Ano: 2021

Com obstrução intestinal, estado de Bolsonaro requer transferência para São Paulo para possível cirurgia de emergência

Informação foi divulgada pelo Planalto; presidente foi internado para exames na madrugada desta quarta-feira.

O presidente Jair Bolsonaro deverá ser transferido para São Paulo, após seu médico constatar um quadro de obstrução intestinal. Na capital paulista, ele passará por novos exames para verificar se uma cirurgia de emergência será necessária. A informação foi confirmada por nota do Palácio do Planalto.

Na madrugada desta quarta-feira (14), Bolsonaro deu entrada para exames no HFA (Hospital das Forças Armadas) com dores abdominais. Segundo nota da Presidência da República, Bolsonaro seguiu orientação de sua equipe médica para a realização de exames para investigar a causa dos soluços”.

Ainda de acordo com o Planalto, por orientação médica, o presidente ficaria sob observação, “no período de 24 a 48 horas, não necessariamente no hospital. Ele está animado e passa bem”.

O cirurgião Antônio Luiz Macedo, que operou Bolsonaro após a facada que levou no abdome, em setembro de 2018, foi chamado para Brasília.

Ministros ouvidos sob reserva disseram à Folha que, no início da tarde, Bolsonaro estava sedado por causa dos exames que havia feito. Eles esperavam a avaliação do médico, mas defenderam que o presidente seja logo submetido a uma cirurgia para corrigir eventuais problemas decorrentes da facada.

“O presidente está no HFA em repouso, foi medicado. Falei com o ajudante de ordem dele, ele está bem. Teve fortes dores às 4h, mas nada de grave até o momento. Então, graças a Deus, ele está muito bem. Repousando, que é o que ele precisa”, disse o ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos.

Na noite anterior, Bolsonaro demonstrava certo abatimento quando se queixou a apoiadores na porta do Palácio da Alvorada sobre os 11 dias de uma crise de soluço.

*Com informações da Folha

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Bolsonaro jogará Ricardo Barros ao mar

Essa informação é dada pelo jornalista da Veja, José Casado.

É a velha tática de reduzir o peso do avião quando perde altura com velocidade.

Mas para tanto, ele precisa combinar com os russos, no caso, com o Centrão. Por isso o Palácio do Planalto está pisando macio para não parecer o que de fato é, abandonar um amigo ferido em plena guerra.

Deputado Ricardo Barros, de quem Bolsonaro quer se livrar, é acusado de patrocinar a intermediação de um contrato do Ministério da Saúde para compra da vacina indiana Covaxin — negócio obscuro de R$ 1,6 bilhão, com corretagem privada nacional e a preço 1.000% maior do que havia sido anunciado seis meses antes pela própria fabricante.

Por isso Bolsonaro quer decepar o mal pela raiz cortando seu pescoço rente ao queixo.

Depor na CPI da Pandemia deverá ser o último ato do deputado Ricardo Barros, do Progressistas do Paraná, como líder do governo na Câmara. O governo espera que renuncie na sequência, informa-se no Palácio do Planalto e no Congresso.

*Da redação

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O patético neobufão, Rodrigo Constantino, diz que Bolsonaro pode ter sido envenenado

Rodrigo Constantino, o mesmo que, numa live, chorou depois de ser esculachado por Anita, é um imbecil completo. Talvez o mais bufo dos pela-saco remuneradíssimos com dinheiro público que o governo Bolsonaro sustenta.

Tempos atrás, aquele excremento chamado Augusto Nunes, disse que confiava no pronunciamento de Onyx Lorenzoni a partir do tom de sua pele. Já Alexandre Garcia, que, na ditadura, disputava língua a língua com Augusto Nunes, quem lustrava melhor os coturnos dos generais, foi ainda mais ridículo ao dizer que o rolo da primeira-dama com o reverendo Amilton Gomes no caso da vacina era mentira porque Michelle é discretíssima.

