Dia: 22 de dezembro de 2021

Petroleiros entram em estado de greve nacional contra a privatização da Petrobras

Deliberação foi aprovada por ampla maioria da categoria.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos filiados vão encerrar o ano de 2021 em estado de greve nacional, num protesto contra as ameaças que o governo federal vem fazendo sobre um possível plano de privatização da Petrobras. A deliberação foi aprovada pela ampla maioria da categoria petroleira, nas assembleias realizadas até esta quarta-feira (22), em todo o Brasil.

“Isso significa que, caso o presidente Jair Bolsonaro tenha a audácia de apresentar no Congresso Nacional o projeto de lei que prevê a venda da estatal, a realização de uma das mais fortes greves da história do setor já está sinalizada pelo setor”, garante o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, que prevê um movimento bem parecido com as duas maiores greves dos trabalhadores, em 1995 e 2020.

Bacelar garante que a FUP e seus sindicatos jamais vão aceitar calados o projeto de privatização. “A Petrobras está sendo esquartejada e, enquanto isso, o povo ainda paga preços exorbitantes pelos combustíveis”, afirma Bacelar.

O dirigente lembra que, no último dia 30, a Petrobras concluiu a venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, para o fundo Mubadala, por US$ 1,65 bilhão, “valor cerca de 50% inferior em comparação com os cálculos estimados pelo estudo do pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep)”. Também em 2021 foram assinados os contratos para venda da Refinaria Isaac Sabbá (REMAN), no Amazonas, e da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná. “Vamos responder à altura e faremos de tudo para proteger os ativos que ainda pertencem à estatal”, comenta o coordenador da FUP.

De acordo com levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), de março de 2015 até novembro de 2021, a Petrobras se desfez de 78 ativos, sendo 70 no Brasil e oito no exterior. Desse montante, 76% foram vendidos durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, com o total de R$ 152 bilhões. Alguns desses ativos tiveram o processo de venda iniciado no governo anterior (Michel Temer).

“Ainda assim, essas vendas refletem a disposição do atual governo de destruir a Petrobras, patrimônio dos brasileiros, a preço de banana”, lamenta Bacelar. Nos governos dos ex-presidentes Michel Temer e Dilma Rousseff, foram comprados da estatal, respectivamente, 15 ativos, por R$ 100 bilhões, e quatro, por R$ 9 bilhões. (A.I.)

*Com informações do Diário da Amazônia

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Bolsonaro nunca teve ideologia, apenas ambição, por isso detonou os três mais parecidos com ele: Dória, Witzel e Moro

Como bem disse Glenn Greenwald, no Roda Viva: “se Bolsonaro conseguiu ser presidente, qualquer um pode se aventurar”.

Foi isso que os três ex-aliados de Bolsonaro pensaram e, como gambá cheira gambá, Bolsonaro deu um jeito de se livrar dos três decalques dele.

Qual a ideologia de Witzel, Dória e Moro, alguém sabe?

Não sabe porque, assim como Bolsonaro, eles também nunca tiveram qualquer ideologia a não ser a de chegar aonde a ambição pudesse lhes levar.

Bolsonaro é um bandalha. Ele sabe muito bem como a alta cúpula militar adora uma boquinha, sobretudo os velhos petequeiros. Foi só isso que Bolsonaro aprendeu no exército e aplica na sua vida política. Nem a ditadura quis saber desse moleque, pilantra que já estava no garimpo criminoso quando ainda vestia farda.

Assim como Bolsonaro, Witzel, Moro e Dória sempre viveram às custas das tetas do Estado e adoram falar em liberalismo e diminuição do Estado. Nunca praticaram isso na vida deles.

Claro que os três se aliaram a Bolsonaro para dar o bote nele. Bolsonaro sempre soube disso e, não só cortou as asinhas dos três, como atacou com o pelotão de fuzilamento do clã os seus três plágios, detonando um a um.

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Após aumento para PF, mais de 300 servidores da Receita entregam cargos

Enquanto a Receita Federal perdeu recursos, policiais federais ganharam R$ 1,7 bilhão para reajuste e reestruturação de carreiras.

Ao menos 324 servidores da Receita Federal do Brasil (RFB) pediram exoneração de seus cargos após o Congresso Nacional aprovar o Orçamento 2022, na terça-feira (22/12). A informação foi confirmada ao Metrópoles pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco). A entidade ainda estima que o número de servidores que pretendem entregar os cargos pode chegar a 500, informa o Metrópoles.

