Ano: 2025

Pesquisa CNT/MDA: Lula lidera todos os cenários para 2026 no 1º e 2º turnos

Assim, a direita perde o rumo de vez

No primeiro turno, o petista abriu 20 pontos contra Tarcísio de Freitas, possível herdeiro político do ex-presidente Jair Bolsonaro

Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (25) revela que o presidente Lula lidera todos os cenários de primeiro turno para as eleições de 2026 e ganharia dos adversários em um eventual segundo turno. O levantamento também mostra aumento da popularidade do petista. Saiba mais em TVT News.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 23 de novembro com 2.002 pessoas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança, 95%.

Lula tem vantagem em ambos os turnos
1º turno
A pesquisa de intenção espontânea de voto aponta Lula (PT) na liderança com 32,3% contra Jair Bolsonaro (17,5%), Tarcísio de Freitas (2,1%), Ciro Gomes (1%), outros (4,4%) e branco ou nulo (9,4%). O petista melhorou seu desempenho em 5% em relação ao valor de setembro.

Após a condenação pela trama golpista, Jair Bolsonaro (PL) ficou inelegível novamente e não pode disputar as eleições até 2060, quando teria 105 anos. De acordo com a Lei da Ficha Limpa, são somados oito anos de inelegibilidade ao tempo da pena — 27 anos e três meses — o que resulta no cálculo de 33 anos fora das disputas.

O ex-presidente já não poderia concorrer ao pleito de 2026 por ter sido condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação para desinformar sobre as urnas eletrônicas e atacar a Corte na camapanha eleitoral de 2022.

Nos cenários simulados de primeiro turno pela CNT, Lula continua despontando na frente dos adversários. A primeira simulação mostra o petista (38,8%) a frente de Jair Bolsonaro (27%), Ciro Gomes (9,6%), Ratinho Jr. (6,4%), Ronaldo Caiado (4%) e Romeu Zema (2,7%).

Os demais cenários tem Lula, Ratinho Jr. (PSD) e Romeu Zema (Novo) fixos, alternando apenas o nome mais competitivo contra o petista. Contra o mais provável herdeiro do bolsonarismo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente tem 42% das intenções de voto frente a 21,7% do governador de São Paulo.

Ainda nos cenários de primeiro turno, Lula é a escolha de 42,7% dos eleitores se Eduardo Bolsonaro (17,4%) for candidato. Já contra Michelle Bolsonaro (PL), o petista tem 42,7% dos votos frente a 23% da ex-primeira dama.

2º turno
Mesmo se Bolsonaro pudesse participar das eleições de 2026, a pesquisa indica que perderia para Lula: o petista registra 49,2% e o ex-presidente, 36,9%. Contra Tarcísio, o presidente tem vantagem de 6 pontos: 45,7% dos eleitores reelegeria o presidente enquanto 39,1% escolheria o governador paulista.

Segundo a CNT, o melhor desempenho de Lula seria em um segundo turno contra Eduardo Bolsonaro, no qual o petista teria 49,9% dos votos e o filho do ex-presidente, 33,35%. Os patamares são similares na simulação contra a ex-primeira dama: Lula registra 49,1% e Michelle, 35,6%.

A pesquisa questionou os entrevistados sobre outros cenários: Lula (45,8%) e Ratinho Júnior (38,7%); Lula (47,9%) e Romeu Zema (33,5%); Lula (46,9%) e Ronaldo Caiado (33,7%); e Lula (44,1%) e Ciro Gomes (35,1%).

Avaliação de governo
A avaliação positiva do governo Lula cresceu três pontos em relação a setembro. A soma de ótimo (12,2%) e bom (22,1%) é de 34,3%, enquanto o mês anterior registrava 31%.

Quem avalia negativamente a gestão caiu de 40% para 36% — soma de ruim (8,4%) e péssimo (27,9%). O governo tem avaliação melhor entre mulheres, católicos, eleitores a partir de 35 anos, com renda menor que dois salários mínimos, ensino fundamental e do Nordeste.

