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Vídeo: A principal voz da esbórnia bolsonarista no Rio de Janeiro é de Flavio Bolsonaro

A chapa bolsonarista no Rio de Janeiro parece ter se transformado em um desfile permanente de constrangimentos. Tem candidato inelegível, aliado preso após a apreensão de um fuzil, investigados por operações da Polícia Federal e, para completar o cenário, até a própria mãe de Flávio Bolsonaro foi anunciada como suplente de um pré-candidato que acabou no centro de uma investigação federal.

Não é coincidência, é um padrão político que expõe a fragilidade do discurso da “moralidade”. Enquanto o bolsonarismo se apresenta como símbolo do combate ao crime, seu entorno coleciona escândalos, investigações e episódios que colocam em xeque a credibilidade da chapa. O discurso é de ordem; a realidade é uma sucessão de crises.

O contraste é inevitável. Durante décadas, Bolsonaro e seus aliados apontaram o dedo para adversários, distribuíram acusações, fizeram do combate à corrupção e ao crime uma espécie de bandeira exclusiva e tentaram convencer o país de que representavam uma ruptura ética na política brasileira. Mas, quando se observa o círculo político que gravita ao redor da família Bolsonaro, o que aparece é uma sucessão de personagens envolvidos em controvérsias, investigações e escândalos que jamais seriam tolerados se estivessem do outro lado do espectro político.

A situação no Rio de Janeiro é particularmente simbólica. O estado que serviu de berço político para a família Bolsonaro transformou-se em um campo minado de problemas para seus principais representantes. A cada nova operação, a cada nova revelação e a cada novo aliado atingido por suspeitas ou investigações, fica mais difícil sustentar a imagem de um movimento comprometido com os valores que tanto proclama.

O mais curioso é que o bolsonarismo continua exigindo dos adversários um padrão ético que não consegue aplicar aos próprios aliados. Quando o problema surge em outro partido, o discurso é duro, implacável e condenatório. Quando surge dentro de casa, multiplicam-se as desculpas, as teorias conspiratórias e as tentativas de desviar o foco do debate.

O resultado é uma chapa marcada menos por propostas para o Rio de Janeiro e mais por uma interminável coleção de problemas políticos. O eleitor fluminense tem o direito de se perguntar como um grupo que prometia representar a renovação moral da política acabou cercado por tantos episódios incompatíveis com a imagem que vendeu ao país. Afinal, depois de tantos escândalos e contradições, o verdadeiro patrimônio do bolsonarismo parece não ser a coerência, mas a capacidade de fingir que ninguém percebe o abismo entre o discurso e a realidade.

Segue abaixo o vídeo de Carlos Andreazza, do Estadão, em tabelinha com Megale, da Band. Os dois nada têm de esquerda ou de petistas, trazendo um raio-x da escória bolsonarista que transformou o Rio de Janeiro em um inferno político, comandado, sobretudo, por Flavio Bolsonaro, comando que herdou do pai.


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Vídeo: Arthur Lira mostrando como funciona e para quem funciona o orçamento secreto, tirado do suor do povo na compra de apoio

Esse projeto que aí está que colapsou o país, do ponto de vista econômico, de saúde e social, com um contingente de mais 10 milhões de desempregados, um número cinco vezes maior de trabalhadores vivendo de bico, mais de 33 milhões vivendo na miséria, além de quase 700 mil brasileiros mortos por covid. E Arthur Lira mostra como o orçamento secreto é usado em benefício próprio nessa lama bolsonarista.

A confissão dessa esbórnia bolsonarista, com orgulho, o roedor ainda diz que rói o osso com Bolsonaro, fazendo lembrar os pastores lobistas que operam para Bolsonaro dentro das igrejas evangélicas em troca de muita grana pública e que Michelle Bolsonaro diz que esse é o lado do bem contra o suposto mal.

Nunca se viu tanto cinismo nesse país por conta de tanta impunidade de um presidente que, simplesmente, alugou as instituições de controle para produzir a esbórnia que quiser sem ser incomodado por ninguém.

Confira:

https://youtu.be/mOb1ug5k-zg

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