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Conexão Paraguai: O caso Ronaldinho, por Malu Aires

Os irmãos Assis já são velhos conhecidos de trambiques, evasão de divisas, fraudes fiscais maquiadas de filantropia e essas maravilhas que só craques da bola fazem e nunca pagam pelos crimes.

Por isso, a “paixão nacional”. Apaixonados, os brasileiros nem percebem que, a cada lance e drible, são feitos de IDIOTAS. Cada passe milionários de clube a clube, é equivalente a milhões de dólares em lavagem de dinheiro do crime organizado.

Novidade? Nenhuma. Mas a paixão é cega.

Pois bem.
Os irmãos pilantras foram ao Paraguai onde abririam nova ONG de fachada. Mandaram fazer documentos falsos para abertura da ONG fantasma. Marcaram encontro com a quadrilha especializada, num hotel de luxo ligado a um cassino (onde malas de dinheiro entram e saem). Foram recepcionados por uma agente pilantra que encomendou até evento de fachada, com crianças paraguaias, pra disfarçar o movimento.

Já estava tudo armado. O trio abriria uma “fundação” no Paraguai, para LAVAR DINHEIRO. Usando a pilantropia como disfarce, clubes, TVs (fábrica de ídolos de araque) e credenciais do governo brasileiro (Ronaldinho é embaixador do esporte, caso perguntem o que ele tanto conversa com o Bolso).

A quadrilha especializada em lavagem de dinheiro, opera com um Cassino (Il Palazzo) de um brasileiro (Nelson Luiz Belotti dos Santos), lavador de dinheiro conhecido do seu Moro, desde Banestado, passando por Farsa Jato.

O dinheiro entra no cassino, vira “sorte” no jogo e sai limpo – truque velhíssimo que ninguém contesta (muito menos seu Moro).

Seu Moro quis acompanhar o caso dos pilantras que apoiam o traste que todos os pilantras ajudaram a eleger (inclusive, o traste anda falando de cassinos, no Brasil). Seu interesse, na certa, é saber até onde essa história vai respingar na sua cara (de paisagem), com doleiros e lavagem de dinheiro, desde tenra idade no crime da super-toga.

Então, meus queridos, aquelas cenas dum craque se fodendo com algemas, não é só sobre falsificação de documentos. É sobre lavagem de dinheiro, crime organizado, golpe financeiro, uso de filantropia pra bandidagem milionária e participação de “empresários” na evasão de divisas.

Agora é torcer pelo Paraguai, para que a justiça de lá faça 7×0 no time de golpistas brasileiros. E que os irmãos pilantras padrão FIFA, depois desse péssimo lance, passem a bola pra gente descobrir quem é o juiz Moro na história dos crimes de lavagem de dinheiro no Brasil.

Ué, o que Moro tem a ver com isso?

Desde que vestiu a toga, o juiz malandro opera numa Vara que atende aos crimes da tríplice fronteira. Em todas as investigações sobre crimes financeiros, passando dinheiro (através de doleiros) pelo Paraguai, Moro atuou nos casos, embaralhando toda a investigação e mantendo os peixes graúdos longe dos holofotes e da justiça.

Moro foi chamado por Bolsonaro, por sua maior especialidade: lavagem de dinheiro.

Isso não é um governo. É crime organizado.

 

*Do facebook de Malu Aires

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Dallagnol investiu em pilantropia e faturou 580 mil com palestras

Novas revelações da Vaza Jato mostram que o procurador Deltan Dallagnol mudou contratos e excluiu doações como destino do dinheiro.

O procurador Deltan Dallagnol, chefe da Operação Lava Jato, mudou seus contratos de palestras em 2017, para deixar de lado a filantropia e destinar o dinheiro para fins próprios. A alteração foi feita depois dele justificar à Corregedoria do Ministério Público que a verba arrecadada tinha por objetivo ações filantrópicas. As revelações foram feitas hoje (23) pelo jornal Folha de S. Paulo, depois de analisar as conversas obtidas pelo The Intercept Brasil. E mostram que o procurador ganhou, ao menos, R$ 580 mil, desde então, sem explicar no que foi aplicado o montante, nem quais empresas foram as contratantes.

As mensagens revelam planilhas, recibos e contratos de Dallagnol com empresas pelas palestras. Enquanto os contratos de 2016 davam clara destinação do dinheiro ganho para a filantropia – no caso, doação ao Hospital Erasto Gaertner –, os de 2017 previam uma possível destinação a um fundo de combate à corrupção, de iniciativa do próprio procurador. Já os contratos de 2018 não tinham qualquer definição de uso da verba para além do benefício pessoal do procurador, algo que é vetado por lei.

O procurador usou a eventual destinação de dinheiro a um fundo como explicação à Corregedoria do Ministério Público, para comprovar que não estava utilizando as palestras para enriquecer. No entanto, nenhum fundo com esse objetivo foi constatado até o momento. Também não há comprovação da destinação de verbas para filantropia desde 2017. A corregedoria arquivou a apuração disciplinar.

Um quarto das palestras foi realizada em unidades do plano de saúde Unimed. Os eventos foram pagos pelas Unimed Central e de Santa Catarina, Porto Alegre, Presidente Prudente e Assis, essas últimas em São Paulo. Também foram realizadas palestras em empresas do mercado financeiro, da indústria e do comércio, como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Bolsa de Valores (B3), a XP Corretora de Câmbio, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sindicombustíveis), a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e o Centro Industrial do Ceará (CIC).

Em conversas com assessores de imprensa do Ministério Público Federal, Dallagnol demonstra preocupação sobre a revelação dos nomes das empresas contratantes das palestras. “Tenho pensado se devo soltar os nomes dos tomadores, mas o pessoal da FT acha que não, pq vão fuçar para dizer que um diretor da entidade tem isso ou aquilo, que o médico vinculado àquela unimed tá processado por sonegação ou isso ou aquilo… acham que quanto mais ficar dando corda, pior será”, afirmou o procurador. A grafia original da mensagem foi mantida.

Em resposta à Folha, Dallagnol disse que destinou a maior parte dos valores para atividades beneficentes e de combate à corrupção. “O propósito da atividade é promover cidadania e o combate à corrupção. No caso de palestras remuneradas, são regularmente declaradas em Imposto de Renda”, afirma em nota. Mas ele não comentou sobre as palestras realizadas após a mudança dos contratos e qual o destino dos R$ 580 mil.

 

 

*com informações da Rede Brasil Atual