O Embraer KC-390 Millennium segue ampliando sua presença internacional e demonstrando suas capacidades operacionais em ambientes extremos. Como parte de uma turnê mundial de demonstração, a aeronave esteve recentemente no Campo de Testes de Vidsel, na Suécia, onde realizou com sucesso operações em condições severas de frio.
Durante os testes, o KC-390 executou pousos e decolagens curtos, comprovando sua aptidão para operações dispersas mesmo em cenários climáticos adversos. Segundo o comunicado, a missão foi concluída com 100% de sucesso, reforçando a confiabilidade da aeronave em ambientes de baixa temperatura e pistas desafiadoras.
De acordo com a Aerolin, a demonstração integra a estratégia de promoção global do cargueiro militar, desenvolvido pela Embraer, que vem conquistando novos mercados e consolidando sua presença junto a forças aéreas internacionais.
Em 2025, a Força Aérea Sueca confirmou a aquisição de quatro unidades do KC-390, com o objetivo de modernizar sua frota de transporte militar. Com a decisão, a Suécia tornou-se a sétima nação da OTAN a selecionar a aeronave, ampliando a presença do modelo dentro da aliança.
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A Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta terça-feira (31) que começará a atacar empresas americanas no Oriente Médio, como parte de uma retaliação aos bombardeios realizados pelos Estados Unidos e Israel.
A declaração foi dada em um comunicado divulgado pela mídia estatal iraniana, que detalhou 18 organizações que seriam alvos a partir das 20h (horário local) de quarta-feira (1), horário de Brasília. O texto da Guarda Revolucionária enfatiza que as ações serão direcionadas a empresas que, segundo o Irã, participam de operações consideradas “terroristas”.
“Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro”, afirmou a Guarda no comunicado.
A lista de empresas americanas sob ameaça inclui gigantes como Boeing, G42, Spire Solution, GE, Tesla, JP. Morgan, Nvidia, Palantir, Dell, IBM, Meta, Google, Apple, Microsoft, Oracle, Intel, HP e Cisco. O Irã orienta também que moradores em um raio de um quilômetro dessas empresas no Oriente Médio evacuem as áreas imediatamente.
Ainda nesta terça-feira, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que bombardeou duas instalações militares dos Estados Unidos no Oriente Médio: uma base secreta nos Emirados Árabes Unidos e um alojamento de tropas no Bahrein. Os ataques, de acordo com o Irã, foram realizados com precisão e causaram danos substanciais.No entanto, até o momento, os Estados Unidos, os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein não confirmaram oficialmente os ataques. De acordo com a versão iraniana, a base secreta no Emirados Árabes Unidos, localizada fora da base aérea de Al Minhad, foi destruída.
O Irã afirmou que cerca de 200 soldados americanos estavam na base no momento do ataque. As autoridades americanas, no entanto, não confirmaram essas alegações. A Guarda Revolucionária também afirmou ter atingido um alojamento de tropas no Bahrein, onde estavam estacionadas as forças da 5ª Frota Naval dos EUA.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, comentou sobre os ataques, afirmando que as tropas americanas haviam abatido dois mísseis disparados pelo Irã contra uma sala de oficiais. No entanto, ele não forneceu mais detalhes sobre o incidente ou sua localização.
Os ataques do Irã às bases militares dos EUA no Oriente Médio têm sido uma retaliação crescente à presença militar americana na região desde o início do conflito. As bases, que foram alvo de bombardeios nas últimas semanas, foram evacuadas pelos Estados Unidos no início deste ano, a fim de evitar baixas nas tropas americanas.
Enquanto isso, o Irã continua a afirmar que suas ações têm como objetivo proteger a soberania nacional e responder aos ataques sofridos. Segundo o DCM, o governo iraniano destacou que a retaliação também visa pressionar as potências ocidentais a reconsiderarem sua política na região.
