8 de janeiro de 2022
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Basta essa declaração de Bolsonaro para confirmar que houve armação. Ou seja, a história está muito mais próxima da contada por Bebianno no Roda Viva, a de que Carluxo armou a lona do circo em Juiz de Fora.

Na verdade, Bolsonaro já deve ter feito pesquisa e, portanto, já sabe que, fora a mídia que nunca questionou uma facada sem sangue, os bolsonaristas que ainda restam na xepa do fascismo certamente defendem a tese de que, facada que é facada, não tem sangue nenhum.

Hoje, possivelmente, o trio parada dura da Jovem Pan, Augusto Nunes, Ana Paula do Vôlei e Guilherme Fiuza dirão que esse negócio de facada com sangue é conspiração da OMS.

O fato é que já é a terceira versão diferente para justificar a falta de sangue na facada. A primeira, foi logo assim que surgiram as primeiras fotos da farsa em Juiz de Fora, quando todos perguntavam, aonde estava o sangue. E a resposta foi que é comum isso acontecer, sem mostrar um caso igual, pelo fato da faca entrar e sair rapidamente.

Na segunda versão dada por boca própria de Bolsonaro, no programa de Danilo Gentili, era oposta à primeira, dizendo por duas vezes e repetindo o gesto de que Adélio teria lhe enfiado a faca, rodado e puxado, o que deixa a farsa ainda mais grotesca.

Hoje, Bolsonaro deu uma versão completamente diferente das anteriores. Segundo ele, a facada não teve sangue porque Adélio enfiou a faca toda em seu abdomen.

É mentira mal ensaiada que chama.

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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