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Política

O que o mercado fazia quando via a fila do osso, o principal cartão postal do governo Bolsonaro? Gargalhava alegre!

Filé pros ricos!

Osso pros pobres!

Essa sempre foi e sempre será a máxima da elite econômica do país, formada majoritariamente por agiotas e rentistas.

É papel sobre papel. Sem bater um prego na madeira pra construir alguma coisa.

Os pachecões inimigos da verdade, que morrem todos no fim da vida, medem a economia do país pelos fundilhos e os bolsos.

Essa coisa suprema que a elite vende chamada mercado, quer esfolar cada vez mais as costas dos pobres para lhes arrancar a última gota de sangue, Daí a saudade de Bolsonaro e o ódio contra Lula.

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Política

Lira imita Moro e Dallagnol, com pedido de licença para corrupção depravada

Em nova decisão, Dino determina que Câmara responda de forma objetiva questionamentos sobre emendas

Trocando em miúdos, Dino, macaco velho como é, acaba de mandar Lira e seus comparsas se explicarem sem lero-lero sobre o roubo que pretendem fazer de 4,2 bi com permissão da justiça.

Ou seja, Dino capou as asas e fechou o cofre para os espertos.
A pintura filosófica de Lira é um borralho copiado de Moro e Dallagnol que anunciaram que roubariam 2,5 bilhões dos cofres públicos via Petrobras, pra criar uma fundação Mandrake de combate a corrupção.

A história, lógico, não convenceu nem a PGR e muito menos ao ministro do STF Alexandre de Moraes que mandou os dois, que já haviam aplicado em investimentos em um banco essa montanha de dinheiro público.

Lira, pegou esse diapasão e sapecou a gosto a quantia de 4,2 bi.
Estava fácil com Bolsonaro, então ele quis, antes de sair da presidência da Câmara, expor a olho nu, na cara da sociedade mais uma malandra forma de corrupção.

O gênio, tomou de Dino, uma porta na cara.

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Política

· Ódio não ganha jogo: Dando de ombros aos catastrofistas da mídia da banca, taxa de desemprego cai ainda mais, 6,1

Imagina Damares Alves sendo convocada para dar sua “opinião” sobre a economia do governo Lula.

Pode rir. A CNN Brasil, merece.

Essa senhora que viu Jesus na Goiabeira, é das figurinhas com as feições mais estrambóticas do fascismo bolsonarista.

Isso é mais que suficiente pra cravar que a direita não tem nada. Não tem liderança, nem mesmo um nome qualquer pra guiar o gado, ou coroar algum animal como Bolsonaro para título de liderança.

O fato é que, essa direita rentista e fascista, tem que aturar uma súmula como a de hoje que apresenta uma queda ainda maior na taxa de desemprego, chegando a 6,1.

Isso mata essa gente!

Imagine que a cidade do Rio de Janeiro que é um importante termômetro do país , contrariando todos esses palavrórios antinacionais da direita, bateu recorde de negócios e investimentos em 2024.

Então, os cavalheiros do apocalipse, só tem pra montar os próprios jegues que rezam pra pneu e evocam discos voadores.

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Economia

Desemprego cai para 6,1% no trimestre, menor patamar em 12 anos

O total de pessoas ocupadas no país chega a 103,9 milhões, segundo o IBGE.

No trimestre móvel encerrado em novembro de 2024, a taxa de desemprego recuou para 6,1%, a menor da série histórica da PNAD Contínua do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada no primeiro trimestre de 2012. Essa taxa representa 6,8 milhões de pessoas em busca de emprego no país, menor contingente desde o trimestre encerrado em dezembro de 2014. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo IBGE.

Em um trimestre, 510 mil pessoas deixaram o desemprego. Ante o mesmo trimestre de 2023, 1,4 milhão de pessoas saíram da população desocupada.

A taxa de desocupação está 8,8 pontos percentuais abaixo do recorde da série histórica da PNAD Contínua (14,9%), que foi atingido no trimestre encerrado em setembro de 2020, enquanto o número de desocupados está 55,6% abaixo do recorde da série (15,3 milhões), registrado no primeiro trimestre de 2021, sendo ambos os períodos ainda durante a pandemia de Covid19.

