Mês: janeiro 2025

A tentativa de golpe comandada por Bolsonaro em 8 de janeiro de 2023 só ocorreu porque seus inúmeros crimes seguem impunes

A vida parlamentar de Bolsonaro é cravejada de crimes.
Crime de toda ordem.

Enriquecimento ilícito, peculato, formação de quadrilha, agressões físicas e verbais dentro e fora do parlamento.

Não há nenhum parlamentar, por pior que seja que apresente tal folha corrida.

Mas esse monumento de delinquência, jamais foi punido por isso.

Sua chegada a presidência da república se deu de maneira criminosa em uma fraude eleitoral em parceria com o então juiz Sergio Moro.

Ainda assim, com todos os elementos que provam esse crime, nenhum dos dois pagou, ou ao menos enfrentou a justiça por conta disso.

Bolsonaro seguiu presidente e Moro virou senador, e no Senado se mantem sem ser incomodado.

Na presidência, Bolsonaro já tinha a intenção de dar um golpe de Estado.

Isso ficou claro em várias ocasiões e discursos. Só não fez isso porque não teve apoio pra tanto. Mas nunca foi ao menos questionado pelo poderes constituídos.

Não respondeu pelo genocídio provocado por ele na pandemia por não adquirir as vacinas e ainda demonizar, tanto a vacinação como qualquer forma de prevenção, o que levou a um surto gigantesco onde mais de quatro mil brasileiros de todas as idades morressem por dia. Num total que passa de 700 mil.

Soma-se a isso, o fato de seu governo ter lhe servido de projeto de enriquecimento ilícito com vários casos de corrupção em múltiplas pastas, mas sobretudo, educação e saúde.

O fato é que Bolsonaro, viu as portas sempre escancaradas pra todo tipo de delito que quisesse praticar.

Quando viu que perderia a eleição pra Lula, partiu para as vias de fato, tramando e comandando a tentativa de golpe no dia 8 de janeiro de 2023 quando nem era mais presidente da república.

Claro que Bolsonaro será condenado e preso, possivelmente mês que vem, como rolam as notícias de bastidor, mas tudo isso, que vimos e vivemos poderia ser evitado, se na primeira delinquência do psicopata, ele fosse imediatamente cassado e enjaulado.

Musk e Zuckerberg, os ‘bastiões da liberdade’ da extrema direita

Big Techs querem seu filão na nova era Trump, pactuam com extremistas e ameaçam a soberania de países.

Nesta terça-feira (7), o criador e dono da Meta (empresa que controla Facebook, Instagram e Threads) Mark Zuckerberg, publicou um vídeo dizendo que sempre foi um defensor da liberdade de expressão e que, depois da eleição de Trump, decidiu “se livrar” dos checadores de informação das suas redes e substituí-los por notas da comunidade, como faz o X de Elon Musk.

Ele alega que a mídia é tendenciosa e censura cada vez mais conteúdos e que a eleição de Trump mostra um indicativo de que as pessoas querem mais liberdade de expressão.

Zuckerberg também declarou que vai mexer nas políticas de filtragem sobre temas como imigração e gênero e que vai mudar a empresa da Califórnia para o Texas, um lugar onde teria menos “gente tendenciosa” em seus times.

Por fim, disse que quer trabalhar com Trump para pressionar outros países pelo “fim da censura” e mencionou que a América Latina teria “cortes secretas” que podem derrubar plataformas.

O vídeo de pouco mais de 5 minutos parece ter saído do livro de receitas da ultra direita — cita cada tema, cada palavra símbolo que são repetidas nos encontros internacionais e nos discursos inflamados dos extremistas: gênero, migração, liberdade de expressão, censura, mídia tendenciosa.

A mudança para o Texas seria mais um afago aos bolsos republicanos, seguindo o exemplo de Elon Musk que também tirou suas empresas do Vale do Silício na Califórnia, berço das big techs, para o Texas, um estado historicamente conservador.

Parece que, vendo como o apoio ao Trump içou Elon Musk ao status de autoridade, alguém que fala com presidentes, influencia politicamente e colhe privilégios dessa parceria, Zuckerberg também quer seu filão.