*TVTNews


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Delação de ex-presidente do BRB e celular de Vorcaro disseminam pânico em Brasília

Paulo Henrique Costa abriu a caixa de ferramentas do BRB para fiscalização do BC e divide advogado com Ibaneis Rocha, mas analisa delação

Cleber Lopes de Oliveira, advogado criminalista e ex-desembargador do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Distrito Federal, é momentaneamente o esteio da micropolítica de Brasília. Ele é ao mesmo tempo o encarregado da defesa técnica pessoal do governador Ibaneis Rocha, de quem é amigo e com quem galgou cargos na seccional brasiliense da Ordem dos Advogados do Brasil. É também o criminalista encarregado de organizar a primeira linha de defesa do ex-presidente do BRB (Banco Regional de Brasília), Paulo Henrique Costa.

“Enquanto as defesas forem comuns, estamos tranquilos. Significa que não há delação sendo feita. Todos os posicionamentos do banco foram defensáveis do ponto de vista do mercado”, diz um secretário do GDF com acesso direto a Ibaneis, amizade institucional com Lopes e

desconfiança recíproca da estabilidade emocional e da correção pessoal de Paulo Henrique Costa. “Se ele resolver inventar uma delação, não será por meio do Cleber. A confiança do governador no advogado e amigo de anos é total. Agora, se o Paulo Henrique anunciar que mudou a defesa será um Deus-nos-acuda em Brasília”.

Vice-governadora exigiu nome “seu” no BRB
Na última sexta-feira, depois de se reunir com integrantes do Ministério Público Federal e com a Polícia Federal, Paulo Henrique Costa foi recebido pelo governador do DF no Palácio do Buriti. Não foi uma conversa leve. O ex-presidente do BRB disse ao ex-chefe que eram falsas as notícias de que fosse um delator até aquele momento.

Entretanto, não deixou Ibaneis seguro da firmeza de princípios de não delatar. PHC, como o ex-executivo financeiro é conhecido no mercado, afirmou que “até onde acompanhou” as operações do Banco Master (em liquidação extrajudicial pelo Banco Central) com o BRB, tudo era tecnicamente defensável – até mesmo a exposição de R$ 12,2 bilhões da instituição estatal do DF por ter comprado títulos sem lastro do banco liderado pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Entre fevereiro e março deste ano, açulado por Ibaneis Rocha e por políticos como o senador Ciro Nogueira (presidente do PP) e o vendedor de seguros Antônio Rueda (presidente do União Brasil), Ibaneis Rocha determinou a Costa que anunciasse ao mercado a compra do Banco Master pelo BRB. Inicialmente, o presidente do banco público era contra a operação. Depois de se reunir com Nogueira e com Rueda passou a ser favorável.

Celina Leão, vice-governadora do DF e candidata a receber o cetro do poder local em abril e ser candidata à reeleição sentada na cadeira que hoje é ocupada por Ibaneis, tinha PHC como um desafeto político. A quem lhe perguntasse e aos empresários locais que lhe pediam a manutenção do presidente do BRB no cargo, Celina dizia que a linha de parceria da instituição pública com empresas privadas não mudaria; porém, Paulo Henrique Costa seria trocado por um nome em quem ela confiasse.

Juiz negou prisão de PHC porque espera delação
Na última quarta-feira, na esteira do escândalo Master/BRB, Ibaneis Rocha anunciou Nelson Souza, funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal, como novo presidente e “interventor branco” no Banco Regional de Brasília. Souza foi nome imposto por Celina Leão e levado até ela pelo presidente do PP, o senador piauiense Ciro Nogueira. A vice-governadora é filiado ao partido e integra o grupo político de Nogueira e do ex-presidente da Câmara, Arhur Lira, que por sua vez é quem controla a presidência da Caixa (mesmo integrando o bloco de deputados que fazem oposição sistemática ao governo federal).

Ricardo Augusto Leite, juiz da 10ª Vara Federal de Brasília negou o pedido de prisão de Paulo Henrique Costa solicitado na semana passada pelo Ministério Público e pela Polícia Federal apostando na eficácia de eventual delação dele. Ao negar o pedido de procuradores e policiais o magistrado sabia que PHC já colaborava com a área de fiscalização do BC e tinha fornecido informações consideradas valorosas.