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O ex-governador bandido, Claudio Castro, é a extensão perfeita do clã Bolsonaro. Como governador, agiu perfeitamente dentro das quatro linhas do bolsonarismo carioca, que se confunde com a própria milícia.
Sim, o clã Bolsonaro é a milícia das milícias cariocas, e certamente isso será exposto com calreza pela campanha de Lula para deixar claro, como denunciou hoje o insuspeito Estadão, dizendo que Flavio é a cópia fiel do seu pai, golpista, bandido, líder de facção criminosa e por aí vai.
A cúpula do bolsonarismo é um coquetel criminoso. Não é sem motivos que, no plano do golpe de Estado, a ação miliciana de exterminar Lula, Alckmin e Moraes era imprescindível.
O vizinho do assassino de Marielle, Ronnie Lessa, tem um histórico que se confunde com a própria milícia carioca e, como é sabido por todos, os filhos 01, 02, 03 e 04, do Seu Jair da casa 58, não soltam um traque sem a ordem expressa do pai.
Claro, o 01, Flavio, é o mais proeminente desse esquema por ser o primogênito e, por isso mesmo, sempre trafegou de mãos dadas com líderes da milícia, sobretudo de Rio das Pedras e Muzema, vide Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio, na adeia, a mando do pai.
Esse caldo de excremento, liderado por Claudio Castro, que lhe custou a cassação, surrupiou dos cofres públicos mais de R$ 600 milhões, dinheiro desviado de impostos pagos pelos cariocas para financiar e organizar cabos eleitorais em favor da campanha de reeleição de Castro. Foram quase 30 mil servidores temporários sem concurso público, sem justificativa técnica ou qualquer coisa que o valha.
O mesmo abuso de poder econômico, visto em Brasília com Bolsonaro, na tentativa de se reeleger, foi decalcado por Claudio Castro, do PL, partido de Bolsonaro, para fraudar eleições.
Por isso a sua inelegibilidade, assim como a de Bolsonaro.
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Um sujeito em fim de linha, politicamente carcomido e sarcopênico de perna fina, chega numa idade dessa para dizer que o seu grande projeto para o Brasil, que merecerá urgência urgentíssima, é anistiar Bolsonaro.
O interessante é ver Merval Pereira dizer que Caiado é uma tentativa de abrir espaço alternativo à polarização. Ao lado dele, no mesmo Globo, Miriam Leitão praticamente enterra o trapaleão de Goiás, com a chamada, “golpismo da direita permanece no centro da política eleitoral”.
Isso mostra que a direita, com Bolsonaro, que durante quatro anos, não apresentou um projeto sequer para o país, além do genocídio por covid, tentativa de golpe de Estado com o assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.
Já Ronaldo Caiado e Flavio Bolsonaro têm como principal plataforma a anistia do golpista genocida.
Se isso não é o cachorro vira-lata correndo atrás do próprio rabo, não se sabe o que é.
No caso de Flavio, surgiu um agravante criminoso, quando, em pleno evento da extrema direita nos EUA que, diga-se de passagem, estava esvaziado, o sabujo fez um discurso entreguista, dizendo que, se eleito, entregaria para os EUA as terras raras do Brasil, assim como já é sabido que quer fazer o mesmo com a Amazônia, como sempre sonhou seu pai.
Ou seja, Flavio é um borralho de Bolsonaro, e Caiado um borralho de Flavio. Todos contra o Brasil.
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Senador também atuou na defesa de policiais militares do RJ acusados de matar quatro pessoas
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL/RJ), atuou como advogado de defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado de matar Ana Clara Machado, de 5 anos, durante patrulhamento de rotina na comunidade Monan Pequeno, em Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
A menina brincava com o irmão de 2 anos na porta de casa quando foi atingida pelo disparo de fuzil efetuado pelo PM, segundo denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O assassinato, ocorrido na manhã de 2 de fevereiro de 2021, teve ampla repercussão nos principais jornais do país à época.
