30 de setembro de 2021
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“Lula fazia o nosso dinheiro multiplicar”, esta foi a frase que ouvi ontem de uma funcionária de um supermercado.

Isso reflete perfeitamente o clima que já tomou conta do país pela volta de Lula, mas também a derrocada do governo Bolsonaro que, depois de mil dias de crise permanente, ninguém dá mais um tostão por ele.

Ao redor de Bolsonaro, seu rebanho vai ficando mais ralo, enquanto seus assessores e familiares, dentro e fora do governo, vão se vendo cada vez mais enrolados com a justiça.

Ou seja, todos aquelas tramas macabras saídas do laboratório do clã Bolsonaro, vão produzir um refluxo ainda mais amargo do que ele vive no momento em que a inflação está desmensurável, mas que o povo sente no bolso que ela rompeu há muito tempo a casa dos dois dígitos e, no caso dos alimentos, uma hiperinflação coloca uma faca na nuca da população que já vive o drama de ter que escolher entre pagar o aluguel ou comer, pagar a prestação ou comprar o feijão.

Segundo disse o próprio Bolsonaro, “nada está tão ruim que não possa piorar”

Esse é o sentimento coletivo mais forte no momento, que arrasta o povo para uma luta muitas vezes silenciosa pela volta de Lula, dando como certo que esta é a única chance do Brasil voltar a ser um país e que as camadas mais pobres da população voltem a sonhar como sonharam nos anos de governo Lula.

Bolsonaro é um pesadelo dos grandes, pior, não se tem ideia de quando vamos acordar antes da volta de Lula. Bolsonaro alimenta artificialmente as crises no Brasil, como se fosse uma solução de gênio para tentar encobrir a crise do dia anterior. Ele vive uma espécie de guerra futura.

Lula deixou um histórico na memória do povo que o próprio Bolsonaro acabou por reacender, com os seus ataques de forma diversa à vida da imensa maior parte da população brasileira. Então, o paralelo entre Lula e Bolsonaro é inevitável.

Na verdade, esse processo se precipitou, o que abala ainda mais o já combalido governo genocida que é responsável pela morte de 600 mil brasileiros por covid.

Há muita gente que votou em Bolsonaro que hoje está envergonhada diante de suas barbaridades e só não se sente mais pagã porque está migrando justamente para uma campanha pela volta de Lula.

Isso acontece com Lula não só censurado, mas também atacado pela grande mídia, numa guerrilha diária, já que ela não pode mais declarar guerra contra ele, não depois de tudo que ela promoveu de mal ao país com o seu antipetismo e antilulismo.

A mídia vai viver de escapismos, mantendo Lula num exílio de holofotes, enquanto tenta, como fez no primeiro programa “Debate” na GloboNews em que estimulou ataques a Lula pelas línguas dos seus adversários.

Mas tudo isso no universo brasileiro não tem qualquer efetividade, o que de fato decidirá a eleição de 2022 será a mesa dos brasileiros, o bolso dos trabalhadores e emprego para todos, que são marcas definitivas na biografia do ex-presidente Lula.

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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