Não que a conexão entre as big techs e a extrema direita seja exatamente uma novidade — basta lembrarmos do escândalo Facebook–Cambridge Analytica, que recolheu informações pessoais de até 87 milhões de usuários, dados que foram utilizados por políticos ultraconservadores para influenciar a opinião de eleitores em vários países. Mas era um pouco mais velada.

O que Musk e Zuckerberg estão fazendo é ainda mais grave — além de declarar apoio à extrema direita, facilitar e endossar narrativas de ódio para milhões de pessoas de todo o mundo em suas plataformas, eles têm ameaçado a soberania dos países quando falam em pressionar e “derrubar a censura” de governos progressistas.

Zuckerberg ainda fala em “cortes secretas” da América Latina, se referindo claramente às medidas tomadas pelo STF com relação ao X.

A extrema direita, por sua vez, está nadando de braçada. Nos últimos congressos ultraconservadores que me infiltrei, muito se celebrou esse casamento Musk — Trump. “Finalmente alguém vai lutar por nossa liberdade de expressão, contra a cultura do cancelamento e contra a ditadura da imprensa” diria um parlamentar durante o último encontro da nata ultraconservadora do mundo em Madrid.

Para dar um exemplo nacional dessa parceria, neste mesmo congresso em Madrid, o senador do Novo Eduardo Girão fez uma fala longa sobre como figuras de direita estão sendo perseguidas, censuradas e presas no que ele chamou de uma “juristocracia” brasileira. Falou em arbitrariedades com relação ao X, violações de direitos humanos e sinalizou que o país vive sob um governo autoritário, com uma imprensa tendenciosa.

No fim do ano passado, Girão e mais 4 parlamentares do Novo, representados pela organização ultraconservadora ADF International, solicitaram perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos que “condene a censura brasileira e defenda a liberdade de expressão”.

O site da ADF diz: “À luz da atual crise de censura estatal no Brasil, cinco legisladores brasileiros, incluindo o senador Eduardo Girão e os membros da Câmara dos Deputados Marcel Van Hattem, Adriana Ventura, Gilson Marques e Ricardo Salles, estão contestando as violações de seus direitos de liberdade de expressão perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, representada pela ADF International. A Comissão tem jurisdição sobre o Brasil como um Estado Parte da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. A Convenção Americana protege fortemente a liberdade de expressão, incluindo proibições de restrição prévia (censura de expressão antes que ela ocorra) e proteções especiais para discurso político (…) Os legisladores alegam violações de seus direitos sob a Convenção, incluindo sua liberdade de expressão e a proteção igualitária da lei, como resultado da crescente censura estatal, que remonta a 2019, e que recentemente atingiu o auge com a proibição do X (anteriormente conhecido como “Twitter”). Em sua contestação legal agora apresentada à Comissão, os legisladores observam que a censura patrocinada pelo estado, incluindo a proibição de X por 39 dias, é ‘desproporcional e de base legal duvidosa’ e ‘afetou os direitos convencionais das Vítimas de forma direta, particular e séria”.

O vídeo de Mark Zuckerberg, que segue os passos de Elon Musk, é um afago aos bolsos republicanos, um abraço apertado na extrema direita internacional e uma ameaça clara à soberania de países e suas legislações sobre as big techs.

*Andrea Dip/ICL

Hossam Abu Safieh: o médico palestino que abalou os alicerces da “entidade israelense”

Com resiliência e vontade inabalável, Abu Safieh desafiou o Estado sionista, permanecendo fiel à sua profissão ao recusar abandonar seus pacientes no Hospital Kamal Adwan, em Gaza.

O Dr. Hossam Abu Safieh transmitiu uma mensagem poderosa ao mundo: que as nações, por mais fortes ou bem armados que sejam seus exércitos, podem ser derrotadas e abaladas pela vontade e determinação de um povo comprometido com sua luta nacional por justiça, dignidade e democracia.

