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Paulo Guedes, o pai dos ricos, fica fora do escrete de ex-ministros e mídia dos sanguessugas da nação se irrita

Paulo Guedes, aquele ministro que devolveu 33 milhões de brasileiros à miséria, ficou fora da lista dos ex-ministros da economia.

As fotos dos ex-ministros da Fazenda ficam expostas na sala do Conselho Monetário Nacional (CMN), no 6º andar do prédio do ministério. Paulo Guedes foi ministro durante o governo Bolsonaro, entre 2019 e 2022, mas não foi convidado para o evento.

A agiotagem midiática se irritou, afinal, o sujeito, que odeia pobres, sobretudo empregada doméstica e porteiro e confessadamente governou para os ricos, não fez parte da lista, o que foi considerado insulto pessoal ao mercado.

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O que os Black Blocs da Faria Lima dirão sobre as vendas 12,2% maiores de fim de ano?

Opa!
A playboizada da Faria Lima deve estar murcha e com vertigem posicional.

Depois de uma semana que a Faria Lima se transformou no gabinete do ódio ao governo Lula, pela economia, duas bombas atômicas caem na rua mais pernóstica, afetada e esnobe do país.

Vendas de Natal e final de ano estouram e muito o teto de compras. Natal acima de 7% e fim de ano acima de 12%.

Aquela convulsão bélica que estava em garrafais nos principais jornalões e na mídia de banco, bate de frente com uma economia vendendo saúde, como se pode constatar pelas vendas do varejo.

Agora, os analistas que erram até previsão do passado, viraram fugitivos. Devem estar escondidos debaixo da cama.

Todo charlatão faz isso. Não seria diferente com o charlatanismo agiota da Faria Lima.

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Folha de SP é uma fachada do partido do rentismo

‘Os ganhos maiores do Grupo Folha são com lucros financeiros, oriundos

O editorial na capa da edição dominical [22/12] é um artefato bélico do jornalismo de guerra da Folha a serviço do terrorismo do mercado. O objetivo: combater e inviabilizar o governo Lula.

Desde a primeira até a última linha do texto, o editorial pinta um cenário catastrofista sobre a situação orçamentária e fiscal do Brasil. Com a retórica de um partido de oposição, conclui que isso se deve à “irresponsabilidade orçamentária de Luiz Inácio Lula da Silva”.

A Folha não economiza na hipocrisia alarmista. Assim, esconde a verdadeira verdade sobre a reconstrução das finanças públicas pelo atual governo e legitima o brutal ataque especulativo do rentismo, que fez o dólar alcançar a cotação de 6,30 reais.

Na estratégia modo pânico a Folha menciona a “inflação rumando para níveis preocupantes”, “a opção pela gastança”, a ameaça da “hiperinflação”, a necessidade de “freio de arrumação urgente na política fiscal”, o risco de “colapso” da máquina pública, o “descalabro da dívida”, e “riscos palpáveis de ruína”.

Naquele período sombrio da nossa democracia e ruinoso para nossa economia, o Teto dos Gastos foi estourado em 795 bilhões de reais, a inflação furou a meta em dois anos consecutivos, o comprometimento do PIB com a dívida pública chegou a quase 80% e a SELIC atingiu 13,75% ao ano.

Mas, para a Folha, Lula é o problema. E o fascismo pode ser a solução, se for o caso. Em tom de ameaça, o jornal diz que “sem a redução de despesas”, Lula não conseguirá evitar “um fiasco parecido com o de Dilma Rousseff”.

A guerra contra o governo Lula é uma guerra contra as políticas distributivas mínimas, que sequer modificam a desigualdade estrutural e a exclusão social imposta pelas oligarquias dominantes.

No capitalismo de rapinagem defendido pela Folha, o povo pobre e miserável não conta, é jogado na linha de produção da necropolítica.

A escolha editorial da Folha tem raízes na sua ideologia conservadora, antidemocrática e antipopular que inclusive flerta com ditaduras, como mostra a colaboração do Grupo da família Frias com a ditadura sanguinária instalada em 1964 – considerada uma “ditabranda” pela Folha, segundo aquele editorial vergonhoso de 17 de fevereiro de 2009.

A respeito da cumplicidade com a repressão e o terror de Estado, é bastante esclarecedora a matéria da Agência Pública com documentos que indicam que a aliança da Folha com a ditadura foi mais forte do que o jornal admite.

Além de motivada pelo seu antipetismo, antilulismo e pela ideologia anti povo, a Folha também atua na “dinâmica informacional” do mercado tendo interesses materiais e financeiros diretos.

O Grupo Folha é um conglomerado com atuação nos campos financeiro e da comunicação. No entanto, o negócio principal do Grupo nem de longe é a comunicação, mas o mercado financeiro.

