Ano: 2025

“Tem gente que não entendeu ainda o que nós passamos. E o perigo de isso ressurgir”, alerta Moraes sobre 8 de janeiro

Ministro fez um balanço da intentona golpista durante encontro com representantes do Movimento Delegados pela Democracia (MDD), em dezembro.

ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, recebeu uma delegação de oito integrantes do Movimento Delegados pela Democracia (MDD) em dezembro de 2024, em seu gabinete. Os delegados homenagearam o magistrado por sua “coragem” na defesa das instituições democráticas durante os últimos anos. Durante o encontro, segundo Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Moraes fez declarações contundentes sobre os perigos que rondaram a democracia brasileira em 2022, destacando que muitas instituições ainda não compreenderam plenamente a gravidade do momento vivido pelo país.

Moraes destacou a “histeria coletiva” que tomou conta de parte da sociedade, citando episódios de bolsonaristas cantando o hino nacional para pneus e acreditando em notícias falsas, incluindo boatos de que ele próprio havia sido preso. O magistrado alertou para a continuidade de uma ameaça latente: “Tanto na polícia quanto no Ministério Público e no Judiciário, tem gente que não entendeu ainda o que nós passamos. E o perigo de isso ressurgir”, afirmou.

Durante a conversa, Moraes reforçou a necessidade de reflexão sobre o papel das instituições em regimes autoritários. “Polícia, na ditadura, não é polícia. É braço armado do ditador. Ministério Público, Judiciário, na ditadura, não têm independência nenhuma, autonomia nenhuma. Também são os braços jurídicos” do autoritarismo, alertou.

As declarações de Moraes ocorreram pouco antes da prisão do general Walter Braga Netto, acusado de tentar obstruir investigações sobre a tentativa de golpe de Estado e de envolvimento em planos para impedir a posse do presidente Lula (PT). Braga Netto, que foi um dos principais nomes do governo Jair Bolsonaro (PL), tornou-se o primeiro general quatro estrelas a ser preso no Brasil desde a redemocratização.

A direita não tem roteiro. Tem a naturalização da degradação institucional, cultural, ambiental e política

Este desserviço a nação não é obra apenas de um idiota como Bolsonaro. Sim, ele surfou e ampliou a esbórnia de Temer chamada “ponte para o futuro”

A escória política chamada bolsonarismo se nutriu dessa baderna neoliberal.

Avançar nesse rumo é o que a direita quer.

Para isso precisa do poder. Pra ter o poder precisa vencer as eleições em 2026. Pra vencer as eleições em 2026 precisa de um nome que ainda não tem.

Dessa dúzia de aventureiros, nenhum tem ao menos uma agenda que sirva para enfeitar o pavão.

E para alçar ao poder sem um rebotalho qualquer de programa, a coisa talha e encalha.

Por isso o “mercado” anda tão sobressaltado.

Apropriada pela casta nativa, a direita que nunca teve independência, precisa de usar o que mais sabe, golpe baixo,

É aí que a coisa se torna perigosa e nos faz ficar de bicho para não sermos surpreendidos por mais uma forma de golpe ou fraude. ,

Gusttavo Lima: nem sim, nem não, muito pelo contrario.

Gusttavo Lima está propondo ser o candidato boa praça.
Nem direita, nem esquerda. Mas de direita e de esquerda.

Sem inimigos, só amigos. Sem oposição, só situação.
Isso certamente comoverá profundamente o eleitorado.

Seria um presidente a favor de tudo.
Não precisa nem de programa de governo.

Todas as águas, de forma civlizada, correrão para o mesmo lugar.

A história toda seria uma “Teia de Penélope”

Em seus devaneios na entrevista que deu a Cajuru, Gustavo Lima disse que antes de morar em castelos, comeu o pão que o diabo amassou.

Tanto que perdeu três dentes.

Por isso, quer governar pra quem tem palácios e quem não tem teto de maneira igual e assim acha que pode unir ricos e pobres na Sapucaí no primeiro desfile carnavalesco após sua posse.

Sim, dando uma decalcada em Pablo Marçal, dará o pulo do gato pra todos os pobres serem coroados como empreendedores milionários como ele.

Um programa de gênio.

