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Lula: disputa será entre quem fez e quem destruiu

O presidente Lula transformou esta sexta-feira, último dia antes do chamado “defeso eleitoral”, que proíbe sua presença em inaugurações até o fim da campanha presidencial, em uma supercerimônia de entregas nas áreas de educação, saúde e habitação.

Lula recordou o cenário de destruição em que se encontrava o país quando assumiu novamente o governo, em 2023, destacou a retomada de investimentos, especialmente naqueles três setores, e antecipou um dos eixos fortes de sua campanha: a comparação entre quem fez e quem destruiu o país.

Diante de um telão no Palácio do Planalto, Lula comandou à distância a abertura de dez novos campi de Institutos Federais, a entrega de 1.619 unidades do Minha Casa Minha Vida, a inauguração de um hospital regional em Pernambuco, de equipamentos de oncologia no Rio de Janeiro e em São Paulo e de dezenas de ambulâncias em diversas regiões do país.

Ele lembrou os cortes de orçamentos no governo passado e o abandono de programas como a Farmácia Popular e o Minha Casa Minha Vida, em contraste com sua retomada e com a criação do Pé de Meia e do Aqui Tem Especialistas, para ficar em poucos exemplos.

“Chegamos na hora da verdade”, disse Lula. “Nessa campanha cada um vai ser medido pelo que fez e pelo que deixou de fazer”.

Ficou claro que a campanha da reeleição não vai se limitar ao destaque dos feitos de Lula no governo. Vai reviver os pesadelos do desgoverno Bolsonaro, como a fila do osso, o desemprego, a destruição de programas sociais e, certamente, as 700 mil mortes na pandemia.

No discurso desta sexta, Lula afirmou que pelo menos metade dessas vidas poderiam ter sido poupadas se o governo anterior não tivesse “negado a vacina e negado a ciência”.

Apontar para o futuro é sempre necessário numa campanha eleitoral; é o que dizem os manuais da política. No caso brasileiro, recordar o pesadelo também é essencial. Para que não se repita. 247.


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Programa Pé-de-meia, criado pelo governo Lula 3, reduz 25% a evasão escolar no Brasil. Isso é revolucionário

No Brasil, antes de Lula, para o pobre estudar, tinha que ser na carne, na raça, no sangue e na alma.

O repuxo era dolorido.

Tudo aquilo que a elite dizia sobre educação no Brasil era puro teatro.

Essa gente sempre trabalhou para a sua própria obsessão em busca de minas de ouro e a educação sempre foi vista como inimiga das classes economicamente dominantes.

Esse excelente programa do governo Lula 3 é um tiro de canhão na turma de pé ferro que sempre pisou nos mais pobres.

O programa pé de meia do governo Lula onstrói facilidades para os estudantes não abandonarem a escola.

Dá para imaginar a redução de 25% da evasão escolar nesse gigantesco universo de alunos brasileiros?

É sim, revolucionário!

Os verdadeiros amantes da educação certamente estão vibrando.

É um programa direto e sem esnobismos intelectuais.

Isso muda a cultura do espírito dos estudantes brasileiros.

Emocionado,  Lula disse aos estudantes brasileiros, sobre o pé de meia: “Sejam gênios no Brasil”