Ocupação e trabalho com carteira têm novos recordes
O total de pessoas ocupadas no país bateu novo recorde, chegando a 103,9 milhões de trabalhadores. Essa população ocupada havia caído ao menor contingente na série histórica (82,6 milhões) no trimestre encerrado em agosto de 2020. De lá para cá, houve alta de 25,8%, o equivalente a 21,3 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho.

Com nova alta da ocupação no trimestre encerrado em novembro, o país tem recordes também entre os empregados no setor privado (53,5 milhões) e os trabalhadores com carteira assinada (39,1 milhões), além dos empregados no setor público (12,8 milhões). O nível de ocupação, ou seja, a proporção de pessoas com 14 anos ou mais de idade que estavam trabalhando, foi recorde, novamente, chegando a 58,8%.

Para Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, “o ano de 2024 caminha para o registro de recordes na expansão do mercado de trabalho brasileiro, impulsionado pelo crescimento dos empregados formais e informais”.

Já o número de empregados sem carteira assinada não teve variação significativa no trimestre, mantendo-se em 14,4 milhões, enquanto o total de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) cresceu 1,8% no trimestre e ficou estável no ano. Com isso, a taxa de informalidade ficou em 38,7%, o equivalente a 40,3 milhões de trabalhadores informais. Essa taxa está ligeiramente abaixo da registrada no trimestre anterior (38,8%) e foi menor que a do mesmo período de 2023 (39,2%).

Indústria, Construção, Administração pública e Serviços domésticos puxam ocupação
Quatro dos dez grupamentos de atividade investigados pela pesquisa puxaram a alta da ocupação frente ao trimestre móvel anterior. A Indústria cresceu 2,4% (mais 309 mil pessoas), a Construção cresceu 3,6% (mais 269 mil pessoas), o setor de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais cresceu 1,2% (mais 215 mil pessoas) e os Serviços domésticos cresceram 3,0% (mais 174 mil pessoas). Somadas, essas quatro atividades econômicas ganharam mais 967 mil trabalhadores, no trimestre.

“A expansão da ocupação por meio de diversas atividades econômicas vem permitindo que tanto os trabalhadores de ocupações elementares quanto os de serviços profissionais mais avançados sejam demandados, expandindo o nível da ocupação geral da população ativa”, explica Adriana.

Em relação ao mesmo período de 2023, sete grupamentos cresceram: Indústria Geral (3,6%, ou mais 466 mil pessoas), Construção (6,0%, ou mais 440 mil pessoas), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,6%, ou mais 692 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (5,8%, ou mais 322 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,4%, ou mais 548 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,4%, ou mais 790 mil pessoas) e Outros serviços (5,0%, ou mais 270 mil pessoas). Somadas, essas sete atividades econômicas ganharam mais 3,5 milhões de trabalhadores, frente ao mesmo período de 2023.

Por outro lado, o grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura também recuou nesta comparação (-4,4%, ou menos 358 mil pessoas), enquanto os demais grupamentos ficaram estáveis.

Massa de rendimento dos trabalhadores é recorde, com alta de 2,1% no trimestre
O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.285) ficou estável no trimestre e cresceu 3,4% no ano. Já a massa de rendimento real habitual foi novo recorde, chegando a R$ 332,7 bilhões, com alta de 2,1% (mais R$ 7,1 bilhões) no trimestre e de 7,2% (mais R$ 22,5 bilhões) no ano.

Na comparação trimestral, apenas o grupamento Transporte, armazenagem e correio registrou alta no rendimento médio: 4,7%, ou mais R$ 141. Não houve variações significativas no rendimento médio dos demais grupamentos de atividade.

No ano, o rendimento cresceu para três atividades: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,9%, ou mais R$ 102) Transporte, armazenagem e correio (7,8%, ou mais R$ 229) e Serviços domésticos (3,6%, ou mais R$ 43), com estabilidade nos demais grupamentos.

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Política

Mesmo com o martelete da mídia batendo sem parar em Lula, 75% dos brasileiros acreditam que irão progredir em 2025

Bolsa sobe e dólar cai. Brasileiros estão conseguindo melhores empregos e salários, vendas de natal e fim de ano batem recordes históricos e papeis do tesouro nacional são valorizados com procura também inimaginável.

