Ano: 2025

Com sarcopenia severa e acelerada, direita vê seu fôlego eleitoral raquítico e o pulmão político suplicante

A direita não tem perna para acompanhar Lula.

Isso, por si só, seria um Royal straight flush político.

Mas o mercado tem uma formula ajeitadora pra deixar o esqueleto da moribunda de pé.

O principal sintoma dessa moléstia, é o pombo que Gustavo Lima soltou, anunciando que pretende ser candidato a presidência da república em 2026.

Mas a esquerda não pode cochilar. O jogo, não se iludam, será jogado pela direita fora de qualquer regra de civilidade

Antes de recorrer às armas de calibre mais grosso, o espírito golpista tentará restringir a própria democracia que lhe é avessa, sendo sucessivamente derrotada por Lula no jogo aberto marcado pela maciça participação popular.

Os fascistas recorrerão a bombardeios midiáticos diários para tentar drenar a imagem e popularidade de Lula.

Bolsonaro será julgado na Primeira Turma e a tendência clara é pela condenação

De cinco votos, quatro são dados como certos contra o ex-presidente; decisão de manter o caso na turma é de Alexandre de Moraes.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, que liderou a intentona golpista de 8 de janeiro de 2023, será julgado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal e deve ser condenado, segundo informa a colunista Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo. A Primeira Turma do STF, responsável pelo julgamento, é composta pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

De acordo com a colunista, “com exceção de Fux, cuja posição ainda é incerta conforme observam integrantes do próprio STF e pessoas próximas a Bolsonaro, os outros quatro ministros são considerados votos certos contra o ex-presidente.” Essa composição indica uma forte probabilidade de condenação para Bolsonaro, refletindo uma tendência desfavorável no âmbito judicial.

A defesa de Bolsonaro, representada por seus advogados, planeja apelar para que o caso seja reavaliado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal, buscando uma decisão mais ampla e potencialmente favorável. No entanto, a decisão final sobre a manutenção do julgamento na Primeira Turma cabe ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Especialistas jurídicos esperam que Moraes opte por manter a análise na Turma inicial.

Em dezembro de 2023, o STF implementou uma reestruturação significativa na condução de julgamentos criminais, redistribuindo-os entre duas turmas ao invés do colegiado completo de 11 magistrados. Essa mudança, liderada pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, visava “racionalizar a distribuição de processos criminais e reduzir a sobrecarga do plenário”, especialmente após os eventos de 8 de janeiro que resultaram em um aumento substancial no número de processos e na necessidade de agilizar a tramitação judicial.

Na guerra de informação da mídia contra o governo Lula, a mídia perdeu todas

Quando as porteiras do vale tudo se abriram para o jornalismo de guerra contra o governo Lula, do pescoço pra cima tudo virou canela.

Era o mercado mandando sua mensagem a Lula para que ele desconjurasse as camadas mais pobres da população.

Começava ali um tudo ou nada sem biombos dos diabólicos pachecões do mercado contra o governo, mas sobretudo a figura de Lula, para lhe tirar capital político para as eleições de 2026.

A versão dos vendedores de notícia que prestam serviços aos interesses do mercado, era de que nossa economia estava quebrada.

Os objetivos de sempre, eram e são colocar o governo de joelhos com uma faca na nuca.

Por isso a manipulação disseminava sua narrativa e dane-se a realidade.
Quando os números positivos da economia começaram a pipocar, desautorizando o terrorismo econômico soprado pelo diapasão do mercado, a sociedade se sentiu invadida, agredida e ameaçada pela mídia.

Hoje, com a mesma dissipação, tenta-se personificar o ‘problema’ do país com o slogan “Lula é gastador” e, agora, também “mau gestor’

Não foi isso que lemos na coluna de Merval Pereira, o principal cão de guarda dos Marinho neste último domingo?