Ana Clara Machado, 5 anos – Foto: Reprodução
Delaroli, que era cabo no 12º BPM de Niterói, chegou a ser preso preventivamente, mas a medida foi revogada em novembro de 2021, quando a Justiça determinou sua substituição por medidas cautelares.
O senador Flávio Bolsonaro integrou a banca de defesa do militar. O parlamentar assina o recurso apresentado em 2024 ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para reverter a decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro que submeteu o caso a júri popular. O recurso foi negado pela Corte. O caso não cabe mais recurso e Delaroli aguarda julgamento.
A peça também é assinada por advogados dos escritórios Paulo Klein Advogados e Giusto e Klein Advocacia, entre eles, Paulo Márcio Ennes Klein, que já atuou na defesa de Fabrício Queiroz — ex-assessor de Flávio Bolsonaro investigado no esquema das chamadas “rachadinhas” no período em que trabalhou no gabinete do político na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Procurado, o escritório Paulo Klein Advogados informou que não vai se pronunciar. O escritório Giusto e Klein Advocacia e o senador Flávio Bolsonaro não retornaram aos contatos do ICL Notícias.
O que diz a denúncia contra o PM De acordo com a denúncia da promotoria, Delaroli atirou em direção à área residencial e de lazer onde Ana Clara brincava, “com vontade livre e consciente, assumindo o risco de matar”.
Ao escutarem os disparos de arma de fogo, pessoas que passavam pelo local gritaram “é morador, é morador”, em tentativa de fazer com que os disparos cessassem. “Mesmo após a advertência, o policial militar seguiu com os disparos, não se importando com o risco assumido de produzir o resultado morte”, ressaltou a acusação.
Ainda de acordo com os autos, após a criança ser baleada, um colega de farda de Delaroli, “muito nervoso” repetia para o cabo: “olha a merda que você fez”. Testemunhas relataram que os policiais demoraram para prestar socorro à Ana Clara, “apenas o fazendo diante da clemência dos moradores e parentes da vítima fatal”.
Local onde a menina foi assassinada – Imagem: Reprodução/Autos do processo
Em sua defesa, o policial militar afirmou ter reagido a uma suposta agressão de traficantes armados. O MPRJ, no entanto, sustentou que não havia indícios de confronto prévio, com base em depoimentos de testemunhas que negaram a ocorrência de troca de tiros e afirmaram que não havia atividade de tráfico de drogas no local.
A promotoria destacou ainda que a viatura dos policiais não tinha “qualquer sinal de confronto” e que a perícia arrecadou na cena do crime estojos de munição iguais aos usados por Delaroli.
Senador defendeu PMs acusados de emboscada O senador Flávio Bolsonaro também assinou, ao lado da banca do escritório Paulo Klein Advogados, um recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em defesa de quatro policiais militares acusados de matar quatro homens durante uma emboscada no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, em 16 de janeiro de 2020.
Nesse caso, a defesa também tentou reverter, no ano passado, a decisão que determinou que os réus fossem julgados pelo tribunal do júri. Os cabos Pedro Jeremias Lemos Pinheiro, Victor Barcelleiro Batista e Rafael Nascimento Rosa e o sargento Ricardo de Moraes Mattos eram lotados à época no Grupamento de Intervenção Tática (GIT) da Coordenadoria de Polícia Pacificadora.
De acordo com o MPRJ, os assassinatos “foram cometidos mediante emboscada, tendo em vista que os denunciados [os PMs] ficaram escondidos no interior de um imóvel posicionando-se em um plano superior ao que se encontravam as vítimas, para subitamente atacá-las, com disparos de cima para baixo”.
A investigação apontou que os policiais teriam invadido uma residência pela manhã e aguardado até a tarde para realizar os disparos, feitos de cima para baixo, surpreendendo as vítimas sem chance de defesa.
Os policiais alegaram em sua defesa que foram para a comunidade pela manhã, para uma operação de combate ao tráfico. Após a prisão de um traficante e um policial ser baleado, os agentes afirmaram que deixaram o local.
