O mago da internet, segundo o próprio, como um gênio das finanças, converteu em bufê à brasileira sua receita, supostamente futura, em patrimônio atual.
Isso, segundo o falastrão, sem comprovante, justifica seus módicos foguetes que lhe deram 8.000% de ganho patrimonial em apenas 4 anos. Para o povo, sobrou combar do novo Midas da história da humanidade, uma singela auditoria como comprovante do “mérito”, notas fiscais dos livros, das palestras, dos cursos e, por que não, as viagens no jatinho de Vorcaro que ele não sabia de quem era.
Não é uma questão mera e simplesmente de extrato bancário, como quis fazer parecer em seu videozinho “muito didático”. Isso não é documento fiscal. Aplausos da Receita Federal, nesse caso, vêm com multa se não tiver nota. Aqui se acredita em conta com comprovante, é claro, assim como a Receita não discute narrativa.
E é nesse ponto que Nikolas esqueceu de declarar alguma coisa, é que, no Brasi, tornou-se a picaretgem mais comum de quem joga para o apaluso de gente burra com a ignorância alheia.
Estamos falando de um patrimônio material astronômico, segundo ofício da Receita vazado.
Lógico que o pouca sombra mandou aquele lado gravado na história “gente, estão pedindo comprovante! Isso é perseguição”.
Auditor: “Não, isso é aritmética”. Mais que isso, o audtr com uma lupa gigante em cima de um extrato, onde aparece 8.000% de crescimento patrimonial circulado em vermelho.
O que Nikolas tentou fazer foi responder à Receita sem responder à Receita.
Título do vídeo (Eles me perseguem porque eu trabalho. É pura perseguição política, 8.000% não é crime, mas sim a inveja do meu sucesso).
Passo um: Não anexar estrato, mas sim anexar print de corte de podcast.
Passo dois: Vou falar de Deus, pátria e família que meus críticos travam.
Passo três: E se me apertar muito, gravo um videozinho chorando.
No mundo animal do bolsonarismo, xiita funciona 100% das vezes. E termino lembrando: “Eu declaro tudo, inclusive as coisas que não dá para declarar. Tamo junto”.
Provar é igual a chorar mais bandeira do Brasil. O que não entr ano videozinho, nota fiscal, contrato, extrato, DARF
Ou seja, a receita é falar bem para não mostrar nada.
Esperamos agora a parte quatro, a intimação da Receita Federal para o auditor reagir ao videozinho.
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