A pressão do mercado por novos cortes de gastos, ou seja, o fuzilamento dos pobres em praça pública, continuará, e a um tom acima, porque o que importa nesse momento para os “donos da terra”  é, sobretudo, rebaixar o debate sobre economia e desenvolvimento,

Sob Lula 3, mais da metade dos lares brasileiros passou a ter renda acima de R$ 3,4 mil, mostra estudo

Pesquisa revela que 50,1% dos domicílios agora estão nas classes C, B e A, indicando avanço social.

O Brasil voltou a ser um país majoritariamente de classe média em 2024. É o que aponta um levantamento feito pela Tendência Consultoria e divulgado pelo jornal O Globo neste domingo (5). O estudo demonstra que 50,1% dos domicílios brasileiros agora estão nas classes C, B e A, com renda mensal domiciliar superior a R$ 3,4 mil. Este índice supera pela primeira vez, desde 2015, a marca de metade das famílias, refletindo uma retomada econômica impulsionada pelo avanço nos níveis de emprego.

Em 2023, segundo a pesquisa, os domicílios de classe C, B e A representavam 49,6%. O mercado de trabalho aquecido e os reajustes salariais acima da inflação, além da política de valorização do salário mínimo nos dois primeiros anos do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram determinantes para essa ascensão, de acordo com o levantamento.

O conjunto da renda total, que engloba salários, benefícios sociais e outras fontes, cresceu em média 7% em 2024. O crescimento foi ainda mais expressivo entre as classes C (9,5%) e B (8,7%).

As expectativas para 2025, de acordo com o estudo, são menos otimistas, mas ainda registrando uma melhora na renda da classe C.

Camila Saito, economista do estudo, alertou que a mobilidade social deve desacelerar em 2025 devido a um cenário econômico mais moderado e citou os desafios estruturais para vencer a pobreza extrema, como a informalidade e as desigualdades salariais.

“Nossas estimativas consideram uma tendência de lenta mobilidade social das famílias para classes de renda superiores. A mobilidade social das classes D e E deve ser reduzida nos próximos anos, acompanhando um fenômeno típico de países com alta desigualdade”, disse, em entrevista ao jornal O Globo.

*BdF

Vídeo: Fernanda Torres vence Globo de Ouro por atuação em ‘Ainda estou aqui’

Atriz interpretou a advogada Eunice, viúva de Rubens Paiva, que foi morto pela ditadura.

O cinema brasileiro vive um momento histórico. A atriz Fernanda Torres recebeu nesta segunda-feira (06), em Los Angeles, nos Estados Unidos, o prêmio Globo de Ouro de melhor atriz na categoria Drama.

A premiação, entregue pela primeira vez a uma brasileira, é um reconhecimento ao trabalho da atriz no filme “Ainda estou aqui”. Na produção, ela interpreta a advogada Eunice Paiva, viúva de Rubens Paiva, deputado federal assassinado pela ditadura militar em 1971.

Fernanda concorria com grandes estrelas de Hollywood como Nicole Kidman, Angelina Jolie, Tilda Swinton, Pamela Anderson e Kate Winslet.

Fernanda Torres

Há 25 anos, Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, disputou a mesma categoria pela atuação em Central do Brasil. Ela não venceu, mas o filme ganhou o Globo de Ouro na categoria melhor filme estrangeiro.

Em seu discurso, ela agradeceu ao diretor Walter Salles, ao marido Andrucha Waddington e aos filhos. “Meu Deus, eu não preparei nada, não sabia se estava pronta. Este foi um ano extraordinário para as atrizes. Há tantas aqui que eu admiro profundamente”, começou dizendo.

“Quero dedicar esse prêmio à minha mãe. Vocês não têm ideia. Ela estava aqui há 25 (26) anos, e é uma prova que a arte pode sobreviver na vida até em momentos difíceis, pelos quais sobreviveu a Eunice Paiva (personagem vivida por Torres) e com tanto problema hoje em dia no mundo. Esse é um filme que nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos como esses. Então, para a minha mãe, para a minha família, para os meus filhos e para todos, muito obrigada ao Golden Globe”, disse Fernanda, ainda durante o discurso de agradecimento.