Nisso, ele tem razão, afinal ela não fez nenhum alarido quando Queiroz depositou R$ 89 mil em sua conta. A santa é mesmo discreta.

Hoje, porém, Rodrigo Constantino deu uma espécie de drible do gado nos dois. O idiota orgulhoso sapecou a tese de que Bolsonaro pode ter sido envenenado, daí as dores no abdômen. E justifica, esse pessoal cheirando a Cuba, é capaz de tudo.

Constantino, como todos sabem, sempre foi um dos mais adestrados defensores do neoliberalismo de frases de efeito, uma espécie de borralho do também frasista, Roberto Campos, lógico, sem nunca explicar todos os fracassos econômicos que o Brasil amargou a partir de idiotas ideologizados da mesma estirpe de Guedes e seu resto de comida para os pobres.

Mas acho Constantino anda errando a mão, deve ter apertado muito os testículos do chefe, o que pode ter refletido no abdômen do seu amo.

O fato é que, para a direita bolsonarista, requentar a história da facada do Adélio, é algo absolutamente automático todas as vezes em que Bolsonaro está nas cordas. Como ele se encontra na lona, em contagem regressiva para ser dado como nocauteado, a farsa da facada ganhou em primeiríssimo lugar no pasto do gado premiado. Afinal, não existiria gado se não fossem as teses conspiratórias.

Daí essa pérola de Constantino, que jamais teve medo ridículo.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Cirurgião que operou Bolsonaro após facada é chamado para examinar o presidente em Brasília

Presidente foi internado na madrugada desta quarta-feira no Hospital das Forças Armadas.

Segundo informações de O Globo, o cirurgião Antônio Luiz Macedo, que operou Jair Bolsonaro em 2018 após a facada, foi chamado para ir até Brasília examinar o estado de saúde do presidente, que deu entrada no Hospital das Forças Armadas (HFA) na madrugada desta quarta-feira.

Médico da confiança de Bolsonaro, Macedo foi responsável pela cirurgia feita após o então candidato a presidente sofrer um atentando durante a campanha eleitoral, em setembro de 2018. O cirurgião também operou Bolsonaro já no cargo de presidente.

Recentemente, Bolsonaro afirmou que terá que passar por uma cirurgia para corrigir uma hérnia. Será o sétimo procedimento do presidente desde o atentado, embora nem todos tenham sido relacionados ao ataque.

O presidente Jair Bolsonaro deu entrada nesta madrugada no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, após sentir dores abdominais. Segundo auxiliares, o presidente passa por exames e está bem. Há dez dias, Bolsonaro vinha reclamando de soluço persistente.

Em nota, o Palácio do Planalto informou que Bolsonaro, por orientação de sua equipe médica, deu entrada no HFA para a realização de exames com o objetivo de investigar a causa dos soluços.

“Por orientação médica, o presidente ficará sob observação, no período de 24 a 48 horas, não necessariamente no hospital. Ele está animado e passa bem”, diz a nota.

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Assista ao depoimento da diretora da Precisa, Emanuela Medrades

A comissão retoma nesta quarta (14) o depoimento de Emanuela Medrades, diretora técnica da Precisa.

Durante a manhã de ontem, a diretora se recusou a responder os senadores, que acionaram o STF. À noite, ela alegou estar “exausta”.

Fux disse que cabe à CPI decidir sobre medidas contra depoente que abusa do direito ao silêncio.

Também será ouvido hoje Francisco Maximiano, sócio-presidente da Precisa.

Maximiano e Emanuela são considerados peças-chave nas negociações para compra da vacina Covaxin.

Assista:

*Com informações do G1

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Mais cedo ou mais tarde, Bolsonaro será preso

Há muito tempo, este blog vem dizendo que Bolsonaro caminhava de forma celerada e em via estreita para o cadafalso. Agora, é unânime que seu fim será a cadeia, seja por opiniões que vêm da oposição, de ex-aliados e até por alguns aliados que, em off, já falam que os ataques de nervos que ele vem sofrendo e todo o seu destempero estão na possibilidade cada vez mais concreta de chegar à prisão, seja com um possível impeachment, seja com tentativa frustrada de reeleição que a cada dia fica mais distante.

