Flavio Bolsonaro é uma mentira em cimento armado. O que circula em seu sangue é banditismo em estado puro, mas deu para cercar frango nas redes, ameaçando processar quem visita seu passado recente de ligação intestina com a milícia carioca.
Ele quer que esqueçamos que o miliciano Adriano da Nóbrega vivia em sua sala de visitas e recebendo medalha de Tiradentes do próprio Flavio. O sujeito é uma salada completa de malfeitos com azeite, sal e vinagre.
O que Flavio pretende com suas ameaças de processar quem lembra de seu topete napoleônico ao lado do baixinho careca, Fabrício Queiroz, também miliciano e comparsa do chefe do esccritório do crime.
Não demora, exigirá que ninguém lembre do trinco da porta da casa de Ronnie Lessa que assassinou Marielle, que é praticamente geminada com a casa do papai no Vivendas da Barra.
O Dr.Chocolate não amanheceu milionaríssimo com sua mansão que hoje custa uns R$ 20 milhões, vendendo balas e pirulitos da Kopenhagen, ao mesmo tempo em que queria comprar uma mega mansão com cachoeira e praia particular, em Angra dos Reis, como uma espécie de Midas Berro D’água.
Flavio Bolsonaro tem no seu sobrenome o “por fora”, isso tudo independente do seu discurso entreguista nos EUA, das terras raras como se fosse um negociante de miçangas para agradar Trump.
O sujeito acha que algum brasileiro ficará boaquiaberto com o que será revelado sobre seus barracos morais do passado?
Não existem formas exóticas possíveis de dancinhas desengonçadas ou promessa de terremotos pessoais contra quem quer que seja que lembre de sua ficha corrida. Esse estilo missionário de extrema direita não aguenta um dedo apontado para a fuça.
Todos nesse país sabem que o sujeito não veio de nenhum convento, mas sim da gula preponderante e mafiosa dos Bolsonaro, propício, em estado de alma, a seguir os passos do pai.
Está se achando um anônimo ou um artista vindo de uma legião de desconhecidos? Ao contrário, o sujeito é um operário do crime, sem qualquer independência daquilo que lhe foi ensinado pelo varão da família e sempre movido a composições políticas espúrias para assegurar verdadeias armações consoladoras que colocam esse pastiche grotesco em qualquer altar de bezerro de ouro. Até Sergio Moro, hoje aliado, disse isso em rede nacional.
Flavio é um bandeira, sem chance para ser o marco da renascença bolsonarista adaptado ao manequim que a mídia tentou vender sob a orientação da Faria Lima.
Então, meu caro, essa casca grossa dos Bolsonaro, que é insuperável, comparado às figuras mais podres desse país, é portador de um DNA que faz qualquer um enxergar que não há fábula afivelada à sua máscara que o transforme num bolsonarista estilizado.
O gramado desse jardim, é mato carregado de pulgas carrapados e percevejos.
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Não há vacilações confabuladas pelos mordomos da elite para justificar suas derrotas na travessa das bananas.
A direita, desde 2002, transformou-se num pernil assado para Lula. A realeza de FHC tumultuou e desarranjou gravemente o ninho dos tucanos com o seu plano real que entregou o país, depois da privataria, profundamente endividado e humilhado pelo FMI.
Foi aí que Lula teve sua grande oportunide de iniciar um ciclo vigoroso e iinabalável de vitórias consecutivas nas disputas para a presidência da República, sendo três com ele e duas com Dilma, encabeçando o expresso petista.
Não há lero lero dos Mervais e Gásparis que conteste isso, tanto que foi preciso um juiz vigarista como Sergio Moro, mancomunar com Bolsonaro a prisão de Lula para que o genocida golpista chegasse à presidência e Moro, a ministro, pois, do contrário, Lula tratoraria o sacripanta no primeiro turno em 2018.