Dependendo do dólar e agora de Gusttavo Lima pra derrotar Lula em 2026, que direita não é tosca?

Folha de São Paulo, pelo seu editorial, parece que está com os nervos à flor da pele.

Tarcísio de Freitas teve que pagar o pato, sendo chamado pelos Frias de direita tosca pela milícia que se transformou a PM-SP comandada por Derrite afilhado de Bolsonaro.

Mas a pergunta que nos vem de estalão é: qual direita nesse país não é tosca?

A tosquice forma o intestino delgado da direita brasileira.

O máximo que essa gente faz é reprocessar o formado do exótico apimentado para se chegar a um novo monumento tosco.

O que a direita tem hoje na correlação de forças, é o dólar e Gusttavo Lima para enfrenar Lula em 2026.

No atual quadro nacional, o que a direita tem para os dois anos que faltam, é isso.

Um ataque especulativo e uma celebridade do mundo sertanejo.
O que poderia ser mais tosco?

Venda de automóveis no Brasil em 2024 tem crescimento recorde

O Brasil encerrou 2024 com um total de 2,63 milhões de veículos leves e pesados emplacados, o melhor resultado desde 2014, quando o país alcançou 3,5 milhões de licenciamentos. Os dados, divulgados pelo Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), representam um aumento de 14,1% em comparação com 2023, consolidando o Brasil como o mercado automotivo que mais cresceu entre os dez maiores do mundo.

Em média, foram vendidos 10.456 veículos por dia ao longo do último ano, um reflexo da recuperação econômica e da renovação do mercado automotivo. O destaque de vendas ficou com a picape Fiat Strada, que superou o Volkswagen Polo nos últimos dias de 2024, reafirmando sua posição como o veículo mais vendido do país.

Participação de marcas chinesas e locadoras

Uma tendência marcante em 2024 foi a expansão das marcas chinesas no mercado brasileiro. Fabricantes como BYD e GWM registraram cerca de 100 mil licenciamentos de veículos zero-quilômetro, reforçando a presença asiática em um dos maiores mercados do mundo.

Além disso, as locadoras desempenharam um papel central no volume de vendas, adquirindo cerca de 650 mil unidades, muitas delas destinadas a planos de carros por assinatura. Essa estratégia, combinada com a forte demanda por veículos novos, contribuiu significativamente para o crescimento do setor.

Produção e exportações

A produção automotiva nacional também avançou em 2024, totalizando 2,574 milhões de unidades fabricadas, um crescimento de 10,7% em relação ao ano anterior. O segundo semestre foi especialmente expressivo, com um aumento de 26,2% na produção em comparação com os primeiros seis meses.

Contudo, as exportações não acompanharam o mesmo ritmo, permanecendo praticamente estagnadas, com uma leve queda de 0,3%, totalizando 402,6 mil veículos exportados. Enquanto mercados como o Chile e a Colômbia enfrentaram retrações, a Argentina se destacou com um crescimento de 39% nos embarques brasileiros, seguida pelo Uruguai, que registrou um aumento de 14%.

Desafios e perspectivas para 2025

Apesar dos resultados positivos, o setor enfrenta desafios significativos. A alta da taxa Selic para 12,25% ao ano trouxe incertezas, especialmente no que diz respeito ao crédito e ao endividamento das famílias. Em função disso, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) revisou sua previsão inicial de 3 milhões de emplacamentos em 2025 para 2,802 milhões, ainda assim representando um crescimento de 5,6% em relação a 2024.

O setor também observa com cautela a alta nas importações de veículos estrangeiros, que cresceram 31,5% em 2024, representando 17,4% do total de emplacamentos, o maior índice em uma década. Por outro lado, investimentos crescentes, especialmente de marcas chinesas, na produção local apontam para um cenário de maior integração e inovação tecnológica.

Contribuição econômica e otimismo

O setor automotivo foi crucial para a economia brasileira em 2024, com a criação de 100 mil novos empregos diretos e indiretos. Ao todo, o segmento emprega 1,3 milhão de pessoas e atraiu investimentos de R$ 130 bilhões para pesquisa e desenvolvimento, com foco em sustentabilidade e modernização.

Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, “2024 foi um ano excepcionalmente bom para a indústria automotiva, fortalecendo a geração de empregos e a recuperação econômica”.

Um ano de reconquista

Após enfrentar crises severas, como a recessão econômica de 2015 e os impactos da pandemia de Covid-19, o mercado automotivo brasileiro demonstra sinais claros de recuperação e consolida sua posição no cenário global. Com perspectivas otimistas para 2025 e além, o setor reafirma seu papel como um dos principais motores do desenvolvimento industrial e social do país.

Onde estavam esses homens “entendidos de economia” quando FHC quebrou o país 3 vezes em 8 anos?

Armínio Fraga, deveria, em vez de seguir com seu palavrório neoliberal explicar como ele, então presidente do BC elevou a taxa de juros a mais de 35% durante o governo do bibelô da mídia nativa.

Não quero me estender tanto, mas há um termômetro bem singular com o atual momento de nossa economia com a treceira vez que FHC estragou de vez nossa economia.

Eu, um reles fabricante de blusas de malha de fundo de quintal, recebia notícias todas truncadas pela mídia para proteger a imagem de seu escapulário neoliberal. Só sentia que o troço tinha azedado, na prática, no balcão, direto com os comerciante que não estavam comprando nada porque nada vendiam.

Foi aí que eu tive que fazer a pergunta derradeira: cadê todo mundo?
Eu me referia às grandes grifes que tinham, inclusive lojas próprias nos melhores pontos das melhores localidade do país. Marcas consolidadas há mais de 3 décadas, desapareceram do mapa. Gente realmente grande como a poderosa Alpargatas que detinha mais de 17 marcas fortes que tinham broxado, falido.

E pela ausência de informação desse misterioso sumiço a figura do inferno se fez presente em todo o seguimento têxtil. Eu constatei isso, in loco. Era o atestado de inépcia do governo que prometeu o paraíso depois da privataria que entregou de bandeja o patrimônio do povo, como aqui na CSN em Volta Redonda.

Então, esses mistificadores que adoram falar em crise economica do governo Lula 3, deveriam pegar os resultados das vendas de natal este ano, e ver que no recorde de final de ano que passou de 12% em relação ao ano passado, o vestuário foi um dos que mais movimentaram a nossa economia.

E tem vigarista manipulador se dizendo revoltado com os rumos de nossa economia. Só não mando pra casa do seu Jair no Vivendas da Barra, porque o clima lá, ta pesado até para esses pulhas do “mercado”

LULA 4: Por que a direita está com tanto medo de Lula se reeleger mais uma vez em 2026?

Mesmo com a mídia totalmente instrumentalizada pela direita, essa gente está apanhando de Lula antes da hora.
Está uma choradeira danada. Estão entregando a rapadura antes mesmo da garapa virar manduça ou açucar mascavo.

Acabam dando um credito antecipado pra Lula. Parece que não aprenderam nem perder pra Lula. Como vão vence-lo assim?

A trinca, direita, banco e mídia não aguenta com as diabruras do mago que veio de onde veio e o mundo todo o admira como um dos maiores líderes do planeta, ainda mais que agora que o Brasil vai presidir os BRICS.

A falta de imaginação ou atitude própria da direita, facilita a subida da rampa pela quarta vez desse fenômeno politico chamado Lula.

Veículo da Tesla, de Elon Musk, explode em frente a hotel de Trump

Polícia trata caso como possível ato terrorista, que pode ter vínculo com atropelamentos em Nova Orleans. Motorista morreu com explosão.

Um carro elétrico da Tesla, de Elon Musk, explodiu no estacionamento do hotel Trump Las Vegas, nesta quarta-feira (1º/1), nos Estados Unidos.

O motorista do veículo Cybertruck morreu com a explosão. Outras sete pessoas tiveram ferimentos leves.

As autoridades tratam o caso como um possível ato terrorista, de acordo com a ABC News.

O veículo teria sido alugado pelo aplicativo Turo, assim como o carro utilizado por um terrorista para matar pelo menos 15 pessoas atropeladas durante as festividades de ano novo em Nova Orleans, também nos Estados Unidos.

De acordo com a rede de notícias, o veículo estava recheado com uma carga de morteiros, estilo fogos de artifício.