O soldado israelense, no fundo, reconhece implicitamente não apenas quem tem direito e quem não o tem, mas também quem é verdadeiramente forte e quem é fraco. Será o soldado armado até os dentes com as mais avançadas tecnologias bélicas ou o médico armado com sua fé, a justiça de sua causa e seu juramento de servir à humanidade por meio de sua nobre profissão?

O Dr. Abu Safieh desafiou, com sua resiliência e vontade inabalável, a força de uma entidade equipada com diversos tipos de armas, mísseis, tanques e aviões. Ele permaneceu fiel à sua nobre profissão ao recusar abandonar o Hospital Kamal Adwan ou deixar seus pacientes, mesmo sob ameaças incessantes das forças de ocupação. Eles chegaram a assassinar seu filho, Ibrahim. “Eles mataram meu filho porque estamos transmitindo uma mensagem humanitária. Enterrei meu filho no muro do hospital”, declarou.

Dr. Hossam Abu Safieh saiu orgulhoso de seu refúgio no Hospital Kamal Adwan, erguendo-se alto e desafiando a tirania de um regime criminoso. Vestindo seu jaleco branco, caminhou com a dignidade de um combatente revolucionário, avançando corajosamente para um destino incerto.

O Dr. Abu Safieh desafiou, com sua resiliência e vontade inabalável, a força de uma entidade equipada com diversos tipos de armas, mísseis, tanques e aviões. Ele permaneceu fiel à sua nobre profissão ao recusar abandonar o Hospital Kamal Adwan ou deixar seus pacientes, mesmo sob ameaças incessantes das forças de ocupação. Eles chegaram a assassinar seu filho, Ibrahim. “Eles mataram meu filho porque estamos transmitindo uma mensagem humanitária. Enterrei meu filho no muro do hospital”, declarou.

Dr. Hossam Abu Safieh saiu orgulhoso de seu refúgio no Hospital Kamal Adwan, erguendo-se alto e desafiando a tirania de um regime criminoso. Vestindo seu jaleco branco, caminhou com a dignidade de um combatente revolucionário, avançando corajosamente para um destino incerto.

O Dr. Abu Safieh desafiou, com sua resiliência e vontade inabalável, a força de uma entidade equipada com diversos tipos de armas, mísseis, tanques e aviões. Ele permaneceu fiel à sua nobre profissão ao recusar abandonar o Hospital Kamal Adwan ou deixar seus pacientes, mesmo sob ameaças incessantes das forças de ocupação. Eles chegaram a assassinar seu filho, Ibrahim. “Eles mataram meu filho porque estamos transmitindo uma mensagem humanitária. Enterrei meu filho no muro do hospital”, declarou.

Dr. Hossam Abu Safieh saiu orgulhoso de seu refúgio no Hospital Kamal Adwan, erguendo-se alto e desafiando a tirania de um regime criminoso. Vestindo seu jaleco branco, caminhou com a dignidade de um combatente revolucionário, avançando corajosamente para um destino incerto.

O Dr. Abu Safieh desafiou, com sua resiliência e vontade inabalável, a força de uma entidade equipada com diversos tipos de armas, mísseis, tanques e aviões. Ele permaneceu fiel à sua nobre profissão ao recusar abandonar o Hospital Kamal Adwan ou deixar seus pacientes, mesmo sob ameaças incessantes das forças de ocupação. Eles chegaram a assassinar seu filho, Ibrahim. “Eles mataram meu filho porque estamos transmitindo uma mensagem humanitária. Enterrei meu filho no muro do hospital”, declarou.

Dr. Hossam Abu Safieh saiu orgulhoso de seu refúgio no Hospital Kamal Adwan, erguendo-se alto e desafiando a tirania de um regime criminoso. Vestindo seu jaleco branco, caminhou com a dignidade de um combatente revolucionário, avançando corajosamente para um destino incerto.

A ocupação permanece sendo um agressor criminoso, por mais que tente mascarar sua imagem. Representa o exército de uma entidade imoral que continua roubando terras, perpetuando assassinatos, fome, deslocamentos forçados, prisões arbitrárias e torturas. Apesar das tentativas da comunidade internacional de absolver o ocupante de suas ações nazistas e fascistas, e de evitar a prisão de seus líderes acusados em tribunais internacionais por crimes de guerra e crimes contra a humanidade, seus atos falam por si.