Mas seu quarto mandato virá de forma natural e instintiva a partir da escolha do povo, porque, ao contrário dos reis da direita que governaram esse país, em que a primeira ordem do primeiro dia, era findar a janta do povo, Lula operou para que os brasileiros, que viam até 300 crianças, diariamente, morrerem de inanição, sobrevivessem fortes e lindas, zerando a mortalidade infantil pela fome e a miséria.
Isso tem nome, marca Lula, e está até hoje viva e de pé no guarda-comida dos lares brasileiros com o Bolsa Família, tão defenestrado pela elite econômica e políticos que sorvem o néctar dos deuses que os bajulam em troca de financiamentos milionaríssimos.
Lula travou uma guerra contra a indignidade com que o povo era tratado no Brasil, fez isso nos seus três mandatos. Por isso, terá sua quarta gestão garanrida nas urnas em 2026.
Esse é sim o brasão reluzente de Lula, que fez com que o povo travasse uma relação afetiva com o tutu de feijão, com carne seca, com frango, assim como procurou e segue procurando formas de acabar totalmente com as dores dos desvalidos, vítimas de uma elite que vive enfiada de corpo e alma num chambrê de seda com as quinas bordadas. Matriz na iniquidade nacional e procuradora de sabujos que declarem guerra a Lula e suas políticas públicas de inclusão social.
Nisso, não há qualquer segredo. Se no primeiro arroto, Bolsonaro ecoou aos quatro cantos que, com ele, o povo deveria se comportar como um bezerro melancólico na fila do osso, Lula, por entender que somos um povo e não um amontoado de lombrigas que matam de tristeza qualquer ser humano, adota como prioridade o remédio que sempre faz o brasileiro sorrir.
Com Lula, a grande massa do povo sorri, porque não tem medo de ser feliz.
Muitos que moravam na rua, hoje têm casa material com a rebelião lulista em que o brasileiro se sente mais brasileiro e diz isso quando consultado por alguém. É exatamente isso que faz Lula ser Lula e não uma caricatura de gestores medrados que germinam das paredes mofas da casa grande.
Lula não é filho, nem neto de ninguém que sentou no trono, mas do próprio viveiro dos arigós, tratados como cidadãos de segunda pela elite do grande capital em voga na Faria Lima.
Flavio, Caiado, Tarcísio são apadrinahdos por algum fazendeiro herdeiro de escravocrata.
Lula é um príncipe que tem na sua natureza a alma do próprio povo, por ser parte dele. Por isso transforma-se num rochedo inabalável numa disputa pela cadeira presidencial e, por esse motivo, será coroado com o quarto mandato.
A conferir.
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Ataque da direita às cotas e ao Bolsa Família escancara o racismo e o ódio aos pobres
No Brasil, as eleições revelam algo fundamental, o racismo e o ódio aos pobres, verbalizados pelos próprios politicos de direita.
Não importa o que os motiva a prometer uma política de segregação racial e social, seja Flavio o principal representante da direita nas eleições deste ano, seja Renan Santos, do MBL, que é um nanico na disputa. Os dois, que representam o ódio e o racismo e reduzem um debate sério sobre as desigualdades, de maneira absolutamente vil e criminosa.
O que mais impressiona é que isso funciona contra eles próprios, porque negros e pobres votam, mas ainda assim, eles fazem críticas específicas às cotas raciais, mas sobretudo ao Bolsa Família.
Trocando em miúdos, se o sujeito está em situação de pobreza, que morra. Se é negro, que se mate num gueto qualquer, o mais importnte é defender o subdesenvolvimento geral do país.
Qualquer coisa que promova igualdade no Brasil, tem o repúdio imediato dos partidos de direita, hoje, hegemonicamente bolsonarista.
Já é sabido que os mesmos trotões mastrodônticos da direita, que vivem exaltando as vendas bilionárias dos grantes negociantes, são contra qualquer evolução patrimonial ou simplesmente de caráter trabalhista, atuando como dique contra a elevação do poder aquisitivo dos próprios consumidores.
O que pode ser mais contraditório do que um troço como esse?
