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Além do estigma impresso que esmaga a imagem de Trump, outras lendas norte-americanas aparecem nos arquivos do caso Epstein

A história norte-americana é repleta de lendas falsificadas, mas nunca se viu algo tão escandalosamente pesado envolvendo tantas estrelas do show business, biolionários e caciques políticos, como a que soma com as denúncias contra Trump, envolvido numa gigantesca rede depedofilia.

É assustadora a ninhada que se formou e como isso, por obra de determinadas conveniências, não aparecia no correr do tempo.

O mais interessante é ver que o grosso do eleitorado de Trump figura em primeiro lugar na cobrança do que, agora, está sendo revelado e impresso na grande mídia norte-americana, como The New York Times, Whasington Post, onde as manchetes sobre o caso Epstein dominam as chamadas.

Ou seja, não é futrica ou fake news. Isso ocorre num momento em que Trump, dia sim, dia não, no campo polítco, queima buchas provocando divisões e conflitos pesados nas ruas pela truculência com que trata os imigrantes.

A verdade é que está difícil Trump parar em pé. Hoje, nos EUA, não se vê ninguém falando bem de Trump. Pudera! Todo o tempo do seu segundo mandato, Trump, com uma gestão pálida, praticamente desenganada, em suas lambanças, jura que tenta corrigir, com cabo de machado, o que julga ser o melhor caminho para lidar com a decadência do império.

Para piorar, pesa-lhe sobre os ombros a acusação de ser parte ativa do comando de uma rede de bilionários pedófilos com nomes de celebridades mundiais, o que levou a expandir além dos EUA o escândalo criminoso de pedofilia.

É importante enfatizar que ser citado nesses arquivos não implica necessariamente em envolvimento em crimes ou irregularidades; muitos foram apenas contatos sociais, convidados para eventos ou aparecem em fotos e agendas sem evidências de participação nas atividades criminosas de Epstein.


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Arquivos do Caso Epstein revelam que Trump foi acusado de abuso sexual de adolescente

Governo dos EUA divulgou mais de três milhões de novos documentos nesta sexta-feira (30); secretário do presidente norte-americano alega que alguns podem ser falsos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi acusado de abusar sexualmente de uma adolescente de 13 ou 14 anos, segundo os arquivos do caso Jeffrey Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA nesta sexta-feira (30).

Segundo a denúncia, Trump teria forçado a menina a praticar sexo oral há cerca de 30 anos. O caso teria acontecido no estado de Nova Jersey, segundo denúncia feita por uma amiga da suposta vítima. A menor teria reagido à violência, mordendo o pênis do presidente. No documento, há a informação que “a pauta foi encaminhada ao escritório de Washington para a realização da entrevista”. Trump não se manifestou e os documentos não indicam se o caso teve continuidade.

A informação faz parte dos 3,5 milhões de arquivos divulgados com documentos, imagens e vídeos.

No mesmo documento, segundo a Folha de S.Paulo, há outras acusações contra o presidente que não foram confirmadas, como de uma mulher que afirmou ter sido vítima de tráfico sexual no campo de golfe de Trump nos de 1990.

Trump não tem acusações formais relacionadas ao caso Epstein. Em entrevista, o vice-secretário de Justiça, Todd Blanche, afirmou que parte dos arquivos divulgados nesta sexta-feira podem ser falsos.

“Alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump que foram submetidas ao FBI pouco antes da eleição de 2020. Para deixar claro, as alegações são infundadas e falsas, e se tivessem qualquer fragmento de credibilidade, certamente já teriam sido usadas contra o presidente Trump”, disse Blanche.

Epstein, um investidor de Nova York, foi encontrado enforcado em sua cela em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. Trump foi próximo do empresário. O escândalo tornou-se um problema político para o presidente estadunidense.

A divulgação dos documentos é o mais uma etapa do cumprimento a lei aprovada em novembro que exige a divulgação de todos os registros relacionados ao caso.


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