As forças de ocupação dispararam a “última bala” contra o Hospital Kamal Adwan, destruindo completamente o sistema de saúde no norte da Faixa de Gaza. A entidade ocupante não demonstra nenhuma preocupação com a opinião pública internacional ou local, tampouco com organizações internacionais, de direitos humanos, de saúde ou qualquer outra. Tudo isso ocorre em meio a um silêncio árabe e internacional suspeito, com clara cumplicidade e parceria dos Estados Unidos, além de algumas capitais europeias que continuam exportando armas letais para o exército de ocupação israelense.

*Diálogos do Sul

Lula demite Paulo Pimenta da Secom, que será comandada por Sidônio Palmeira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu o martelo pela demissão de Paulo Pimentam(foto) do cargo de secretário de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República. O último dia de Pimenta no cargo será na quarta-feira, quando o governo realizará um ato em memória dos ataques golpistas de 8 de janeiro. A transição foi confirmada em uma reunião no Palácio do Planalto na manhã desta terça-feira (7).

A partir de quinta-feira, dia 9, Pimenta entrará de férias e, após o retorno, discutirá com Lula seu futuro na administração. Sidônio Palmeira, publicitário e marqueteiro com experiência em campanhas vitoriosas, assumirá a Secom na próxima semana, com posse prevista para terça-feira (14). Durante a transição, Pimenta tem se reunido diariamente com Palmeira para discutir as responsabilidades da pasta.

“Estamos fazendo uma transição com Sidônio, para que a partir da semana que vem ele possa assumir a tarefa de ser novo ministro da Secom. Estamos conversando entre equipes no sentido de que possa fazer da melhor maneira possível. Nosso compromisso maior é com o projeto do presidente Lula, e ninguém mais do que eu quer que ele tenha êxito e sucesso no trabalho que ele vai desenvolver aqui”, afirmou Pimenta em entrevista ao Globo.

Pimenta pode assumir a liderança do governo na Câmara

O futuro de Pimenta no governo ainda não foi definido, mas existem possibilidades de que ele assuma a liderança do governo na Câmara, cargo atualmente ocupado por José Guimarães (PT-CE), ou a Secretaria-Geral da Presidência, que é comandada por Márcio Macêdo. Questionado sobre sua nova função, Pimenta declarou: “Minha relação com o presidente é de lealdade, confiança e amizade, e eu solicitei ao presidente que pudesse manter uma programação que já tinha definido com minha família, de tirar alguns dias de férias e, só a partir do meu retorno, o presidente vai definir qual será minha nova tarefa.”

A troca na Secom reflete a estratégia de Lula de revitalizar a comunicação do governo na segunda metade de seu mandato. O presidente busca retomar um contato diário com o marqueteiro, semelhante ao que tinha com João Santana e Duda Mendonça em gestões anteriores. Sidônio Palmeira, que já trabalhou nas campanhas de Jaques Wagner e Rui Costa na Bahia, se destacou como um estrategista de marketing próximo a Lula durante a campanha de 2022.

Pelo que disse Moraes, em vez de 72 horas, bolsoloides terão que esperar 20 anos pra Bolsonaro dar o sonhado golpe

Sim, a pesquisa Quaest revelou que a terra plana deu uma empenada.
Não é tão plana assim e ainda está troncha.

Quaest: “dois anos depois, 86% desaprovam a invasão de 8 de janeiro.”
Isso não é pouca coisa e mostra que Bolsonaro, hoje é apenas uma assombração de si mesmo.

Uma potencia política às avessas.

Até porque o projeto esculpido por sua baba de ódio de tomar o poder a força, fez tanta água que afogou o próprio.

20 anos de cadeia, no mínimo é o que espera Bolsonaro de celas abertas para enjaular o animal.

Não há truque que tire o canalha dessa lenha.

Hoje, só 7% aprovam a tentativa de golpe comandada por Bolsonaro.
Outros 7% não sabem ou não responderam.