O pior é que, para a grande maioria dos políticos de direita, o racismo e o ódio aos pobres são o tópico de seus discursos que estão sempre na ponta da língua. São contra uma simples transferência de renda do Bolsa Família quanto o ingresso de negros nas universidades públicas do Brasil. Até porque, não bastasse esse ódio generalizado às cotas e ao Bolsa Família, essa direita deu para atacar pesadamente os estudantes simplesmente por estudarem.
É uma loucura até para os padrões mais primitivos do liberalismo. Os brasileiros são bombardeados em qualquer espaço físico ou virtual por publicidades em busca da massificação de vendas, ao mesmo tempo em que, quem diz acreditar apenas na força do mercado, posiciona-se contra o aumento do poder de compra dos brasileiros.
Ou seja, essa turma que destina seus palavrórios aos fígados e intestinos dos “abençoados”, não consegue dar bom dia para pretos e pobres.
Isso, por si só, é uma autodelação, do cafajeste que só pensa em vender o próprio país aos EUA em nome do sofrimento e adoecimento do povo brasileiro.
Essa gente não tem o menor interesse em entender a massa de eleitores que sempre elege Lula, para manter intacta a capacidade de odiar negros e pobres que são a imensa maior parte do povo brasileiro, monitorando qualquer avanço social e divulgando de forma pejorativa, apontando o dedo para pobres e negros como pesadelo do país.
É sobre isso que falamos há muitos anos com essa patriotada verborrágica dos bolsonaristas, essas crias do fascismo escravocrata no Brasil que estão muitas vezes dentro do Congresso ou no próprio executivo, em governos estaduais e municipais, é que formam um caldo de excrescências mentais do cidadão médio. Porque a elite é a própria fonte de segregação, por motivos óbvios a partir da de sua mentalidade torpe de país.
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Que a direita bolsonarista fala para burro, não há qualquer dúvida, é só ter um microfone aberto para que, em segundos, o político da direita bolsonarista, com seus glúteos, gere um andaço mental.
Não foi sem motivos que o aliado, Estadão, jogou a toalha e chutou o pau da barraca, depois do discurso de Flavio no evento da extrema direita nos EUA, em que ofereceu a cabeça dos brasileiros na bandeja para Trump no caso das terras raras, logo após a fracassada campanha do clã Bolsonaro para a Casa Branca enfiar no Brasil uma tarifa do tamanho de um cometa.
Isso, sem falar no funk do orangotango que algum infeliz da campanha de Flavio mandou ele dançar, somado à idiotice de dizer que votou a favor do PL da misoginia por culpa do PT.
Os produtos que sairam disso, projetados na cabeça oca de algum reaça da extrema direita, foram nitroglicerina pura na campanha de Flavio, que apanhou mais do que no escândalo da rachadinha, deixando brochas os entusiastas do dinheiro grosso com suas performances.
Caiado não deixou por menos, e o resultado de sua falação sem qualquer filtro de coerência, deixou claro que, no Brasil, a direita não sabe sair jogando com a bola dominada, ou tropeça na redonda ou chuta para onde o nariz aponta, o que acaba recocheteando concretamente nas próprias cabeças ocas de sua torcida na arquibancada.
O sujeito abre o verbo com uma diarreia verborrágica automática, mostrando que a burrice não tem fronteiras e língua vira chicote da bunda.
Ora, como o camarada fabrica memes quase numa mesma fala, quando diz que, a primeira coisa que fará, caso eleito, é dar anistia a um golpista, com planos assassinos contra o presidente da República, o vice e um ministro do STF, para, no traque seguinte, dizer que é um apaixonado pela democriacia.
Isso é muito mais do que uma ironia pesada, muitas vezes pior do que uma batatada grosseira, ao estilo Deus, pátria e família.
Caiado, tentando dar ênfase a um suposto mérito individual, sentiu-se livre para dizer bobagens e desdizer na frase seguinte, quando diz que é totalmente a favor da ciência no momento seguinte em afirma que, se eleito, liertará o genocida.
Sejamos francos, isso não vem de agora, na era de FHC, em defesa do boquirroto neoliberal, a direita comemorava a liderança de um “intelectual’ quando o próprio fala “esqueçam tudo o que eu disse”, numa forte redução de sua própria biografia.