Os ganhos maiores do conglomerado não são com os lucros operacionais por serviços de imprensa e jornalismo, mas com os lucros financeiros, oriundos da parasitagem rentista.

O negócio mais rentável do Grupo Folha é a empresa PagSeguro, que só no 3º trimestre deste ano teve uma receita de R$ 4,8 bilhões e um lucro líquido recorde, de R$ 572 milhões.

A Folha, como de resto a mídia neoliberal hegemônica, não é um jornal ou um órgão de imprensa imparcial e confiável, porque são fachadas do Partido do rentismo.

O status de grupo de mídia serve de salvo-conduto para a prática de terrorismo econômico e financeiro contra o governo Lula e arma ideológica de difusão do pensamento único ultraliberal.

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Ô sorte! Vendas de natal crescem mais de 7% na economia em crise do governo Lula

Como esconder um número desses numa guerra contra o governo Lula?

Uma economia que impressiona pelos números do varejo no Natal, não é pouca coisa, é muito significativo.

Os mais sinceros economistas, dirão: Isso reproduz o quadro real da economia brasieira. Mais de 7% de crescimento em um ano no varejo, é para quem sabe minimamente o que isso significa, algo a ser exaltado com todas as loas ao governo Lula.

Isso reflete o que aconteceu com o bolso do consumidor, que é, em última análise, a do trabalhador.

A paisagem já flagrava isso, nos shoppings e supermercados, com filas gigantescas.

É um fato que berra alto contra a falsificação dos analistas de mercado que imprimiram paginas e mais páginas em revistas e jornalões uma crise que simplesmente a realidade gargalha dos vênus do terrorismo econômico.

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Ladrões do Centrão ameaçam retaliar governo após decisão do STF sobre a farra das emendas

Ladrões no Brasil, se transformaram nos senhores da terra.

Não, não estou falando de ladrão de galinha. Esse vai tomar sempre um sapeca ia, ia da polícia e será esquecido na cadeia pela justiça e a sociedade.

Estou falando dos homens louros, arianos paratatás. Essa gente que faz tremelicar as estrelas mais insidiosas do mundo da marginalidade planetária.

Isso mesmo, falo dos que usam o nome de centrão como ornamento para designar o cangaço parlamentar que assombra cada vez mais os brasileiros.

A mídia dá linha na pipa dessas marginais chamando isso de poder legislativo. Não é. Isso é gangue, falange, quadrilha, bando, corja, malta, etc, Tudo menos poder legislativo. Os mais violentos sentimentos rugem ali.

E pensar que Dilma, acusada de pedalar, foi deposta por essa escória que agora se acha no direito de ameaçar a nação.

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O capitalismo como fábula e o capitalismo como de fato ele é

O panorama geral do capitalismo no mundo que os capitalistas chamam de sistema dos deuses, mostra que quanto mais ricos ficam os ricos, mais pobres, miseráveis e famintos esse grande tesouro produz no planeta.

Entre esses dois cismos da lenda, há a desconversa por parte “dos que mandam” como já dizia Paulo Guedes para Bolsonaro que governava para os muito ricos.

Essas feições díspares, e cada vez mais dispares, deveriam fazer o mundo refletir sobre essa coisa horrível que assistimos no olimpo capitalista. Mas a alma de nossa mídia industrial, já nasce vendida e, sob golpes conceituais, vende com altíssima pressão, que esse é o mundo ideal criado pelos seres “pensantes.

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Daniel Silveira é preso de novo pela PF por ordem de Moraes

Ex-deputado teria desrespeitado regras da condicional; defesa afirma que ele estava hospitalizado.

A prisão ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Silveira será levado para Bangu 8, no Rio de Janeiro. O ex-deputado estava em liberdade desde sexta-feira (20). Na decisão, Moraes diz que no sábado (21) — primeiro dia de liberdade — Silveira desrespeitou as condições impostas em sua condicional e só chegou em casa às 2h10 da madrugada de domingo (22).

A defesa de Silveira justificou, em petição enviada ao Supremo, que o ex-deputado sentiu “fortes dores lombares” na noite de sábado e foi levado “com urgência ao hospital na cidade de Petrópolis (RJ), para exames médicos e medicação apropriada”.

Os advogados anexaram o prontuário médico de Silveira, que mostram que ele foi à “unidade [hospitalar] por conta de dor lombar com irradiação para flanco e refere histórico de insuficiência renal”.

Daniel Silveira tinha saído da prisão na última sexta-feira (20), após Moraes conceder liberdade condicional ao ex-deputado por ter cumprido um terço da pena de 8 anos e 9 meses de prisão com “excelente conduta carcerária”.

O ministro impôs, porém, uma série de medidas cautelares para manter o direito à liberdade. Ele precisava usar tornozeleira eletrônica, estava proibido de deixar o Rio de Janeiro e teria que ficar em casa no período noturno, das 22h às 6h, e nos fins de semana e feriados.