Há 25 anos, Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, disputou a mesma categoria pela atuação em Central do Brasil. Ela não venceu, mas o filme ganhou o Globo de Ouro na categoria melhor filme estrangeiro.

Em seu discurso, ela agradeceu ao diretor Walter Salles, ao marido Andrucha Waddington e aos filhos. “Meu Deus, eu não preparei nada, não sabia se estava pronta. Este foi um ano extraordinário para as atrizes. Há tantas aqui que eu admiro profundamente”, começou dizendo.

“Quero dedicar esse prêmio à minha mãe. Vocês não têm ideia. Ela estava aqui há 25 (26) anos, e é uma prova que a arte pode sobreviver na vida até em momentos difíceis, pelos quais sobreviveu a Eunice Paiva (personagem vivida por Torres) e com tanto problema hoje em dia no mundo. Esse é um filme que nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos como esses. Então, para a minha mãe, para a minha família, para os meus filhos e para todos, muito obrigada ao Golden Globe”, disse Fernanda, ainda durante o discurso de agradecimento.

Há 25 anos, Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, disputou a mesma categoria pela atuação em Central do Brasil. Ela não venceu, mas o filme ganhou o Globo de Ouro na categoria melhor filme estrangeiro.

Em seu discurso, ela agradeceu ao diretor Walter Salles, ao marido Andrucha Waddington e aos filhos. “Meu Deus, eu não preparei nada, não sabia se estava pronta. Este foi um ano extraordinário para as atrizes. Há tantas aqui que eu admiro profundamente”, começou dizendo.

“Quero dedicar esse prêmio à minha mãe. Vocês não têm ideia. Ela estava aqui há 25 (26) anos, e é uma prova que a arte pode sobreviver na vida até em momentos difíceis, pelos quais sobreviveu a Eunice Paiva (personagem vivida por Torres) e com tanto problema hoje em dia no mundo. Esse é um filme que nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos como esses. Então, para a minha mãe, para a minha família, para os meus filhos e para todos, muito obrigada ao Golden Globe”, disse Fernanda, ainda durante o discurso de agradecimento.

Lula fazendo o oposto do que queriam mídia e mercado, devolveu o Brasil à condição de país de classe média. Quem estava errado?

Onde a grande mídia vai enfiar aqueles comentários críticos a política econômica do governo Lula?

A verdade é que a desordem econômica que gritava aos quatro cantos do país, foi provocada pelo governo Bolsonaro, tendo Paulo Guedes como general da banda.

Guedes, todos sabem, jamais foi criticado pela mídia ou mercado por devolver 34 milhões de brasileiros a mais pura degradação social.

O sobressaltado cenário pintado pelo mercado e pelo colunismo de frete,, não deu as caras, ao contrário, foi desautorizado hoje,

Seria um suicídio político se Lula comprasse a pauta dessa escória neoliberal que carrega uma dose grande de neofascismo.
Lógico, o principal alvo dessa escumalha da Faria Lima, sempre foi o pobre.

A mídia e o mercado queriam que Lula comprasse uma pauta política fragmentadora, fabricando encruzilhadas anômalas, para confundir a sociedade e pressionar o governo a modificar substancialmente o principal programa de governo de Lula.

Agora, com a notícia que o Brasil voltou a condição de país de classe média, a resposta já vem pronta quando se pergunta: qual rota de construção do país é mais assertiva, a do mercado e mídia, ou da equipe econômica do 3º governo Lula?

Soldado israelense que seria preso no Brasil por crimes de guerra fugiu para a Argentina

Articulação Judaica de Esquerda afirma que houve intervenção estrangeira no País e violação à soberania nacional.