Por isso, não tem saída, a frase clássica, quando a direita abre a boca, solta seu intestino, numa tempestade de fezes, o conteúdo é daí para pior. O debate não alcança um mísero milímetro e as metáforas de banhero já nascem prontas.
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O Embraer KC-390 Millennium segue ampliando sua presença internacional e demonstrando suas capacidades operacionais em ambientes extremos. Como parte de uma turnê mundial de demonstração, a aeronave esteve recentemente no Campo de Testes de Vidsel, na Suécia, onde realizou com sucesso operações em condições severas de frio.
Durante os testes, o KC-390 executou pousos e decolagens curtos, comprovando sua aptidão para operações dispersas mesmo em cenários climáticos adversos. Segundo o comunicado, a missão foi concluída com 100% de sucesso, reforçando a confiabilidade da aeronave em ambientes de baixa temperatura e pistas desafiadoras.
De acordo com a Aerolin, a demonstração integra a estratégia de promoção global do cargueiro militar, desenvolvido pela Embraer, que vem conquistando novos mercados e consolidando sua presença junto a forças aéreas internacionais.
Em 2025, a Força Aérea Sueca confirmou a aquisição de quatro unidades do KC-390, com o objetivo de modernizar sua frota de transporte militar. Com a decisão, a Suécia tornou-se a sétima nação da OTAN a selecionar a aeronave, ampliando a presença do modelo dentro da aliança.
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A Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta terça-feira (31) que começará a atacar empresas americanas no Oriente Médio, como parte de uma retaliação aos bombardeios realizados pelos Estados Unidos e Israel.
A declaração foi dada em um comunicado divulgado pela mídia estatal iraniana, que detalhou 18 organizações que seriam alvos a partir das 20h (horário local) de quarta-feira (1), horário de Brasília. O texto da Guarda Revolucionária enfatiza que as ações serão direcionadas a empresas que, segundo o Irã, participam de operações consideradas “terroristas”.
“Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro”, afirmou a Guarda no comunicado.
A lista de empresas americanas sob ameaça inclui gigantes como Boeing, G42, Spire Solution, GE, Tesla, JP. Morgan, Nvidia, Palantir, Dell, IBM, Meta, Google, Apple, Microsoft, Oracle, Intel, HP e Cisco. O Irã orienta também que moradores em um raio de um quilômetro dessas empresas no Oriente Médio evacuem as áreas imediatamente.
Ainda nesta terça-feira, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que bombardeou duas instalações militares dos Estados Unidos no Oriente Médio: uma base secreta nos Emirados Árabes Unidos e um alojamento de tropas no Bahrein. Os ataques, de acordo com o Irã, foram realizados com precisão e causaram danos substanciais.No entanto, até o momento, os Estados Unidos, os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein não confirmaram oficialmente os ataques. De acordo com a versão iraniana, a base secreta no Emirados Árabes Unidos, localizada fora da base aérea de Al Minhad, foi destruída.
O Irã afirmou que cerca de 200 soldados americanos estavam na base no momento do ataque. As autoridades americanas, no entanto, não confirmaram essas alegações. A Guarda Revolucionária também afirmou ter atingido um alojamento de tropas no Bahrein, onde estavam estacionadas as forças da 5ª Frota Naval dos EUA.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, comentou sobre os ataques, afirmando que as tropas americanas haviam abatido dois mísseis disparados pelo Irã contra uma sala de oficiais. No entanto, ele não forneceu mais detalhes sobre o incidente ou sua localização.
Os ataques do Irã às bases militares dos EUA no Oriente Médio têm sido uma retaliação crescente à presença militar americana na região desde o início do conflito. As bases, que foram alvo de bombardeios nas últimas semanas, foram evacuadas pelos Estados Unidos no início deste ano, a fim de evitar baixas nas tropas americanas.