STJ deve demorar a julgar HC: ex-banqueiros na Papuda
Entre a terça-feira, 25 de novembro, e a quarta-feira, 26, o Superior Tribunal de Justiça designará o ministro-relator do pedido de Habeas Corpus dos ex-banqueiros Daniel Vorcaro e Augusto Lima. Os dois dividiram o controle do Banco Master e estiveram à frente das negociações para a venda fraudulenta do controle do banco privado para o BRB.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou o Habeas Corpus à dupla. O pedido não tem prazo para entrar na pauta do STJ, é possível que haja pedido de liminar imediata, porém se especula que a decisão do Superior Tribunal de Justiça não saia antes do início do recesso judicial marcado para 20 de dezembro. O juiz federal Ricardo Augusto Leite, responsável pelo caso, solicitou a transferência da dupla de ex-banqueiros para o presídio federal da Papuda, em Brasília, para insistir na colaboração dos dois com a Justiça. Na noite da última segunda-feira Vorcaro e outros ex-diretores do Master foram transferidos para o presídio de Guarulhos, na Grande São Paulo. O responsável pela 10ª Vara Federal quer os ex-banqueiros em Brasília, na Papuda.

Esta semana a Polícia Federal entrega à Procuradoria da República o relatório de extração de dados dos celulares e computadores (que espelhavam os celulares) de Vorcaro e de Augusto Lima. Os aparelhos foram apreendidos no cumprimento de mandados de busca efetuados no curso da Operação Compliance Zero, na madrugada da última 3ª feira, 19 de novembro.

Não havia proteção à troca de mensagens entre Vorcaro, Lima e os políticos com os quais costumavam realizar agendas pessoais e de negócios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Grécia, Reino Unido, França, e Estados Unidos. O senador Ciro Nogueira (PP-PI), o deputado Arthur Lira (PP-AL), o presidente do União Brasil, Antônio Rueda (que é pernambucano de nascimento e vida profissional, mas transferiu o domicílio eleitoral para o Rio de Janeiro e será candidato a deputado federal em território fluminense.

Também ocorreram contatos e troca de mensagens com ao menos três governadores – Tarcísio de Freitas, de São Paulo, Ibaneis Rocha, do DF, e Cláudio Castro, do Rio – e com secretárias e assessores que atendiam diretamente esses chefes de Poderes Executivos estaduais.

*Luis Costa Pinto/ICL

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Efeito Lula: investimento estrangeiro no Brasil supera os números de 2024

Os investimentos estrangeiros diretos no Brasil somaram US$ 74,3 bilhões até outubro deste ano, segundo dados do Banco Central. O valor já supera todo o montante registrado em 2024, quando o total foi de US$ 74,1 bilhões. Com informações do g1.

Apenas em outubro, o ingresso foi de US$ 10,9 bilhões, alta de 64% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de 12 meses, o volume atingiu US$ 80,1 bilhões, 9,8% acima de setembro.

De acordo com o BC, a série histórica iniciada em 1995 mostra que o patamar de US$ 80 bilhões anuais foi ultrapassado somente em quatro anos: 2010, 2011, 2012 e 2014. Segundo o DCM, o avanço ocorre paralelamente ao desempenho da Bolsa de Valores de São Paulo, que registrou 25 recordes de fechamento em 2025.

O movimento na B3 está relacionado às reduções de juros no exterior. Em 29 de outubro, o Federal Reserve cortou a taxa americana para a faixa de 3,75% a 4% ao ano, após nova redução em setembro.

Segundo a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, o recuo das taxas nos EUA aumentou o interesse de investidores por mercados emergentes. O Brasil, com juros reais elevados, atrai mais fluxo para renda fixa e variável.

O cenário externo contrasta com a Selic, mantida em 15% pelo Copom na última quarta-feira. Para Gustavo Jesus, sócio da Victrix Capital, a expectativa de corte de juros no Brasil em 2026 favorece a migração gradual da renda fixa para a variável, acompanhada pela antecipação dos mercados.


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Claudio Castro é o culpado pelo tiro na criança em escola da Maré

A frase ecoa um debate urgente e doloroso. o que se passa sob o nome de “gestão” não é proteção, mas uma necropolítica que seleciona quem vive e quem morre, priorizando o espetáculo da guerra sobre a vida humana.

Uma criança de 10 anos baleada na perna, dentro da sala de aula, enquanto tentava aprender, não é acidente.

É o retrato cruel da “política de morte” que Cláudio Castro impõe ao Rio, transformando escolas em zonas de guerra e favelas em cemitérios abertos.

Hoje, 26 de novembro de 2025, o Complexo da Maré acordou com helicópteros, blindados e fuzis da Polícia Civil invadindo a Vila do João para, supostamente, impedir uma disputa entre facções.