Um soldado das Forças de Defesa de Israel (IDF), chamado Yuval Vagdani, que estava de férias no Brasil fugiu para a Argentina no último domingo para escapar de um mandado de prisão emitido pela Justiça Federal brasileira, informa o The Jerusalem Post. A ordem de prisão, que investiga supostos “crimes de guerra” cometidos pelo militar na Faixa de Gaza, foi publicada após uma ação da Hind Rajab Foundation (HRF), conforme noticiado pelo jornal brasileiro Metrópoles.

A decisão foi proferida pela juíza federal Raquel Soares Charelli durante uma sessão especial realizada na semana passada. Segundo a avaliação israelense, a HRF recebe apoio de um Estado externo em suas investigações, e o Ministério das Relações Exteriores de Israel recebeu sinais das intenções da organização no sábado às 10h.

A HRF, uma organização internacional comprometida em “quebrar o ciclo de impunidade israelense”, acusou o soldado de “participar de demolições massivas de residências civis em Gaza durante uma campanha sistemática de destruição”. No site oficial da HRF, a acusação afirma: “Esses atos fazem parte de um esforço mais amplo para impor condições de vida insuportáveis aos civis palestinos, constituindo genocídio e crimes contra a humanidade segundo o direito internacional.”

Evidências contra o militar

A HRF apresentou evidências que, segundo a organização, comprovam o envolvimento direto do soldado nas ações denunciadas. Entre os materiais apresentados estão “gravações de vídeo, dados de geolocalização e fotografias que mostram o suspeito plantando explosivos e participando da destruição de bairros inteiros”. Maira Pinheiro, advogada principal da HRF, afirmou ao site Metrópoles: “Este não é um caso de ordens dadas à distância. Este indivíduo contribuiu ativamente para a destruição de casas e meios de subsistência, e suas próprias declarações e comportamentos alinham-se claramente com os objetivos genocidas em Gaza.”

A organização, que possui uma rede de advogados e ativistas, já buscou a prisão de vários soldados envolvidos em conflitos em Gaza, alegando a prática de “crimes contra a humanidade”. O caso no Brasil é o mais recente dentre vários incidentes semelhantes.

Reação das autoridades israelenses

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Sob o governo Lula 3, o Brasil volta a ser um país majoritariamente de classe média, mostra estudo

Pesquisa revela que 50,1% dos domicílios agora possuem renda acima de R$ 3,4 mil.

O Brasil voltou a ser um país majoritariamente de classe média em 2024. É o que aponta um levantamento feito pela Tendência Consultoria e divulgado pelo jornal O Globo neste domingo (5). O estudo demonstra que 50,1% dos domicílios brasileiros agora estão nas classes C, B e A, com renda mensal domiciliar superior a R$ 3,4 mil. Este índice supera pela primeira vez, desde 2015, a marca de metade das famílias, refletindo uma retomada econômica impulsionada pelo avanço nos níveis de emprego.

Em 2023, segundo a pesquisa, os domicílios de classe C, B e A representavam 49,6%. O mercado de trabalho aquecido e os reajustes salariais acima da inflação, além da política de valorização do salário mínimo nos dois primeiros anos do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram determinantes para essa ascensão, de acordo com o levantamento.

Classe média puxou crescimento de renda
O conjunto da renda total, que engloba salários, benefícios sociais e outras fontes, cresceu em média 7% em 2024. O crescimento foi ainda mais expressivo entre as classes C (9,5%) e B (8,7%).

As expectativas para 2025, de acordo com o estudo, são menos otimistas, mas ainda registrando uma melhora na renda da classe C.

Camila Saito, economista do estudo, alertou que a mobilidade social deve desacelerar em 2025 devido a um cenário econômico mais moderado e citou os desafios estruturais para vencer a pobreza extrema, como a informalidade e as desigualdades salariais.