Enquanto isso, o Irã continua a afirmar que suas ações têm como objetivo proteger a soberania nacional e responder aos ataques sofridos. Segundo o DCM, o governo iraniano destacou que a retaliação também visa pressionar as potências ocidentais a reconsiderarem sua política na região.
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O ex-governador bandido, Claudio Castro, é a extensão perfeita do clã Bolsonaro. Como governador, agiu perfeitamente dentro das quatro linhas do bolsonarismo carioca, que se confunde com a própria milícia.
Sim, o clã Bolsonaro é a milícia das milícias cariocas, e certamente isso será exposto com calreza pela campanha de Lula para deixar claro, como denunciou hoje o insuspeito Estadão, dizendo que Flavio é a cópia fiel do seu pai, golpista, bandido, líder de facção criminosa e por aí vai.
A cúpula do bolsonarismo é um coquetel criminoso. Não é sem motivos que, no plano do golpe de Estado, a ação miliciana de exterminar Lula, Alckmin e Moraes era imprescindível.
O vizinho do assassino de Marielle, Ronnie Lessa, tem um histórico que se confunde com a própria milícia carioca e, como é sabido por todos, os filhos 01, 02, 03 e 04, do Seu Jair da casa 58, não soltam um traque sem a ordem expressa do pai.
Claro, o 01, Flavio, é o mais proeminente desse esquema por ser o primogênito e, por isso mesmo, sempre trafegou de mãos dadas com líderes da milícia, sobretudo de Rio das Pedras e Muzema, vide Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio, na adeia, a mando do pai.
Esse caldo de excremento, liderado por Claudio Castro, que lhe custou a cassação, surrupiou dos cofres públicos mais de R$ 600 milhões, dinheiro desviado de impostos pagos pelos cariocas para financiar e organizar cabos eleitorais em favor da campanha de reeleição de Castro. Foram quase 30 mil servidores temporários sem concurso público, sem justificativa técnica ou qualquer coisa que o valha.
O mesmo abuso de poder econômico, visto em Brasília com Bolsonaro, na tentativa de se reeleger, foi decalcado por Claudio Castro, do PL, partido de Bolsonaro, para fraudar eleições.
Por isso a sua inelegibilidade, assim como a de Bolsonaro.
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Um sujeito em fim de linha, politicamente carcomido e sarcopênico de perna fina, chega numa idade dessa para dizer que o seu grande projeto para o Brasil, que merecerá urgência urgentíssima, é anistiar Bolsonaro.
O interessante é ver Merval Pereira dizer que Caiado é uma tentativa de abrir espaço alternativo à polarização. Ao lado dele, no mesmo Globo, Miriam Leitão praticamente enterra o trapaleão de Goiás, com a chamada, “golpismo da direita permanece no centro da política eleitoral”.
Isso mostra que a direita, com Bolsonaro, que durante quatro anos, não apresentou um projeto sequer para o país, além do genocídio por covid, tentativa de golpe de Estado com o assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.
Já Ronaldo Caiado e Flavio Bolsonaro têm como principal plataforma a anistia do golpista genocida.
Se isso não é o cachorro vira-lata correndo atrás do próprio rabo, não se sabe o que é.
No caso de Flavio, surgiu um agravante criminoso, quando, em pleno evento da extrema direita nos EUA que, diga-se de passagem, estava esvaziado, o sabujo fez um discurso entreguista, dizendo que, se eleito, entregaria para os EUA as terras raras do Brasil, assim como já é sabido que quer fazer o mesmo com a Amazônia, como sempre sonhou seu pai.
Ou seja, Flavio é um borralho de Bolsonaro, e Caiado um borralho de Flavio. Todos contra o Brasil.
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Senador também atuou na defesa de policiais militares do RJ acusados de matar quatro pessoas
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL/RJ), atuou como advogado de defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, acusado de matar Ana Clara Machado, de 5 anos, durante patrulhamento de rotina na comunidade Monan Pequeno, em Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
A menina brincava com o irmão de 2 anos na porta de casa quando foi atingida pelo disparo de fuzil efetuado pelo PM, segundo denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O assassinato, ocorrido na manhã de 2 de fevereiro de 2021, teve ampla repercussão nos principais jornais do país à época.
