Nem sempre a engenharia da mentira funciona. Isso está claro no barata voa da campanha de Flavio, no cerca frango do irmão, Eduardo Bolsonaro, mas sobretudo nos ratos que estão roendo as cordas do Titanic e pulando fora.
A bateção de cabeça é ampla, geral e irrestrita no mundo da gangue de Bolsonaro. É um tal de um sujeito como Zema dizer que é imperdoável a relação promíscua entre Flavio e Vorcaro, e Caiado seguir nessa mesma linha, mas como algodão entre cristais para, em seguida, os dois dizerem um “não é bem assim”, para não ficar mal com o eleitorado bolsonarista.
De nada adiantou, o leite já havia derramado para o lado de Zema, com Eduardo dizendo que, por traição, ele está descartado como vice do irmão.
Já Caiado ficou naquela zona morta do nem sim, nem não, muito pelo contrário, e o negócio é derrotar o PT.
Com Allan dos Santos, é rato comendo rato. Ou seja, não há qualquer escrúpulo nessa trinca de morde e sopra. É urubu bicando urubu.
O fato é que não há aquela propagação massiva do exército de mercenários, mantidos a peso de ouro pela Secom no governo Bolsonaro para botar o bloco dos robôs nas redes, os carregadores de piano da Jovem Pan e todos aqueles vagabundos pagos a peso de ouro para defender cloroquina, aplaudir genocídio, fazer boca de siri da gigantesca corrupção nos ministérios de Bolsonaro e todas as falcatruas que corriam soltas na gestão do golpista, que tinha nas mãos os comandos da PF e da PRF que, junto com a base eleitoral do clã na cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente no governo de Claudio Castro e na Alerj, com todo tipo de bandido. formava uma muralha quase instansponível.
Sem aquela grana toda que jorrava, a ritmica hoje é outra. As cartas não estão sendo dadas pelo clã, que virou uma peça urbana e rural do folclore nacional.
Até Alexandre Garcia, Constantino e Ana Paula do Vôlei, mais uma variedade desses tipos que davam de ombros para a ética em defesa de Bolsonaro, agora estão naquele exercício de pesquisas, com um olho no peixe e outro no gato, num núcleo disperso, mas seguindo na contramão de suas defesas cegas que faziam no passado bem remunerado.
Agora, até a pronúncia mudou de figurino e a feitiçaria verborrágica é típica daqueles que traem sem choro, nem vela.
Se as pesquisas, no decorrer de 30 dias, mostrarem novos rumos nos resultados, com Flavio sangrando em praça pública, podem ter certeza, muito mais gente da alta cúpula de sua campanha silenciará seus clarins em ovação a Flavio.
O pior é que o 01 já avisou que tem mais merda para estourar com filmezinho, com tudo em encontros subterrâneos com Vorcaro.
Seja como for, o timbre do bolsonarismo oficial que já beira o infantil, com desculpas esfarrapadas e sonolentas, vai, no capítulo seguinte, virar agulha no palheiro.
A conferir.
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