Nenhuma dessas coisas é manchete na mídia industrial, mas o brasileiro vive o Brasil como ele é, e não o Brasil que a mídia pinta.

É esse brasileiro comum, que pensa e sente que o país melhorou e, tem tudo pra ter um 2025 ainda melhor.

Certamente os varões da grana fácil do rentíssimo, do ágio covarde, da usura mesquinha e da especulação criminosa que bancam a campanha virulenta contra o governo Lula, vão tentar criar falsos fatos pra pintar o governo de cinza, pálido, anêmico como fez hoje Williamm Waack a mando da patrãozada.

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Política

Paulo Guedes, o pai dos ricos, fica fora do escrete de ex-ministros e mídia dos sanguessugas da nação se irrita

Paulo Guedes, aquele ministro que devolveu 33 milhões de brasileiros à miséria, ficou fora da lista dos ex-ministros da economia.

As fotos dos ex-ministros da Fazenda ficam expostas na sala do Conselho Monetário Nacional (CMN), no 6º andar do prédio do ministério. Paulo Guedes foi ministro durante o governo Bolsonaro, entre 2019 e 2022, mas não foi convidado para o evento.

A agiotagem midiática se irritou, afinal, o sujeito, que odeia pobres, sobretudo empregada doméstica e porteiro e confessadamente governou para os ricos, não fez parte da lista, o que foi considerado insulto pessoal ao mercado.

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Economia

AGU pede subsídios ao BC para apurar cotação errada do dólar exibida no Google

Buscador apresentava a cotação a R$ 6,38 nesta quarta (25); valor R$ 0,20 superior ao registrado no último fechamento.

A Advocacia-Geral da União (AGU) encaminhou ofício ao Banco Central do Brasil com pedido de informações sobre a cotação do dólar nesta quarta-feira (25/12). Os dados enviados pelo Bacen subsidiarão eventual atuação da Procuradoria-Geral da União, órgão da AGU, em relação ao buscador Google, que apresentava a cotação do dólar a R$ 6,38, valor R$ 0,20 superior ao registrado no último fechamento oficial (23/12).

Após a atuação da AGU, por meio da expedição de ofício com o pedido de informações ao Bacen, o Google já não exibe a cotação de R$ 6,38 como resultado nas buscas realizadas pelos usuários.

“A atuação da Advocacia-Geral da União tem comdólar - AGU

o objetivo combater a desinformação de dados econômicos de grande relevância para a sociedade brasileira”, destaca o advogado-geral da União, Jorge Messias. “Recentemente, informações de fontes desconhecidas sobre a cotação real do dólar foram novamente veiculadas na plataforma Google. O câmbio Ptax é a cotação oficial no Brasil, não definido nesta quarta-feira pelo Banco Central devido ao feriado”, complementa.

 

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Cotidiano

Morre no Rio de Janeiro, aos 80 anos, o ator e diretor Ney Latorraca

Ator estava internado desde o último dia 20 na Clínica São Vicente por conta de um câncer de próstata e morreu devido a uma sepse pulmonar.

Morreu nesta quinta-feira (26/12) o ator Ney Latorraca, aos 80 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava internado desde o último dia 20 na Clínica São Vicente, no bairro da Gávea, por conta de um câncer de próstata, e morreu devido a uma sepse pulmonar.

A fama do ator foi conquistada ao longo de mais de 50 anos dedicados à carreira artística na TV, no teatro e no cinema. Filho de um crooner e uma corista, já nasceu ligado à arte e iniciou sua trajetória profissional logo na infância.

Fez radionovela e teatro estudantil antes de ir para a televisão, inicialmente como figurante, e depois alcançou o sucesso em novelas, séries e programas humorísticos.

“O sucesso mexeu comigo, não sabia que o sucesso era tão violento desse jeito. Fiquei com medo na época, fiquei doente”, comentou o ator em entrevista ao Persona In Foco, da TV Cultura.

Em 2012, Ney Latorraca ficou internado em uma UTI durante quase 50 dias, após passar por uma cirurgia de retirada da vesícula. O procedimento ocasionou uma inflamação que atingiu as vias biliares e se espalhou pelo corpo.

