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Quem deu a Flavio Bolsonaro a ideia de jerico de tirar um bode da cartola?

Como fazer Flavio parar de sangrar? Perguntou o próprio a seus assessores de marketing.

Certamente, teve como resposta: nossas esperanças estão na Casa Branca. Feito.

Deu ruim.

Ruim pra caralho.

Não há precedentes de regresso moral, intelectual e de soberania tão extraordinário na história do Brasil como as ferramentas que calçaram o jumento.

Flavio poderia ter sido visto como alguém que tentou uma saída obsoleta como ação política para parar de cair nas pesquisas. Mas seu guia foi implacável. Vai beijar os pés de Trump. Assim, a derrota ficou garantida.

Flavio, que ousou infectar Trump com a doença bolsonarista, teve que encarar um micróbio ainda mais letal para sua campanha do que antes de se arvorar a se meter na Casa Branca como estudante em caravana colegial.

Pato, pateta, pachaca, pastel, paspalho!

O peso morto na geopolítica global, sem noção da verdadeira esfinge na teia universal em que Lula se transformou, para muitas sociedades e chefes de Estado, está longe da compreensão dessa choldra provinciana para se submeter a tal humilhação, tendo que ouvir Trump elogiando Lula.

Flavio saiu menor e pior do que entrou na Casa Banca. Sua campanha virou de vez terra arrasada, com recordes e mais frecordes de memes e publicações negativas nas redes e mesmo na grande mídia.

Deu tudo errado. Mas a previsão era outra, pois daria uma rentabilidade política para Flavio ultrapassar a nuvem carregada de raios, trovões e trombas d’água que vêm lhe caindo à cabeça desde aquele infame áudio em que cobra o complemento da grana acordada entre ele e Vorcaro, aquela de R$ 134 milhões.

Os fascistóides nativos mais pandêmicos, chegaram a ensaiar um coro prevendo um regresso vitorioso de Flavio. Mas murcharam as orelhas de todos os burros.

Quem organizou o pequinique de rapapés foi flagorosamente operador de uma tragédia criativa e a frustração dos que aqui, no Brasil, estavam batalhando para dar cor a essa palha diplomática, cairam num sono profundo depois do vexame.

Ou seja, o que é ruim, depois dessa realização dos cabeças de bagre, ficou ainda pior para Flavio.

Na verdade, aquela foto patética, no futuro, será emoldurada como a imagem de mais uma derrota do bolsonarismo em outubro próximo.


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Youtuber norte-americano se emociona ao ouvir clássico de Cartola pela primeira vez

A música brasileira é, definitivamente, a mais rica do mundo, por sua melodia e ritmo. Uma riqueza que tem muito da África, dos indígenas e também da Europa, somado ao jeito do brasileiro, é tudo isso que conhecemos da música brasileira. Emociona, alegra, faz viver.

Não há como negar: “O Mundo é um Moinho”, do lendário Cartola, é uma das músicas mais emblemáticas já escritas e gravadas por qualquer artista brasileiro em toda história.

Lançada em 1976, a canção abre o disco Cartola II e emociona qualquer pessoa que ainda tenha um coração pulsando dentro de seu peito.

Foi justamente isso que aconteceu com o youtuber conhecido como GoonyGoogles, especializado em compartilhar conteúdo brasileiro em seu canal.

Com vários vídeos virais, o norte-americano volta e meia aparece reagindo a clássicos e um recente react de “O Mundo é um Moinho” deu o que falar.

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