Ana Clara Machado, 5 anos – Foto: Reprodução
Delaroli, que era cabo no 12º BPM de Niterói, chegou a ser preso preventivamente, mas a medida foi revogada em novembro de 2021, quando a Justiça determinou sua substituição por medidas cautelares.
O senador Flávio Bolsonaro integrou a banca de defesa do militar. O parlamentar assina o recurso apresentado em 2024 ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para reverter a decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro que submeteu o caso a júri popular. O recurso foi negado pela Corte. O caso não cabe mais recurso e Delaroli aguarda julgamento.
A peça também é assinada por advogados dos escritórios Paulo Klein Advogados e Giusto e Klein Advocacia, entre eles, Paulo Márcio Ennes Klein, que já atuou na defesa de Fabrício Queiroz — ex-assessor de Flávio Bolsonaro investigado no esquema das chamadas “rachadinhas” no período em que trabalhou no gabinete do político na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Procurado, o escritório Paulo Klein Advogados informou que não vai se pronunciar. O escritório Giusto e Klein Advocacia e o senador Flávio Bolsonaro não retornaram aos contatos do ICL Notícias.
O que diz a denúncia contra o PM De acordo com a denúncia da promotoria, Delaroli atirou em direção à área residencial e de lazer onde Ana Clara brincava, “com vontade livre e consciente, assumindo o risco de matar”.
Ao escutarem os disparos de arma de fogo, pessoas que passavam pelo local gritaram “é morador, é morador”, em tentativa de fazer com que os disparos cessassem. “Mesmo após a advertência, o policial militar seguiu com os disparos, não se importando com o risco assumido de produzir o resultado morte”, ressaltou a acusação.
Ainda de acordo com os autos, após a criança ser baleada, um colega de farda de Delaroli, “muito nervoso” repetia para o cabo: “olha a merda que você fez”. Testemunhas relataram que os policiais demoraram para prestar socorro à Ana Clara, “apenas o fazendo diante da clemência dos moradores e parentes da vítima fatal”.
Local onde a menina foi assassinada – Imagem: Reprodução/Autos do processo
Em sua defesa, o policial militar afirmou ter reagido a uma suposta agressão de traficantes armados. O MPRJ, no entanto, sustentou que não havia indícios de confronto prévio, com base em depoimentos de testemunhas que negaram a ocorrência de troca de tiros e afirmaram que não havia atividade de tráfico de drogas no local.
A promotoria destacou ainda que a viatura dos policiais não tinha “qualquer sinal de confronto” e que a perícia arrecadou na cena do crime estojos de munição iguais aos usados por Delaroli.
Senador defendeu PMs acusados de emboscada O senador Flávio Bolsonaro também assinou, ao lado da banca do escritório Paulo Klein Advogados, um recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em defesa de quatro policiais militares acusados de matar quatro homens durante uma emboscada no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, em 16 de janeiro de 2020.
Nesse caso, a defesa também tentou reverter, no ano passado, a decisão que determinou que os réus fossem julgados pelo tribunal do júri. Os cabos Pedro Jeremias Lemos Pinheiro, Victor Barcelleiro Batista e Rafael Nascimento Rosa e o sargento Ricardo de Moraes Mattos eram lotados à época no Grupamento de Intervenção Tática (GIT) da Coordenadoria de Polícia Pacificadora.
De acordo com o MPRJ, os assassinatos “foram cometidos mediante emboscada, tendo em vista que os denunciados [os PMs] ficaram escondidos no interior de um imóvel posicionando-se em um plano superior ao que se encontravam as vítimas, para subitamente atacá-las, com disparos de cima para baixo”.
A investigação apontou que os policiais teriam invadido uma residência pela manhã e aguardado até a tarde para realizar os disparos, feitos de cima para baixo, surpreendendo as vítimas sem chance de defesa.