O capitão das bravatas passa por um processo idêntico ao de Moro, que sofreu um efeito cebola e, a cada escamada, vai afinando o seu poder de resistência. Não é para menos, Moro e Bolsonaro se parecem tanto no pensamento quanto na trajetória.

Os dois enfrentam duras críticas da sociedade, o que acaba por forçar a reação das instituições que, em determinado momento, foram aliadas deles, mas agora voltaram-se contra eles.

O fato é que, mais cedo ou mais tarde, e que seja mais cedo, Bolsonaro pagará por todos os seus crimes, que não são poucos, e certamente durante esse processo outros tantos serão revelados, além do que já se sabe.

Na verdade, ninguém consegue vislumbrar um outro destino para Bolsonaro que não seja uma implacável e didática condenação.

Isso mostra que a sociedade brasileira tem muito mais fôlego na luta por sua autonomia do que se imagina.

A fala de Paulo Marinho, um ex-aliado do QG bolsonarista de 2018, de que, se Bolsonaro não se reeleger, será preso, não é novidade, novidade seria dizer o contrário.

“Conheço a peça. O capitão Bolsonaro está à beira de um ataque de nervos”, diz Marinho, chegando a afirmar que Bolsonaro vai ser preso caso não se reeleja.

“O capitão Bolsonaro vai enfrentar a Justiça. E arrisco dizer que vai ser preso pelos crimes que já cometeu e ainda vai cometer até final do mandato.”

Não é preciso clarividência para se chegar à conclusão de que Bolsonaro está com seus dias de liberdade contados.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Chapa Bolsonaro e Mourão pode ser cassada

Moraes compartilha provas e fortalece ações do TSE que podem levar à cassação de Bolsonaro.

Segundo o Painel, da Folha, decisões do ministro ocorrem em momento de aumento da tensão após ataques do presidente a membros do STF.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o compartilhamento de provas dos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos com as ações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que podem, no limite, levar à cassação de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão.

Com isso, novos elementos entram na investigação sobre a participação do presidente em uma rede de disparo em massa de notícias fraudulentas na eleição de 2018, o que deve fortalecer os processos contra ele em curso na corte eleitoral.

O relator das ações no TSE é o corregedor-geral do tribunal, o ministro Luis Felipe Salomão. O esquema do último pleito teria sido financiado por empresários, via caixa dois, para disseminação de informações falsas em favor de Bolsonaro e contra seus adversários.

As decisões de Moraes ocorrem em um momento de aumento da tensão entre STF e Bolsonaro devido a ataques feitos pelo chefe do Executivo a integrantes da corte. Um pedido de compartilhamento de provas do inquérito de fake news estava havia mais de um ano pendente de análise.

​Moraes não despachou no caso especificamente, mas autorizou o envio de provas das investigações mais sensíveis ao presidente.

No TSE, a avaliação era de que o ministro não tinha pressa em dar uma resposta justamente para ter em mãos uma arma com potencial para conter uma eventual ofensiva de Bolsonaro contra as instituições.

Como mostrou o Painel no sábado (10), além de ter aberto novo inquérito sobre suposta organização criminosa que atua contra instituições, Moraes juntou a apuração dos atos antidemocráticos (já arquivada) com a das fake news.

Com isso, o ministro coloca a Polícia Federal no encalço da família de Bolsonaro e de seus apoiadores em duas frentes, que devem avançar em 2022, ano eleitoral.

Na prática, a união dos casos resulta em um superinquérito cujos alvos são todos próximos ao presidente.

Dessa forma, Bolsonaro fica rodeado por todos os lados em meio às suas falas golpistas.

Nos bastidores, os investigadores envolvidos no inquérito das fake news já haviam avisado que elementos coletados no caso poderiam reforçar a ação eleitoral contra Bolsonaro.