Não demora um mês de cadeia pa,ra essa gente toda que vivia com um rosário de capim pendurado no pescoço, dizer que nem sabe quem é Bolsonaro.

Jamil Chade: ‘Nos arquivos da ditadura, fica evidente que a tortura era institucionalizada’

Criação da Comissão da Verdade foi fundamental para recuperação da memória do período.

o analista internacional Jamil Chade comenta como a criação da Comissão da Verdade pela ex-presidenta Dilma Roussef — na qual ele era investigador — ajudou na recuperação da memória da ditadura militar no Brasil.

“Naqueles documentos ficava muito evidente que o próprio Itamaraty também funcionou para apagar o que acontecia no Brasil naqueles anos. Ou seja, não era uma atitude de um general, de um torturador que passou a mão né, que exagerou etc. Não, era uma operação de Estado, de fato, construída deliberadamente para silenciar qualquer tipo de críticos”.

*ICL

 

 

Anúncio de Zuckerberg é ataque ao STF e à soberania brasileira, aponta secretário da Secom

Declaração do CEO da Meta “soa como antecipação de ações que serão tomadas pelo governo Trump”, alerta João Brant.

Poucas horas após a gigante das redes sociais Meta anunciar, nesta terça-feira (7), mudanças em suas práticas de moderação de conteúdo, incluindo o fim do programa de checagem de fatos (fact-checking), o secretário de Políticas Digitais da Secom [Secretaria de Comunicação] da Presidência da República, João Brant, afirmou que o posicionamento da cúpula da empresa é uma “declaração fortíssima que se refere ao STF como ‘corte secreta’”.

A postagem foi feita após o dono da Meta, Mark Zuckerberg afirmar que “países da América Latina têm tribunais secretos que podem ordenar que empresas removam conteúdos de forma silenciosa”, disse o dono da Meta, Mark Zuckerberg, em uma referência indireta às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que visam conter a desinformação e disseminação de fake news nas redes sociais, de acordo com o jornal O Globo.

“É uma declaração fortíssima, que se refere ao STF como ‘corte secreta’, ataca os checadores de fatos (dizendo que eles ‘mais destruíram do que construíram confiança’) e questiona o viés da própria equipe de ‘trust and safety’ da Meta – para fugir da lei da Califórnia”, afirmou João Brant em publicação no X.

Em vez de usar organizações de notícias e outros grupos independentes, a Meta, dona do Facebook, Instagram e Threads, confiará nos usuários para adicionar notas ou correções a postagens que possam conter informações falsas ou enganosas. É um sistema conhecido como “Notas da Comunidade”, já usado pelo X, rede social de Elon Musk. Desde que assumiu o X, Musk, um grande aliado de Trump, tem posicionado cada vez mais a rede social como a plataforma por trás da nova presidência americana. Zuckerberg tende a seguir a mesma linha.

Na postagem, Brant ainda afirma que “Facebook e Instagram vão se tornar plataformas que vão dar total peso à liberdade de expressão individual e deixar de proteger outros direitos individuais e coletivos”, e que a “Meta vai atuar politicamente no âmbito internacional de forma articulada com o Governo Trump para combater políticas da Europa, do Brasil e de outros países que buscam equilibrar direitos no ambiente online”. “A declaração é explícita, sinaliza que a empresa não aceita a soberania dos países sobre o funcionamento do ambiente digital e soa como antecipação de ações que serão tomadas pelo governo Trump”, alerta.

Ao finalizar o texto, o secretário de políticas digitais declara que a Meta vai “asfixiar financeiramente as empresas de checagem de fatos”, e que o anúncio da plataforma reforça a importância das ações em curso na Europa, no Brasil e na Austrália, envolvendo os três poderes.

O CEO da Meta afirmou que o sistema atual de checagem de fatos da empresa “chegou a um ponto em que há muitos erros e censura demais.” Por isso, disse, “é hora de voltar às nossas raízes sobre a liberdade de expressão”. Assim como Musk, Zuckerberg reproduziu a narrativa de que os EUA estão mais avançados no que diz respeito à livre manifestação de pensamento e disse que “as eleições recentes (nos EUA) parecem um ponto de virada cultural em direção a uma nova priorização da liberdade de expressão”.