Os policiais alegaram em sua defesa que foram para a comunidade pela manhã, para uma operação de combate ao tráfico. Após a prisão de um traficante e um policial ser baleado, os agentes afirmaram que deixaram o local.
O escritório de Flávio Bolsonaro em Brasília Flávio Bolsonaro atuou nos dois casos com inscrição suplementar da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF). Seu registro de origem é no Rio de Janeiro. O senador tirou o registro no DF em abril de 2021, mesmo mês em que abriu um escritório de advocacia na capital federal, com endereço na mansão onde mora no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.
Ele não é impedido de trabalhar como advogado por ocupar o cargo de senador. Pelo Estatuto da Advocacia, parlamentares não podem advogar contra ou a favor de órgãos e entidades ligados à administração pública.
Conforme mostrou reportagem da Agência Pública publicada em junho de 2022, Flávio Bolsonaro registrou como administradora do seu escritório de advocacia Letícia Caetano dos Reis. Ela contou em entrevista à Pública ter sido indicada à vaga pelo advogado Willer Tomaz, amigo do senador – que negou conhecê-la. “Eu fui convidada por um conhecido [do Flávio Bolsonaro] que também me conhecia. Eles me ofereceram para entrar em sociedade para administrar a empresa dele e aí eu aceitei para fazer essa administração”, contou Letícia Reis.
Foto: Reprodução – Agência Pública
Mais recentemente, investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS revelou que Letícia Reis é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, o lobista conhecido como Careca do INSS.
Relatório alternativo da CPMI apresentado na última sexta-feira por parlamentares governistas pede o indiciamento de Flávio Bolsonaro pela ligação com Reis.
Flávio Bolsonaro e a milícia A relação de Flávio Bolsonaro com policiais militares associados ao crime no Rio de Janeiro é antiga. Quando era deputado estadual, o político empregou em seu gabinete na Alerj a mãe e a mulher do miliciano Adriano da Nóbrega. Morto em 2020, Adriano foi acusado pelo MPRJ de liderar o grupo de matadores de aluguel conhecido como Escritório do Crime.
O podcast do Uol Investiga, “Polícia Bandida e o clã Bolsonaro”, sobre a relação da família Bolsonaro com agentes de segurança, mostrou que Flávio Bolsonaro e seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro, condecoraram pelo menos 16 PMs denunciados em organizações criminosas.
*Alice Maciel /ICL
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Presidente fez clara alusão ao episódio da GloboNews, que forçosa e falsamente o colocou no escândalo do Banco Master com uma “arte”, para depois pedir desculpas pelo erro
presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante um ato oficial de inauguração de obras e escolas conectadas, nesta segunda-feira (30), em Brasília, debochou abertamente das ações da mídia corporativa que sempre objetivam prejudicá-lo politicamente, usando como referência desta vez o episódio do farsesco e infame PowerPoint da GloboNews que o colocou como envolvido central no escândalo do Banco Master, há uma semana, gerando tanta turbulência que a emissora sentiu-se obrigada a confessar o “erro” e a pedir desculpas ao estadista.
“A Globo, o SBT, a Band, a Record, não vão fazer um PowerPoint mostrando isso aqui… Seria maravilhoso se fizessem um PowerPoint mostrando cada coisa que nós fizemos… Seria extraordinário, mas não vão fazer… Eu nem sei se eles captaram todas as informações que foram passadas aqui… Nem sei… Porque hoje, o fuxico, tem mais incidência que a verdade… O que foi dito aqui, se vocês acompanham a internet, vai ter mais gente destruindo o que foi falado aqui do que gente construindo o que foi falado aqui… E o que eu quero dizer com isso? Eu quero dizer com isso que, se nós não tivermos capacidade de sair daqui com as informações que nós recebemos e fazermos o debate, que precisa fazer, a gente poderá permitir que os mentirosos de sempre indulzam a sociedade a uma mentira”, disparou o presidente. Com Forum.
Rapaz! Até o Lula foi pra cima desses PowerPoints mentirosos que algumas emissoras andam fazendo sobre ele e o governo. pic.twitter.com/9TjoVyydhx
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