O escritório de Flávio Bolsonaro em Brasília Flávio Bolsonaro atuou nos dois casos com inscrição suplementar da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF). Seu registro de origem é no Rio de Janeiro. O senador tirou o registro no DF em abril de 2021, mesmo mês em que abriu um escritório de advocacia na capital federal, com endereço na mansão onde mora no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.
Ele não é impedido de trabalhar como advogado por ocupar o cargo de senador. Pelo Estatuto da Advocacia, parlamentares não podem advogar contra ou a favor de órgãos e entidades ligados à administração pública.
Conforme mostrou reportagem da Agência Pública publicada em junho de 2022, Flávio Bolsonaro registrou como administradora do seu escritório de advocacia Letícia Caetano dos Reis. Ela contou em entrevista à Pública ter sido indicada à vaga pelo advogado Willer Tomaz, amigo do senador – que negou conhecê-la. “Eu fui convidada por um conhecido [do Flávio Bolsonaro] que também me conhecia. Eles me ofereceram para entrar em sociedade para administrar a empresa dele e aí eu aceitei para fazer essa administração”, contou Letícia Reis.
Foto: Reprodução – Agência Pública
Mais recentemente, investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS revelou que Letícia Reis é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, o lobista conhecido como Careca do INSS.
Relatório alternativo da CPMI apresentado na última sexta-feira por parlamentares governistas pede o indiciamento de Flávio Bolsonaro pela ligação com Reis.
Flávio Bolsonaro e a milícia A relação de Flávio Bolsonaro com policiais militares associados ao crime no Rio de Janeiro é antiga. Quando era deputado estadual, o político empregou em seu gabinete na Alerj a mãe e a mulher do miliciano Adriano da Nóbrega. Morto em 2020, Adriano foi acusado pelo MPRJ de liderar o grupo de matadores de aluguel conhecido como Escritório do Crime.
O podcast do Uol Investiga, “Polícia Bandida e o clã Bolsonaro”, sobre a relação da família Bolsonaro com agentes de segurança, mostrou que Flávio Bolsonaro e seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro, condecoraram pelo menos 16 PMs denunciados em organizações criminosas.
*Alice Maciel /ICL
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Presidente fez clara alusão ao episódio da GloboNews, que forçosa e falsamente o colocou no escândalo do Banco Master com uma “arte”, para depois pedir desculpas pelo erro
presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante um ato oficial de inauguração de obras e escolas conectadas, nesta segunda-feira (30), em Brasília, debochou abertamente das ações da mídia corporativa que sempre objetivam prejudicá-lo politicamente, usando como referência desta vez o episódio do farsesco e infame PowerPoint da GloboNews que o colocou como envolvido central no escândalo do Banco Master, há uma semana, gerando tanta turbulência que a emissora sentiu-se obrigada a confessar o “erro” e a pedir desculpas ao estadista.
“A Globo, o SBT, a Band, a Record, não vão fazer um PowerPoint mostrando isso aqui… Seria maravilhoso se fizessem um PowerPoint mostrando cada coisa que nós fizemos… Seria extraordinário, mas não vão fazer… Eu nem sei se eles captaram todas as informações que foram passadas aqui… Nem sei… Porque hoje, o fuxico, tem mais incidência que a verdade… O que foi dito aqui, se vocês acompanham a internet, vai ter mais gente destruindo o que foi falado aqui do que gente construindo o que foi falado aqui… E o que eu quero dizer com isso? Eu quero dizer com isso que, se nós não tivermos capacidade de sair daqui com as informações que nós recebemos e fazermos o debate, que precisa fazer, a gente poderá permitir que os mentirosos de sempre indulzam a sociedade a uma mentira”, disparou o presidente. Com Forum.