Os recursos do órgão foram reduzidos a menos da metade. Por outro lado, o texto aprovado prevê R$ 1,7 bilhão para reajuste e reestruturação de carreiras de policiais federais no próximo ano, pauta considerada prioritária para o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Os pedidos de exoneração incluem auditores fiscais e analistas tributários que atuam em cargos de confiança da Receita Federal, como delegados e chefes do órgão tributário em São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, entre outros estados.

Duas cartas assinadas pelos auditores que pedem exoneração, uma delas é subscrita por 11 auditores fiscais, titulares e substitutos das chefias da 7ª Região Fiscal (Rj e ES). Eles apontam descaso, por parte do governo federal, com a classe e asseguram que a situação atual se mostra incompatível com o exercício das funções no órgão.

“Tal descaso se estende, inclusive, a questões remuneratórias, como fica evidente pela demora na regulamentação do bônus de eficiência, revelando o desrespeito para com os auditores que, por sua vez, observam, igualmente perplexos, a (ausência de) movimentação por parte da cúpula do órgão quanto a se manifestar de forma incisiva sobre o problema”, diz a carta.

A segunda carta é assinada por delegados titulares, adjuntos e substitutos da 8ª Região Fiscal da Receita Federal do Brasil, que abrange o estado de São Paulo.

Também participam do ato chefes de divisão titulares e substitutos que atuam na superintendência do órgão.

“Observa-se que o valor corte orçamentário proposto é proporcional ao destinado para a reestruturação da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, do Departamento Penitenciário Nacional e do Ministério da Justiça. Com isso, temos que os valores que serão cortados da Receita Federal do Brasil serão utilizados para satisfazer os reajustes acordados com as carreiras retrocitadas, numa demonstração de absoluto desrespeito à administração tributária”, explicam os auditores.

O corte promovido na Receita chega a R$ 1,2 bilhão.

Desse total, R$ 675 milhões foram cortados da gestão das soluções informatizadas da pasta, conforme o relatório apresentado pelo deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ). Segundo o texto, a proposta original do governo previa R$ 1,311 bilhão para a gestão das soluções informatizadas da pasta. O novo relatório, porém, separa R$ 636 milhões para a ação.

Na prática, o corte atinge programas utilizados no dia a dia para desenvolver os trabalhos usuais, assim como as plataformas utilizadas pelos contribuintes.

Os auditores revelam ainda que há o risco de não haver sequer orçamento para pagamento de contas de água e energia elétrica.

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O mantra de que “Alckmin é a Carta ao Povo de Lula em 2022” é um slogan vazio

“A cultura do consumo, cultura do efêmero, condena tudo ao desuso midiático. Tudo muda ao ritmo vertiginoso da moda, posta ao serviço da necessidade de vender. As coisas envelhecem num piscar de olhos, para serem substituídas por outras coisas de vida fugaz. Hoje a única coisa que permanece é a insegurança, as mercadorias, fabricadas para não durar, resultam ser voláteis como o capital que as financia e o trabalho que as gera.” – (Eduardo Galeano)

O que se viu no governo Lula foi a inclusão do pobre no orçamento. O que não falta na sociedade de consumo é slogan vazio em busca de uma síntese de impacto que cause.

Lembro-me perfeitamente bem que, no auge da indústria cultural de massa do modismo que estava na frase que, mais que a qualidade artística, o artista tinha que ter uma atitude comportamental diferente “revolucionária” pela ótica dos mercadores da cultura.

Lógico que slogan político não nasceu hoje e nem vai morrer agora. O que se tem no horizonte é a inevitável busca por conteúdo concreto, menos palavrórios, mais bola no chão, porque a vida concreta das pessoas com essa dinâmica nova que a revolução digital provocou, é que vai cada vez mais reger a orquestra.

Não há slogan possível para transformar uma péssima arte em algo minimamente palatável. Os slogans vazios, de tão efêmeros, quando funcionam têm vida extremamente curta, como mostra a história da indústria fonográfica.

Por mais que os mercados queiram nos transformar em algoritmos com manipulações grosseiras, a fome continua sendo a fome para quem não tem alimento. O desabrigo e o desamparo continuam sendo os mesmos para quem não tem um teto para se abrigar e dorme ao relento.

A mortalidade infantil em decorrência da miséria segue matando crianças desnutridas, independente das frases de efeito que se possa produzir.

Números são números, realidade é realidade, pessoas são pessoas.

Os slogans cabem no universo da especulação quando não há parâmetro de determinada ação futura. E isso está longe de ser fato diante do histórico dos oito anos do governo Lula e mais quatro em que Dilma pôde governar.

Com ou sem carta ao povo brasileiro, com vice A, B ou C, com todas as verdades absolutas ditas pelos sábios de plantão, o que foi produzido em termos de revolução social nesse país durante os governos Lula e Dilma, não cabe no mapa de qualquer slogan, mas o sentimento profundo de cada brasileiro.