Muitos aliados de Trump desaprovam a prática da Meta de adicionar avisos ou alertas a postagens questionáveis ou falsas. O futuro presidente americano costumava criticar Zuckerberg, alegando que o recurso de checagem de fatos tratava postagens de usuários conservadores de maneira injusta. Desde que Trump venceu um segundo mandato em novembro, a Meta tem agido rapidamente para tentar reparar os laços tensos entre ele e sua empresa com os conservadores.

Ainda estou aqui: por motivos óbvios, mídia exalta o nome do santo sem citar o enredo do milagre

A resenha sobre o prêmio de melhor atriz, merecidamente, dado à Fernanda Torres, o Globo de Ouro, limita-se a isso.

O enredo não está disponível na impecável cobertura feita pela midia sobre a premiação. Porque, quem quiser assistir a uma aula de dissimulação, observará que, nos diálogos que ocorrem sobre o filme, a coisa está limitada zpenas à premiação da atriz brasileira, Fernanda Torres.

O porquê da premiação e o enredo do filme, extraído do livro, homônimo de Marcelo Rubens Paiva, Ainda Estou Aqui, são absolutamentamente censurados pela mídia corporativa, mídia esta, que é bom lembrar, apoiou solenemente o golpe de 1964, que é o foco principal  da trama do longa metrgem exibido em tela.

Mas o absurdo não para aí, Marceclo Rubens Paiva fez questão de textualmente dizer nas redes sociais.

“Tenho dito! Por conta da Comissão da Verdade, tive elementos para escrever o livro Ainda Estou Aqui, agora temos esse filme deslmbrante. E Dilma pagou um preço alto pelo necessário resgate da memória.”

Provavelmente a midia sabe que a memória da ditadura militar e do golpe que Dilma sofreu em 2016, em que se uniram militares golpistas, grande mídia e os cavaleiros do apocalipse, Eduardo Cunha, Aécio Neves e Michel Temer, não é algo convenientte para ser lembrado.

A ordem na grande mídia foi, garanta todos os holofotes no talento dramático de Fernanda Torres sem, com isso, harmonizar o kit macabro que traz o enredo do filme.

Gabinete especial, monitora ameaças, na Esplanad,a para o 8/1

Central concentra informações de inteligência até dia 12; período pode ser ampliado

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) está monitorando possíveis ameaças ou atentados na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, nesta semana em que se completam dois anos desde os ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.

O governo do DF criou uma célula presencial de inteligência em Brasília com monitoramento 24h. A medida tem como objetivo aumentar a vigilância e a coordenação entre as forças de segurança, para evitar situações críticas na capital da República.

A estrutura começou a funcionar na última semana de 2024, com foco em ações preventivas, que incluem o monitoramento de redes sociais e a identificação de movimentações suspeitas que possam indicar atividades de caráter terrorista.

No último final de semana do ano passado, dois homens foram presos suspeitos de planejar ataques à capital federal.

Alvo recente de uma tentativa de atentado a bomba, em novembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) reforçou o número de agentes de segurança para a virada do ano e mantém equipes de sobreaviso, na Praça dos Três Poderes.

A criação da célula presencial de inteligência envolve a colaboração de diversos órgãos, como o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e as polícias do Senado Federal, do STF, da Câmara dos Deputados, Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF). Inicialmente, a estrutura ficará ativa até o dia 12 deste mês, mas há intenção de torná-la permanente.

“A ideia inicial seria até o dia 12. Um período longo como esse é inédito e praticamente todos participaram, GDF, Legislativo, Judiciário, órgãos federais e Forças Armadas. Mas deu tão certo e houve tanto engajamento que estamos nas tratativas para tentar manter de forma permanente”, explica à CNN o secretário-executivo de Segurança do DF, Alexandre Patury.

O secretário detalha que a célula realiza varreduras em redes sociais e jornais, além de checar denúncias anônimas, tornando a investigação mais célere e funcional, com todas as forças atuando ao mesmo tempo e trocando informações.