Rapaz! Até o Lula foi pra cima desses PowerPoints mentirosos que algumas emissoras andam fazendo sobre ele e o governo. pic.twitter.com/9TjoVyydhx
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Presidente dos EUA afirma que forças estadunidenses ‘propositalmente ainda não tocaram’ em alvos estratégicos como usinas de dessalinização e poços de petróleo
O presidente Donald Trump ameaçou nesta segunda-feira (30/03) destruir “completamente” a ilha de Kharg, principal centro de exportação de petróleo do Irã, e outros importantes locais de produção de energia no país, caso Teerã não concorde com um acordo de paz e não ponha fim ao bloqueio de fato do Estreito de Ormuz.
Em uma publicação nas redes sociais, ele afirmou que os Estados Unidos fizeram “grandes progressos” nas negociações com “UM NOVO REGIME, MAIS RAZOÁVEL” no Irã e que um acordo provavelmente será “alcançado em breve”.
Mas ele também reiterou as ameaças de destruição extrema contra alvos iranianos que, segundo ele, as forças armadas dos EUA “propositalmente ainda não tocaram” desde o início dos bombardeios contra o Irã, realizados em conjunto com Israel há mais de um mês. Esses alvos incluíam a Ilha de Kharg, usinas de energia elétrica, poços de petróleo e “possivelmente todas as usinas de dessalinização”, afirmou.
Em uma entrevista publicada no domingo (29/03), Trump sugeriu que Washington poderia tentar tomar a Ilha de Kharg, que surgiu como um alvo potencial para as forças armadas estadunidenses. “Talvez tomemos a Ilha de Kharg, talvez não”, disse Trump ao Financial Times. “Temos muitas opções”.
Vale relembrar que os EUA bombardearam a ilha em um dos ataques de março, concentrando-se em suas instalações militares, enquanto deixaram intactas as instalações de exportação de petróleo.
*Opera Mundi
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 horas para que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) explique uma possível violação das regras da prisão domiciliar após a circulação de um vídeo gravado por Eduardo Bolsonaro durante a Conferência de Ação Política Conservadora, a CPAC, nos Estados Unidos.
A decisão foi tomada depois que imagens passaram a circular nas redes sociais mostrando o deputado licenciado afirmar que exibiria o conteúdo ao pai, mesmo com a existência de restrições expressas ao uso de meios de comunicação externos.
No vídeo, Eduardo diz: “Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e eu vou provar para todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento de forma injusta, tirando o seu líder, Jair Messias Bolsonaro”.
ATENÇÃO! Esse vídeo precisa chegar ao Ministro Alexandre de Moraes. Eduardo Bolsonaro, no evento de extrema-direita nos Estados Unidos, estava fazendo uma transmissão ao vivo para mostrar o que tava acontecendo no evento ao Bolsonaro, que está em prisão domiciliar sem poder ter… pic.twitter.com/iOWfYwHHGk
A fala levou Moraes a cobrar esclarecimentos imediatos da defesa, já que a decisão que concedeu a prisão domiciliar estabelece proibição ao uso de celular, redes sociais e qualquer forma de comunicação externa, seja direta ou indireta.
Segundo o despacho, as regras impostas a Bolsonaro também vedam a gravação e o recebimento de vídeos e áudios, inclusive quando isso ocorrer por intermédio de terceiros. Moraes destacou que o benefício concedido ao ex-presidente está condicionado ao cumprimento rigoroso dessas limitações. De acordo com o DCM, qualquer indício de descumprimento passou a ser tratado como questão relevante pelo Supremo Tribunal Federal.
Bolsonaro foi colocado em prisão domiciliar no último dia 24, por um período inicial de 90 dias, após alta hospitalar para tratamento de broncopneumonia.
A medida determinou que o cumprimento da pena ocorra integralmente na residência do ex-presidente, em Brasília, com controle rígido sobre visitas e comunicações. O despacho do ministro ainda afirma que eventual violação das condições estabelecidas pode resultar na revogação do benefício, com retorno ao regime fechado ou transferência para uma unidade hospitalar penitenciária.