Por isso, não é sem motivos que, depois do massacre midiático criminoso durante anos a fio, na tentativa de assassinar a reputação de Lula, Dilma e do PT, Lula, que sequer aparece na grande mídia para dirigir uma palavra à população por uma censura sórdida, é um verdadeiro coqueluche nacional, confirmando o que as pesquisas já escancaram, porque seu nome, pelas ações que teve e não pela tal “carta ao povo” está tatuado no coração do povo brasileiro, sobretudo nas camadas mais pobres da população que não estão nem um pouco interessadas nessas avaliações rasas e de pouca inteligência que sentenciam de maneira medíocre algo de uma complexidade humana gigantesca com uma frase tão boboca quanto inútil diante da correnteza do rio que corre para o mar.

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Para manter aliança com Bolsonaro, Centrão impõe abandono de discurso golpista

Partidos entraram no governo em seu maior momento de fragilidade, com crise institucional e pedidos de impeachment.

Após contestar as urnas eletrônicas por mais de dois anos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) retirou do seu repertório as ameaças ao sistema eleitoral e passou a dizer que as chances de fraude em 2022 são mínimas, informa a Folha.

O posicionamento —repetido aos mesmos apoiadores que, meses atrás, eram estimulados a ocupar as ruas em defesa do voto impresso— é reflexo da costura política com o centrão para salvar o mandato de Bolsonaro.

Dirigentes desses partidos embarcaram no governo e impuseram, como uma das condições para caminharem juntos em 2022, que Bolsonaro cessasse as ameaças de golpe e ao sistema eleitoral.

O acordo envolve maior acesso do Congresso às verbas federais, e certa tolerância, por parte de líderes do centrão, com o discurso negacionista de Bolsonaro sobre a Covid-19.

Para modular as falas sobre as urnas e convencer os apoiadores, o presidente passou a afirmar que o pleito do próximo ano será mais confiável, pois as Forças Armadas passaram a integrar o grupo que fiscalizará a votação.

Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) convidaram para o posto de diretor-geral do órgão nas eleições o general da reserva Fernando Azevedo e Silva, ex-ministro da Defesa de Bolsonaro. Estará subordinada a ele a área de tecnologia, responsável pelas urnas eletrônicas e softwares utilizados nas eleições.

Ainda que o convite não tenha relação com Bolsonaro —até porque Azevedo e Silva deixou o governo após desentendimentos com o presidente—, seus apoiadores dizem ter sensação de maior segurança com a presença de um membro do Exército.

Nas últimas semanas de 2021, Bolsonaro ensaiou voltar ao tom de meses atrás, mas com ataques direcionados a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), não ao sistema eleitoral.

Criticou a corte e o ministro Alexandre de Moraes e falou palavrões publicamente, o que costuma ser um termômetro de sua irritação. Os arroubos, contudo, foram classificados por auxiliares como “desabafos”, ainda distantes de uma nova escalada golpista.

O ápice dos ataques às instituições promovidos por Bolsonaro ocorreu na semana do feriado de 7 de Setembro, quando ele convocou apoiadores às ruas para demonstração de apoio na queda de braço contra o STF.

Semanas antes das manifestações de raiz golpista nas ruas de São Paulo e Brasília, um desfile de blindados das Forças Armadas passeou pela Esplanada até o Palácio do Planalto, sob o pretexto de levar em mãos um convite a Bolsonaro para participar da Operação Formosa (em Goiás).

Ainda que o evento da Marinha ocorra anualmente, aquela foi a primeira vez em que houve um desfile de blindados até o Planalto para a entrega de convite. O ato ocorreu na manhã do dia em que o Congresso discutiria —e derrubaria – uma proposta de voto impresso, uma das bandeiras de Bolsonaro.

Enquanto a cada decisão do STF e a cada declaração do presidente a crise parecia não dar trégua, a estreita ala de bombeiros palacianos tentava contornar os ânimos dos dois lados.

Os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil) e Flávia Arruda (Secretaria de Governo) passavam tardes inteiras reunidos na sala de Bolsonaro —o que não é habitual para ministros que devem despachar sobre diversos assuntos.

É nas tradicionais lives de quinta-feira que o mandatário conversa com seu eleitorado. E, naquela época, aliados do presidente cercavam-no durante a transmissão para sinalizar sempre que ele estivesse entrando no campo da crise institucional.

Sob a tutela do centrão, que entrou no governo no seu momento de maior fragilidade, com mais de uma centena de pedidos de impeachment, o Planalto de Bolsonaro se profissionalizou e aderiu de vez à dança do toma-lá-dá-cá.