O saldo? Três mortos, um preso e uma criança inocente ferida no pátio da Escola Municipal Hélio Smidt.

O menino foi socorrido na Clínica da Família Jeremias Moraes da Silva e transferido para o Hospital Getúlio Vargas.

O quadro estável, mas ficará com cicatrizes que duram para sempre.

A UFRJ suspendeu aulas no Fundão após balas perfurarem salas do CCMN; a Fiocruz trancou portas; quatro UPAs fecharam; e a Linha Amarela virou caos, com motoristas fugindo na contramão.
Isso não é segurança.

É terror seletivo contra pretos, pobres e favelados.

O Instituto Fogo Cruzado já conta 16 crianças baleadas na Região Metropolitana este ano (três mortas, 13 feridas como a de hoje).

E quem responde? Castro, que celebra “vitórias” em operações como a chacina de outubro (121 mortos no Alemão e Penha), enquanto ignora o STF e a ADPF das Favelas, que tenta frear essa barbárie.

A deputada Dani Monteiro (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, foi cirúrgica: “Uma criança baleada dentro da escola, UPAs fechadas, UFRJ em alerta.


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Vampirismo legislativo: A fruta que Alcolumbre e Motta querem, qualquer um come até o caroço

Alcolumbre e Motta estão no centro de uma crise fabricada por eles contra o Governo Lula.

Até o mundo mineral sabe os motivos dessa chantagem, não contra Lula ou o governo, mas contra o Brasil e os brasileiros, que sempre pagam a fatura da mesma teia de interesses patrimonialistas.

No Brasil, isso não tem fim.

A choldra sempre viveu disso.

Alcolumbre e Motta estão jogando esse jogo de choldra pura,  barganhando emendas, boicotando eventos (como a sanção do IR hoje, 26/11/2025) e usando pautas como o PL Antifacção pra extorquir concessões do Planalto.

Eles “querem o que qualquer um come até o caroço” porque é o centrão na veia: priorizam o poder pessoal e as verbas pros seus aliados, deixando o povo com as migalhas.

É choldra porque não é só ambição; é uma rede de favores que paralisa o país, com custo bilionário para os cofres públicos (ex.: as “pautas-bomba” que eles aprovam pra forçar negociações).

Isso casa perfeitamente com o que Sérgio Buarque de Holanda diagnostica em Raízes do Brasil (1936), especialmente no capítulo mais famoso: “O Homem Cordial”

“A contribuição brasileira para a civilização será de cordialidade — daremos ao mundo o ‘homem cordial’. A lhaneza no trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam, representam, com efeito, um traço definido do caráter brasileiro (…) A inimizade bem pode ser tão cordial como a amizade, pois que uma e outra nascem do coração.”

“O brasileiro distingue mal a sua vida privada da vida pública (…) Aqui, a política é uma forma de vida privada ampliada, onde os laços de família, de amizade ou de compadrio prevalecem sobre o interesse geral. (…) Tudo se resolve em relações pessoais, em favores, em troca de gentilezas, em compromissos que se contraem de coração.”
“A polidez brasileira é, essa lhaneza excessiva, esconde muitas vezes a mais completa ausência de escrúpulos no trato das coisas públicas.”

Impressiona como esse Brasil das classes economicamente dominantes, não muda uma virgula do que escreveu Sergio Buarque de Holanda.

Por que Isso é tão nojento?

No Brasil, isso se chama corrupção mesquinha descarada, como desviar verbas ou trocar votos por cargos.


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Guerra de golpistas vagabundos

General Heleno, ao ser preso: “A pior Desgraça da minha vida foi acompanhar Bolsonaro, por causa daquele vagabundo, vou passar o resto da vida na cadeia”

Não adianta chorar, e ferro está lá dentro!

Ah, a “guerra de golpistas vagabundos”, que ironia deliciosa, né?

O general Augusto Heleno, aquele que outrora latia contra o STF e as urnas como um cão de guarda fiel de Bolsonaro, agora morde a mão que o alimentou.

Se isso for o começo de uma “guerra” entre ex-aliados, quem sabe?

Mas por enquanto, é mais uma lição de que golpismo não acaba bem: ou cadeia, ou meme ridículo.