 

Corregedoria apura ameaça de policial civil de SP contra Natuza Nery, em supermercado

Policial disse a Natuza que pessoas como ela “merecem ser aniquiladas”

Um inquérito aberto na Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo investiga denúncia de ameaça à jornalista Natuza Nery, da GloboNews, feita por um policial civil. O fato ocorreu na noite de segunda-feira (30), quando a jornalista estava em um supermercado na região de Pinheiros, na capital paulista. A informação é da colunista Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo

Segundo testemunhas, o policial se aproximou de Natuza Nery e perguntou se ela era “a Natuza Nery da GloboNews”. A seguir, disse que tanto a jornalista quanto a emissora seriam responsáveis pela situação do país, completando que pessoas como ela “merecem ser aniquiladas”.

Ainda de acordo com relatos, quando o policial estava no caixa, ele continuou a ofender a jornalista. Uma mulher que acompanhava o homem tentou intervir, pedindo que ele parasse com os ataques e afirmando que a famosa estava apenas desempenhando sua função profissional.

Natuza Nery

Policial que ameaçou Natuza também passará por investigação administrativa
O caso atraiu a atenção de várias pessoas. A Polícia Militar foi acionada e esteve no local. Inicialmente, o caso começou a ser registrado no 14º Distrito Policial. Posteriormente, o acusado foi identificado como policial civil, e a Corregedoria assumiu as investigações.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirma que “diligências foram realizadas no supermercado em busca de imagens do ocorrido e de eventuais testemunhas”.

Além do inquérito criminal, foi iniciada uma investigação administrativa que pode levar à expulsão do agente. A SSPnão divulgou o nome do policial envolvido. De acordo com informações apuradas, ele não estava em serviço no momento da ocorrência e também fazia compras no estabelecimento.

 

O que esperar do projeto Neofascista no Brasil em 2025?

O bolsonarismo, caminha para a memória e recordação.
digo, daquilo que sobrar depois da prisão do infeliz.

O apogeu do bolsonarismo se deu nos quatro anos de poder.
Já o projeto neofascista deu as caras em 2013.

Bolsonaro foi um vírus oportunistas daquela pantomima.

Isso desperta uma curiosidade. De onde vem e como foi plantado o Neofascismo no Brasil? A gente não fala disso. Pelo menos não, publicamente.

lógico que a mídia de banco sustentou de forma abrangente o discurso de ódio que ela julga ser perfumado. Não é e nunca foi.

Logo na farsa do mensalão, ela mostrou os dentes e as travas de prego da chuteira dos carniceiros. O projeto era debilitar o governo Lula e o próprio PT caçando e condenando Zé Dirceu, Genuino etc, via Joaquim Barbosa.

Mas com Lula, o desemprego, fome, desamparo, desesperança, colapso ambiental, solidão e ressentimento da era FHC deu sinal de vida, e muita vitalidade em uma busca concreta de mudanças de paradigmas.

Resultado, o PT com Lula e Dilma venceram mais duas eleições, completando seguidamente 3 vitórias consecutivas.
Mas o demônio neoliberal ensinou a seus súditos uma maneira subjetiva do neofacismo existir, e vieram as tais jornadas de Junho de 2013.

Ali, as milícias do racismo, da misoginia, da homofobia, da desinformação, do fanatismo e do obscurantismo deram as caras.

Chegaram chegando com apoio diuturno da Globo e congêneres na convocação e manutenção das manifestações, ao vivo e a cores.

Só pararam de dar esse apoio quando uma favela da Barra da Tijuca gostou da festa e resolveu fazer um arrastão nas lojas, sobretudo de carrões importados.

Exigiu-se então uma outra forma de pensar a disputa política na esquerda, assim Dilma se reelegeu, mas isso não bastou para estancar a sanha golpista do neofascismo., que contava com outra farsa jurídica chamada Lava Jato.

A candidatura atual de Lula se afirma como a única capaz de impedir a cristalização desse bloco em um novo ciclo de governo.

Justamente por isso, a mídia sopra forte os ventos contrários pra que Lula, se vencer em 2026, não some forças políticas e sociais que possam exigir a falência dessa forças das trevas que, sem ilusões, existe e precisa ser combatida urgentemente.