão da república de Curitiba, a ressaca moral de ambos está na vitória de Lula que provocou um profundo desconsolo nos dois.

A poça em que se encontram Vera e Merval está relacionada à vitória de Lula, por isso os dois, depois de tanto suar, ficaram murchos e com a caixola lenta e vazia.

Vera Magalhães não quer nem falar do assunto. Para ela, essa tragédia tirou qualquer possibilidade de justificar alguma coisa. O tranco foi forte e o repuxo, impactante tanto em Vera quanto em Merval, que não fizeram mais do que todo o tipo de molecagem jornalística para pintar Lula como o pior dos seres humanos e atazanar a vida do ex-presidente o máximo que podiam.

Depois do julgamento histórico, os dois nem se remexem no ninho tucano, tal a ressaca de ódio em que se encontram.

Trocando em miúdos, o efeito colateral que o triunfo de Lula no STF provocou em Vera e Merval, foi brutal, daqueles em que os ressaqueados não sabem nem se vale a pena viver.

Como Lula gosta de dizer: chupa que a cana é doce.

Carlos Henrique Machado Freitas

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STF: O corrupto era o juiz

Uma frase brilhante de Gilmar Mendes marcou o dia de hoje, quando ele decreta a derrota de Barroso: “Vossa Excelência perdeu!”

Isso, diante de um Barroso totalmente descontrolado que, a essa altura do campeonato, já havia perdido o prumo e estalado o verniz.

Seja como for, esse contraste, depois de tantas chatices proferidas pelo relator Fachin, revelou com precisão o sentimento da sociedade diante da charanga moralistoide de um Barroso, que muitos sabem, votou com o coração sem a menor cerimônia.

Sua corneta da guarda anticorrupção já havia sofrido, na mesma sessão, um banho de justiça vindo de Lewandowski que acabou fechando a boca de Barroso com algodão.

Não, não era ele que estava na berlinda, apenas quis manter a condição de fiador da farsa dentro de uma concepção totalmente corrompida que se organizou na ilegalidade aonde o grandioso Moro fez com que muita gente fechasse os olhos para a corrupção do próprio juiz, enquanto fazia labaredas acrobáticas como herói da Globo.

A ridícula defesa de Barroso não leva em conta o vazamento criminoso de Moro contra a presidência da República, muito menos o vazamento das conversas de Mariza Letícia com os filhos, menos ainda se posicionou sobre uma sentença dada ao juiz que não possuía uma única prova contra a sua vítima.

Barroso sequer falou da enorme vergonha de Moro tirar Lula da disputa eleitoral para Bolsonaro ser eleito e, consequentemente, ele ser ministro, que fará lembrar que é o próprio Moro que afirmou nunca ter dito que havia uma combinação entre Lula e a OAS para que o ex-presidente beneficiasse a empreiteira de Leo Pinheiro em troca de um triplex.

Ou seja, Barroso parece que quis disputar com Moro quem tem mais vergonha na cara, quem é mais vigarista, quem ajeitou a constituição para flechar seu inimigo político.

Por isso, não é somente Moro que sai totalmente queimado do julgamento de hoje pelo STF, sendo considerado suspeito, vigarista, mau-caráter e corrupto, mas quem deu a ele sustentação, como é o caso de Barroso, Fachin e Fux, mas sobretudo a Globo que tratou como herói o juiz mais corrupto da história do Brasil e considerado pela imprensa internacional o mais corrupto do mundo na atualidade, criando uma farsa judicial nunca vista na história.

Foi tudo isso que o STF viu para condenar Moro e dizer em alto e bom som que Lula é absolutamente inocente. Ponto.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Vídeo: Na Cúpula do Clima, Globo se associa a Bolsonaro para esconder os feitos do PT

A globo é capaz de tudo para prejudicar o PT e, consequentemente, Lula. Para tanto, Miriam Leitão foi capaz de criar um governo para Marina Silva, quando enalteceu os seus feitos enquanto ministra do Meio Ambiente do governo Lula, do PT. Mas jamais Miriam citaria Lula ou o PT, então ela deu a entender que quem governava o Brasil naquele período era Marina, aliás, a eterna candidata.

Miriam também citou o governo Temer como se tivesse feito um grande investimento na Amazônia, mas esqueceu de dizer que o golpista cortou pela metade o valor investido por Dilma. Nesse sentido, a Globo se associa a Bolsonaro para praticar o “tudo, menos o PT”.

Assista:

*Da redação

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