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Bolsonaro é internado em hospital de Brasília com dores abdominais

Sentindo fortes dores abdominais, Bolsonaro foi internado em hospital em Brasília nas primeiras horas desta quarta-feira, segundo a Reuters.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência e a assessoria do hospital das Forças Armadas não se manifestaram após pedido de informações da imprensa. Possivelmente as notícias sobre o estado de saúde de Bolsonaro chegarão.

Nos últimos dias, o presidente vinha dando sinais de que não estava bem de saúde; as primeira informações dão conta de que ele internado para fazer exames.

De acordo com pessoas próximas do presidente, o quadro clinico de Bolsonaro é de obstrução abdominal.

As especulações sobre o estado de saúde do presidente Jair Bolsonaro voltaram à tona nesta segunda-feira (12).

O chefe do Executivo, em conversa com apoiadores no “cercadinho” do Palácio da Alvorada, demonstrou certa dificuldade para falar, se expressado de maneira confusa e soluçando.

*Da redação

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A palavra corrupção virou assombração no mundo bolsonarista

O Jornal Nacional mostrou mensagens que provam a relação de Bolsonaro com a negociata das vacinas .

De acordo com o JN, o elo entre Bolsonaro e o tal reverendo Amilton Gomes de Paula é prova cabal de que o presidente faz parte do rolo.

As mensagens foram obtidas no celular daquele policial vigarista de Minas Gerais, Luiz Paulo Dominguetti, que mostra diálogo dele com os comparsas em que falam de um possível encontro com Bolsonaro para tratar da compra da vacina AstraZeneca por meio da Davati.

Isso acontece no mesmo dia em que, amparada por um habeas corpus concedido pelo ministro Fux, a diretora da Precisa, Emanuela Medrades fechou a boca para toda e qualquer pergunta na CPI.

Omar Aziz, no entanto, mandou uma comissão ao STF para avaliar com Fux se o habeas corpus lhe dava o direito ao silêncio, e Fux negou.

Diante dessa nova condição, a diretora da Precisa alegou exaustão para não dar prosseguimento ao depoimento hoje, que foi adiado para amanhã, quando ela prometeu colaborar e contar tudo o que sabe.

Pois bem, bastaram esses dois passos para o bolsonarismo digital criar o #FechaACPI, um grito em favor da corrupção e contra toda a qualquer investigação na Comissão Parlamentar de Inquérito que apura as trapaças na pasta da Saúde do governo Bolsonaro.

Ou seja, o gado que se dizia combatente fiel da corrupção, agora é pró-picaretagem, pró-assalto ao erário, além de fugir da palavra corrupção como quem vê assombração.

*Da redação

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Aumenta a pressão para que o novo ministro do STF não cheire religião

Se já havia um imenso desconforto na comunidade jurídica brasileira com a indicação do nome de André Mendonça para a vaga de Marco Aurélio Mello no STF, seu tuíte hoje falando em família e religião bateu azedo geral.

Agora, o repúdio ao seu nome não está restrito apenas à comunidade jurídica, mas também da sociedade organizada que não quer ver um ministro do Supremo com a mesma prática vassala do atual PGR, o que desmoraliza qualquer instituição.

Na verdade, na hora de render suas homenagens e agradecimentos, Mendonça se comportou como uma criança no programa da Xuxa, mandando um beijo para o pai, para a mãe e para a apresentadora, numa cena patética que esculacha com a imagem do Supremo Tribunal Federal.

André Mendonça, que deixou uma péssima imagem num breve histórico como ministro da Justiça, por utilizar da pior forma a absurda Lei de Segurança Nacional contra críticos de Bolsonaro, sobretudo jornalistas e até chargistas, parece que só tem mesmo a simpatia de seu amo.

Tudo indica que ele terá que suar muito a camisa na sua peregrinação no Senado para convencer os senadores de que terá como regra o estrito dever de cumprir o que determina a constituição brasileira.

A conferir.

*Da redação

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