Um dos principais aspectos desse casamento é que os dirigentes de partidos como PP, PL e Republicanos sempre deixaram claro que não embarcam em aventuras golpistas. Questionar o sistema eleitoral do qual precisam para se eleger não faz parte do repertório do centrão. Segundo relatos, foram categóricos ao explicar isso a Bolsonaro.

Tentaram ainda contornar o temperamento do chefe do Executivo com dois argumentos: as ruas cheias de apoiadores já seriam uma “fotografia” da demonstração de apoio que ele tem da população, o que poderia tranquilizá-lo, e sair das “quatro linhas da Constituição” é o que a oposição esperava que ele fizesse.

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Eleitores pobres e da periferia migram de Bolsonaro para Lula

Cruzamento com dados da pesquisa Ipec indica volta deste eleitorado ao PT.

Cruzamento realizado com dados da pesquisa Ipec divulgada na semana passada mostra que os eleitores de menor remuneração, cuja renda familiar mensal vai até um salário mínimo, e aqueles que moram em municípios nas periferias de grandes centros urbanos são hoje os que mais acenam com a intenção de migrar do presidente Jair Bolsonaro (PL) para o ex-presidente Lula (PT) na eleição presidencial de 2022. Entre os que declararam ter votado em Bolsonaro em 2018, segundo o Ipec, 45% apontam intenção de repetir o voto. Já os outros 55% indicam outras opções, inclusive a hipótese de votar branco ou nulo.

A pesquisa do Ipec, realizada entre 9 e 13 de dezembro, apontou que Lula é o principal herdeiro dos eleitores de Bolsonaro, dos quais 22% dizem que votariam no petista hoje.

O percentual que migra para Lula sobe para 32% entre os mais pobres, considerando os eleitores que já declaram agora intenção de votar em algum candidato, em branco ou nulo. Já entre moradores da periferia, categoria que inclui, por exemplo, habitantes de cidades da Baixada Fluminense e da Grande São Paulo, 37% dos que votaram em Bolsonaro em 2018 e já manifestam alguma intenção de voto hoje apontam preferência por Lula.

Na avaliação do cientista político Oswaldo Amaral, diretor do Centro de Estudos de Opinião Pública (Cesop), da Unicamp, que realizou o cruzamento com base nos microdados da pesquisa Ipec, os números indicam um “retorno” do eleitorado que se distanciou do PT na última eleição.

— Em 2018, o PT perdeu votação expressiva nas periferias de grandes cidades, em um contexto de problemas econômicos do governo Dilma, casos de corrupção e alta do antipetismo. Depois de três anos de governo Bolsonaro, parece haver uma avaliação de que a situação atual é pior, especialmente em termos de renda e desemprego — afirmou Amaral.

No segundo turno entre Bolsonaro e o petista Fernando Haddad, o então candidato do PSL teve mais de dois terços dos votos válidos em municípios como Belford Roxo e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em Itaboraí e São Gonçalo, parte da Região Metropolitana do Rio, e em Guarulhos e Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Bolsonaro também derrotou Haddad em redutos petistas do ABC paulista, como Diadema e São Bernardo do Campo

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Para fazer alianças com celebridades como “Mamãe Falei” foi que a Globo deu a Moro o prêmio “Faz Diferença”

Enquanto Lula aparece em filmagens sendo ovacionado pelo parlamento europeu, é recebido com honras de chefe de Estado em qualquer parte do mundo por onde passa, Moro, aquele juiz herói do Jornal Nacional, tem um magnífico encontro pra fechar a aliança do século com o magnânimo Mamãe Falei.

Um festival de mediocridade e provincianismo tosco.

A nossa classe dominante rococó não consegue se livrar do DNA de brega, minúscula, bocó.

Não é sem motivos que o ridículo da Globo manda os apresentadores do Oscar daqui do Brasil se vestirem cafonamente de trajes de gala.

Isso tudo é um caldo de vulgaridade.

Moro foi premiado pela Globo com o troféu “Faz Diferença” por isso, por esse talento para cumprir os papeis mais pichorrentos, aqueles que nem os mais ridículos dos seres cumpriria.

Essas duas imagens dizem muito sobre o momento atual que esse país vive e os desdobramentos nefastos que o povo sente na pele.

Foi um troço desse que a Globo empoderou através de um judiciário tão ordinário quanto ele, para destruir o país com as práticas mais baixas, torpes, sujas desse verme que desembocaram no golpe de uma mulher fantástica como a presidenta Dilma e a prisão de um símbolo mundial de liderança política como Lula, admirado em todo planeta.

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