Durante o evento nos Estados Unidos, Eduardo também declarou que pretendia mostrar que o pai não poderia ser silenciado e apresentou o senador Flávio Bolsonaro como “próximo presidente do Brasil”. A CPAC reuniu lideranças da direita internacional entre os dias 25 e 28 de março.
🚨 EDUARDO BOLSONARO DEFENDE FLÁVIO E MINIMIZA POLÊMICA COM MICHELLE
Diretamente do CPAC, Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP saiu em defesa da candidatura de Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro e minimizou o incômodo de Michelle Bolsonaro.
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Envolvido com grilagem de terras, construção, venda e locação de imóveis na região, o major Ronald também é acusado de fazer parte do Escritório do Crime, braço armado de milícia que era comandada por Adriano da Nóbrega.
Condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 56 anos de prisão por duplo homicídio e homicídio tentado no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, o ex-policial militar Ronald Paulo de Alves, conhecido como Major Ronald, foi homenageado por Flávio Bolsonaro (PL) em 2004 quando o agora pré-candidato à Presidência era deputado estadual no Rio de Janeiro.
Na moção de louvor apresentada pelo filho “01” de Jair Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), o ex-PM é homenageado pelos “importantes serviços prestados ao Rio de Janeiro”.
À época, o gabinete de Flávio Bolsonaro tinha como funcionário Fabrício Queiroz, pivô do esquema de corrupção das “rachadinhas”, que incluía ex-esposa e mãe do miliciano Adriano da Nóbrega, que comandava o braço de extermínio da milícia que atuava em Rio das Pedras, conhecido como Escritório do Crime, segundo Plínio Teodoro, Forum.
Em 2019, em prisão preventiva, Ronald e o subtenente reformado Mauricio Silva da Costa, o Maurição, tiveram que ser transferidos para um presídio federal de segurança máxima fora do estado.
Segundo informações do Ministério Público do Rio, os milicianos estariam ameaçando moradores da comunidade de Rio das Pedras que estão colaborando com as investigações.
Envolvido com grilagem de terras, construção, venda e locação de imóveis na região, o major Ronald também é acusado de fazer parte do Escritório do Crime, organização criminosa especializada em praticar assassinatos por encomenda.
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O tal Banco Central independente é uma grande piada, tanto que André Esteves do BTG Pactual batia no peito para dizer que todos os dias Campos Neto, enquanto presidente do BC, e Arthur Lira, enquanto presidente da Câmara, ligavam para ele para receber orientações e avaliações sobre suas escolhas, suas condutas.
A usurpação da taxa de juros, decidida pelo próprio sistema financeiro, produz o mesmo que toda empresa privatizada no Brasil, lucros exorbitantes para os acionistas e uma progressiva ruína da empresa para os brasilleiros.
Tanto isso é verdade que o colunismo de economia da grande mídia não quer saber de tevisitar uma empresa depois de privatizada para compará-la à antiga estatal, de tão díspar que é o resultado contra a sociedade brasileira.
Não há lero lero técnico possível que justifique esse estupro ao bolso dos brasileiros que necessitem de crédito ou que tenham que pagar seus boletos.
Não se pode jamais esquecer que o motivo real do golpe em Dilma Rousseff foi por ela ter a coragem de reduzir o spread bancário à menor taxa da história em busca da reindustrialização brasileira.
Lógico, isso impacta negativamente nas pesquisas de opinião, já que os impactos em cadeia na economia brasileira são evidentes, pois o Brasil tem a maior taxa real de juros do mundo.
É fundamental que essa lógica mude radicalmente nos próximos seis meses da eleição presidencial, mesmo que, para isso, Lula tenha que reestatizar o Banco Central, privatizado por Bolsonaro, que gerou, entre outros absurdos como a taxa de juros, um caminho de ratos para Vorcaro e outros roedores deitassem e rolassem nessa marafunda financeira.
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