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As conexões de Tarcísio, governador de SP, com o escândalo bilionário do Banco Master

Doações milionárias e movimentação de recursos da Emae expõem o bolsonarista

Não é à toa que Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem bom trânsito com o pessoal da Faria Lima. Ele, na verdade, tem conexões profundas com o berço do mercado financeiro do Brasil. Aos poucos, vai se desvelando a teia que relaciona o governador bolsonarista de São Paulo ao maior escândalo do país envolvendo um banco — neste caso, o Banco Master.

Na campanha eleitoral, Tarcísio recebeu R$ 2 milhões do pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que foi preso pela Polícia Federal durante investigação da fraude bilionária. Também Jair Bolsonaro recebeu doação do empresário: R$ 3 milhões.

Zettel não se limita à doação política: ele é operador financeiro ligado a fundos e empresas do conglomerado Master, como a Moriah Asset e a Super Empreendimentos, um vínculo direto entre o governador e a cúpula do banco investigado.

Tarcísio, privatização da Emae e aplicações financeiras
No segundo ano de governo, Tarcísio promoveu a privatização da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), vendida ao Fundo Phoenix FIP por R$ 1,04 bilhão.

Após a privatização, a estatal aplicou R$ 160 milhões em CDBs do Letsbank, banco ligado ao conglomerado do Banco Master, representando 5,88% do ativo consolidado da Emae.

A operação expõe um interesse indireto de recursos privatizados justamente no banco do cunhado de um grande doador da campanha, criando uma situação delicada para a reputação do governo.

A prisão de Daniel Vorcaro e ex-CEOs do banco, na Operação Compliance Zero, revelou movimentações suspeitas que podem chegar a R$ 12,5 bilhões envolvendo fundos, CDBs e outros produtos financeiros do conglomerado.

Fundos como Hans 95, Astralo 95 e Murren 41 aplicaram juntos cerca de R$ 849 milhões no Master, enquanto instituições como BRB e o fundo de pensão Rioprevidência aparecem envolvidos em operações irregulares.

Consequências políticas e reputacionais
O caso coloca Tarcísio sob intensa pressão. O governador, que construiu parte de sua imagem pública em torno de privatizações estratégicas e do discurso de uma pretensa eficiência administrativa, agora enfrenta questionamentos sobre sua proximidade com doadores ligados a um banco em colapso e sobre a condução da privatização da Emae.

Embora a Emae afirme que os CDBs aplicados não impactam suas operações, a associação entre doações, laços familiares e movimentações financeiras do conglomerado gera risco político e abre espaço para investigações e críticas de opositores.

A teia que conecta Tarcísio ao Banco Master revela um circuito de relações financeiras e políticas complexas, envolvendo doações milionárias, privatizações estratégicas e fundos suspeitos de fraude.

À medida que a Polícia Federal avança nas investigações, a reputação do governador como gestor eficiente é testada, e a situação levanta questões sobre transparência, governança e a influência do setor financeiro nas decisões públicas.

Resumo das conexões de Tarcísio
1. Doações de campanha: Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro (dono do Banco Master), foi o maior doador individual da campanha de Tarcísio ao governo de São Paulo, contribuindo com R$ 2 milhões. Zettel também é pastor da igreja Bola de Neve e operador financeiro ligado a diversos fundos e empresas, incluindo investimentos no setor imobiliário. Zettel é casado com Natalia Vorcaro Zettel, irmã de Daniel Vorcaro, e esteve à frente de empresas e fundos ligados ao conglomerado do Banco Master, como a Moriah Asset e a Super Empreendimentos. Há suspeitas de participação de Zettel em operações financeiras que inflaram o patrimônio do banco do cunhado. Conexão: Doação significativa de um familiar próximo do dono do Banco Master, o que cria vínculo político-financeiro direto.

2. Privatização da Emae: Tarcísio, no segundo ano de governo, privatizou a Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), vendida por R$ 1,04 bilhão ao Fundo Phoenix FIP. Parte do dinheiro da Emae privatizada (R$ 160 milhões) foi aplicada em CDBs do Letsbank, banco pertencente ao conglomerado do Banco Master. Conexão indireta: O governo de Tarcísio realizou a privatização que acabou movimentando recursos para um banco ligado ao cunhado de um grande doador da campanha.