“Nossas estimativas consideram uma tendência de lenta mobilidade social das famílias para classes de renda superiores. A mobilidade social das classes D e E deve ser reduzida nos próximos anos, acompanhando um fenômeno típico de países com alta desigualdade”, disse, em entrevista ao jornal O Globo.

 

Cristofascismo: Fundo fascista cristão de R$ 150 bi pressiona empresas contra políticas progressistas

Era só o que faltava nesse umbral falso religioso.

Coalizão de investidores falsos religiosos busca influenciar práticas corporativas em Wall Street, contra apoio a causas LGBTQ+ e políticas de diversidade.

Não demora, os Malafaias e afins, vão querer fazer o mesmo no Brasil.

É o dízimo dos fieis a serviço do racismo, da homofobia, da volta as cruzadas morais,

Segundo Will Lofland, chefe de advocacia acionária da GuideStone, há atualmente cerca de meio trilhão de dólares em investimentos de fundos religiosos e fundos de pensão de estados conservadores que podem ser usados para influenciar o comportamento corporativo. A coalizão inclui a Inspire Investing, a maior gestora de ETFs baseados em fé, tesoureiros estaduais republicanos e o grupo legal conservador Alliance Defending Freedom.

Isso é o inferno na terra do tio san que será rebocado para o Brasil, e não demora. Basta a sociedade piscar que esses crápulas imprtam essa lógica medieval em pleno século 21.

O termo cristofascismo, uma combinação de cristianismo e fascismo, foi criado pela teóloga alemã Dorothee Sölle, em 1970.[1][2][3] Sölle, uma defensora da teologia da libertação, usou o termo para descrever segmentos da igreja cristã que ela caracterizou como totalitários e imperialistas.[4]

Origem do termo

A teóloga Dorothee Sölle descreve o fenômeno a partir da compreensão de que as relações do partido nazista com as igrejas cristãs na Alemanha contribuíram para o desenvolvimento do Terceiro Reich. Naquele contexto, os evangélicos alemães, que em sua maioria eram luteranos, pois via a República de Weimar como poder um poder irreligioso. O fenômeno continuaria a existir após a Segunda Guerra Mundial, pois líderes cristãos apoiariam supremacias, totalitarismos, políticas de intolerância e de ódio contra minorias. Isso seria viável dentro de uma concepção religiosa que despreza o profetismo que o caracteriza nos Evangelhos, além de silenciar e até zombar da atuação dele entre os pobres e marginalizados.[5]

Segundo a teóloga Dorothee Sölle, trata-se de uma concepção de cristianismo que: conhece a cruz apenas como um símbolo mágico do que Jesus fez por nós, não como um sinal do homem pobre que foi torturado até a morte como um criminoso político (…). Este é um Deus sem justiça, um Jesus sem uma cruz, uma Páscoa sem uma cruz – (…) uma traição aos desprezados, uma arma milagrosa a serviço dos poderosos.[5] ”

Sölle se refere às práticas de religiosos cristãos que agridem verbal e

fisicamente: mulheres que desejam ter o controle dos seus próprios corpos, classificadas como: “abortistas”; e
cidadãos que vivem publicamente sua orientação sexual.

Depois que Bolsonaro em 4 anos jogou na sarjeta 34 milhões de brasileiros, Lula em 2 devolve o Brasil a condição de país de classe média

Não é sem motivos que a bolsa de valores no Brasil, é majoritariamente bolsonarista e antilulista.

É só ver a implacável XP, que também a dona e colunista da Infomoney.

Ou seja, esses sangue sugas na hora de chupar gostosamente o sangue da população com suas armações especulativas, bate o corner e corre pra cabecear.

Essa gente podre não se esquece dos pobres.

Todas as matérias do Infomoney, atacam os pobres chamando isso de busca pelo equilíbrio fiscal.

O projeto de país dessa escumalha é um país feito só para a escória, afinal são galhos da mesma lenha que mantem acesa a chama da agiotagem, do rentismo e dos acionistas.