Por conta disso, o artista disse, em certa ocasião, que já havia definido questões relacionadas ao seu testamento. Por não ter filhos, Ney revelou que deixaria o patrimônio acumulado ao longo dos anos na TV para instituições voltadas ao teatro, visto que foi nesse segmento que fez milhões.

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Economia

Sumiram das manchetes o terrorismo econômico depois do recorde das vendas de natal.

Sob mil disfarces, a burguesia rentista, que renegou a melhoria da nossa economia com uma invenção mal-ajambrada de crise econômica no Brasil, teve que enfiar a viola no saco e sair de fininho, depois do resultado extraordinário das vendas de natal.

Os 10 mandamentos econômicos, todos contra os pobres, aos quais assistimos nos últimos dias, foram intimados pela realidade a explicar esse buraco n’água.

Fechar 2024 com um recorde acima de 7% de crescimento nas vendas de natal, foi um espetáculo contra a especulação e a sabotagem.

O último figurino é o que fica. Assim, fica claro que o Brasil, ao contrário do que tentaram emplacar, terá em 2025 uma economia coletiva muito mais aliviada e forte.

Sim, não podemos esquecer o velho e arcaico Estadão, o mais bolsonarista dos periódicos que, atravessando o samba da virada, ainda com cheiro de naftalina, que é o cheiro da burguesia perfumada, ainda tenta confundira a cabeça oca e miserável dos minions.

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Economia

Balança comercial do petróleo dispara 22% em 12 meses e supera R$ 200 bilhões

As exportações brasileiras de petróleo bateram recordes históricos nos últimos 12 meses. Segundo dados oficiais, o Brasil exportou um total de US$ 59 bilhões nos 12 meses até novembro, um aumento de 7% sobre o ano anterior e mais de 185% em 10 anos. Ao câmbio de hoje (R$ 6,10), esse valor correspondeu a R$ […]

Para ter uma ideia da magnitude desse valor, o famigerado déficit primário nos últimos 12 meses (até outubro) do governo brasileiro foi de R$ 225 bilhões.

Para ter uma ideia da magnitude desse valor, o famigerado déficit primário nos últimos 12 meses (até outubro) do governo brasileiro foi de R$ 225 bilhões.

O gasto do governo federal com pessoal, no mesmo período, foi de R$ 386 bilhões.

Quase 40% dessa exportação, ou pra ser mais exato, 37%, foi destinada à China.

Quando consideramos apenas a exportação de petróleo cru, a China respondeu por 45% das exportações brasileiras.

A balança comercial do petróleo, ou seja, exportações menos importações, ficou em US$ 33 bilhões nos últimos 12 meses até novembro, um aumento de 22% sobre o ano anterior. Ao câmbio de hoje, esse valor corresponderia a R$ 201 bilhões.

Ainda para comparar, o governo federal gastou, nos 12 meses até outubro, R$ 110,6 bilhões com BPC, e mais R$ 171 bilhões com Bolsa Família.

Apesar das exportações de petróleo estarem superando, em muito, as importações, o Brasil continua importando grandes quantidades de petróleo refinado. Nos últimos 12 meses, as importações brasileiras de petróleo atingiram US$ 23,39 bilhões.

Os dois principais fornecedores de petróleo para o Brasil são Rússia e Estados Unidos, que responderam, somados, por quase metade de todo o produto importado pelo Brasil em 2024 (até novembro).

Apesar das exportações de petróleo estarem superando, em muito, as importações, o Brasil continua importando grandes quantidades de petróleo refinado. Nos últimos 12 meses, as importações brasileiras de petróleo atingiram US$ 23,39 bilhões.

Os dois principais fornecedores de petróleo para o Brasil são Rússia e Estados Unidos, que responderam, somados, por quase metade de todo o produto importado pelo Brasil em 2024 (até novembro).

Chama atenção o forte aumento das exportações russas de petróleo para o Brasil, que cresceram de menos de US$ 500 milhões em 2021 para mais de US$ 7 bilhões em 2024 (12 meses até novembro), um crescimento de 1.400%. As sanções americanas e europeias contra o petróleo russo abriram espaço para que o Brasil pudesse importar o produto a preços melhores do que aqueles oferecidos pelos EUA.

*O Cafezinho