3. Exposição financeira de fundos e empresas ligadas ao Master: Diversos fundos ligados a Daniel Vorcaro aplicaram centenas de milhões no Banco Master, incluindo:

Hans 95: R$ 124 milhões em 2024
Astralo 95: R$ 622 milhões em 2025
Murren 41: R$ 103 milhões

A teia financeira inclui aportes bilionários de outras instituições, como BRB (Banco Regional de Brasília) e Rioprevidência, mas o vínculo com Tarcísio se dá principalmente via Zettel e a privatização da Emae.

4. Consequências e repercussão: A Operação Compliance Zero da Polícia Federal resultou na prisão de Daniel Vorcaro e ex-CEOs do Banco Master, destacando que fundos ligados a Vorcaro estavam no centro de investigações sobre fraude bilionária. Tarcísio, que construiu parte de sua imagem política com a privatização e eficiência estatal, agora se vê ligado ao caso, devido à doação de campanha e à movimentação de recursos da Emae para bancos do conglomerado.

*ICL


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Na bacia das almas, Bolsonaro e bolsonarismo entram em queima de estoque na black friday

STF conclui julgamento que torna Eduardo Bolsonaro réu por articular sanções a autoridades brasileiras nos EUA

Primeira Turma concluiu julgamento no plenário virtual e vê “grave ameaça” dirigida ao tribunal.

A negação da derrota em 2022, está saindo mais cara do que os pulhas golpistas imaginavam.

Carluxo chora suas pitangas como quem tomou uma histórica chinelada de 7×0 nas redes sociais.

Flavio e Michelle estão às turras e Bolsonaro ainda principia na arte de ficar fora do ar por 27 anos. Imagina em dois anos de cana dura!

Hoje, o bolsonarismo, considerado fenômeno político pelos lunáticos, incluindo os “moderados”, não fica de pé.

Das frases promocionais, a mais desavergonhada que representa o quanto está valendo hoje o clã, é a que oferece na compra de um dos Bolsonaro a entrega é de 5.

Todos condenados ou com a cabeça a prêmio.

O produto Bolsonaro saiu de Moda

Oferecer descontos atraentes e promoções especiais para bugigangas políticas, que estão apodrecendo a olhos vistos, não é tarefa fácil.

Sim, esse é o caso clássico do clã Bolsonaro.

Até de grátis está sendo rejeitado por se tratar de gente corrupta e preguiçosa, que nunca trabalhou na vida e sempre custou caro ao país.

Ou seja, é tarde demais para tentar desencalhar o bolostrô.

Mesmo na Black Friday, que se tornou uma das datas mais importantes semanas para o varejo, oferecendo uma oportunidade excepcional para realizar uma queima de estoque e aumentar as vendas, o encalhe bolsonarista não se move da banca de promoção mais barata.


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Em 2026, a direita pode não ter candidato competitivo, mas o sistema financeiro estará com ela antes, durante e depois do pleito

Isso captura uma tensão real no tabuleiro político brasileiro às vésperas de 2026.

Ela reflete um ceticismo comum entre analistas e eleitores da direita: a fragmentação de lideranças pode enfraquecer o campo no pleito, mas o alinhamento com o sistema financeiro (a “Faria Lima”) oferece uma rede de segurança que transcende o voto, garantindo influência econômica e midiática antes, durante e após a eleição.

Essa nossa triste e urgente realidade.

Em resumo: sim, pode não haver um candidato “competitivo” unânime. A direita depende de um endosso de Bolsonaro (que sinaliza apoio a múltiplos, exceto Lula), mas a prisão dele em novembro de 2025 só acelera a desunião.

Campanhas da direita terão ar-condicionado: mídia paga, pesquisas favoráveis e narrativas anti-inflação. A Veja (agosto de 2025) relata que banqueiros temem “candidaturas radicais” pós-prisão de Bolsonaro, forçando apoio a moderados.

Se vencerem (probabilidade de 45-50% contra Lula, per AtlasIntel), reformas como corte de gastos e abertura comercial são “cobrança” implícita. Se perderem, o lobby financeiro pressiona o Congresso (dominado por centro-direita) para barrar pautas petistas, como taxação de super-ricos.

No fim, 2026, para a direita não é sobre ideologia, mas sobre quem controla o caixa. A direita tem o dinheiro – e isso compra tempo, aliados e narrativas. Se quiserem vencer de verdade, precisam de estratégia, não só gritaria.

Mas só tem trombeteiros manjados.


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