O ex-deputado também seguia proibido de usar redes sociais, de dar entrevistas e de frequentar clubes de tiro, bares, boates e casas de jogos. Moraes ainda definiu que Silveira não poderia frequentar cerimônias militares nem manter contato com investigados sobre a trama golpista de 2022.

Daniel Silveira teria de comprovar, em até 15 dias, qual será seu novo trabalho. Ele deveria se apresentar semanalmente ao juízo de execuções penais, para comprovar o “efetivo exercício de atividade laborativa lícita”.

 

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Pegue 20, 50, 100, 1000 analistas de mercado e pergunte por que Dilma foi derrubada. Nenhum vai repetir a versão do outro

O golpe em Dilma é daquelas espinhas de peixe entaladas na goela dos seus detratores e seus golpistas.

Todos ficam nus para explicar o inexplicável. Até porque Cunha não teria dado o tiro de misericórdia em Dilma se ela fechasse com ele.
Esses explicadores do golpe em Dilma fazem questão de esquecer o personagem central desse crime contra a constituição porque, só fez isso, porque é o político mais bandido da história da república.

Então, jogam esse lixo para debaixo do tapete.

Na prática, ninguém explica esse golpe porque foi golpe e, segundo, porque Dilma teve coragem, e muita coragem de tirar o pão da boca dos maiores banqueiros do Brasil.

O resto é conversa mole de agiota e seus capitães do mato na mídia.

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A orquestração feita por agentes do mercado, contra o governo Lula, é patética

A ideia de que o dinheiro é o móvel de tudo, o grande tesouro, cria personagens muitas vezes caricatos como a própria lógica da riqueza improdutiva, especulativa, vadia.

O mercado, que é o Deus de nossos nórdicos de araque, é o heroísmo em espécie. Sem ele, as feições de nossa economia derretem a olho nu,
Então, tome insinuação. Precipitar uma suposta crise inflacionária é a mais usada e abusada pela mídia de agencias de especulação como a Infomoney do grupo XP, a própria deusa que quer abalar o governo com crendices funestas.

O fato é que, essa gente quer bancar um bicho papão para aterrorizar os brasileiros e vender o peixe pelo preço que lhes convém.

Aí o festival de disparates, é infinito. A receita é aberta. Joga-se na panela especulativa qualquer tijolo pra engrossar o caldo do terrorismo financeiro.

E tome contradição. E são muitas.

Sim, essa gente sonha com um pesadelo econômico que faça Lula desistir dos pobres e, consequentemente, os pobres desistirem de Lula em 2026.

Isso só indica a implosão de uma direita golpista que está em ruinas e, lógico, os sentimentos amargos rugem, como um néctar de ódio contra Lula que escorre no canto da boca maldita.

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Setor de bares e restaurantes se levanta contra Tarcísio: “tiro fatal no setor”

Governo de São Paulo propõe mudança que pode triplicar o imposto do setor e desperta indignação.

O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, manifestou preocupação com a proposta do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de aumentar significativamente o imposto estadual. Em vídeo divulgado nesta terça-feira (17), Solmucci classificou a medida como um golpe ao setor e alertou para suas consequências desastrosas.

A entidade revelou que o governo paulista planeja implementar um aumento de imposto que poderia triplicar os valores atualmente cobrados, com vigência prevista para 1º de janeiro de 2025. A Abrasel destacou que a proposta rompe com um acordo tributário que vem sendo respeitado há 25 anos no estado, gerando incertezas para o futuro das empresas e ameaçando a sustentabilidade do setor.

“Tamanho aumento de imposto representará um tiro fatal para muitas das empresas que ainda padecem com dívidas adquiridas na pandemia. Mas não é só isso, já que a medida traria sequelas graves às demais, gerando desemprego e aumento dos preços para a população. São milhares de negócios e empregos paulistas sendo impiedosamente ameaçados”, afirmou Solmucci.

Para a Abrasel, a proposta segue uma lógica semelhante às recentes medidas federais de buscar superávit às custas do aumento da carga tributária para todos. O presidente da entidade destacou ainda que o setor de bares, restaurantes e padarias é essencial para a economia e para a qualidade de vida no estado, reunindo mais de 380 mil empresas, empregando cerca de 1,3 milhão de trabalhadores e sendo responsável pelo bem-estar de milhões de paulistas.

Em um apelo à administração estadual, Solmucci pediu por “equilíbrio, sensatez, previsibilidade, justiça e boas políticas públicas” que possam apoiar, e não penalizar, o setor. “Estamos falando de um segmento que ainda enfrenta as sequelas da pandemia e que necessita de apoio para continuar gerando emprego e renda”, completou.