4 de dezembro de 2020
  • 19:47 Sobrinho de Bolsonaro, é nomeado para cargo no Senado com salário de R$21.4 mil
  • 17:09 Covid-19: Bolsonaro ignora reunião da ONU com 90 presidentes
  • 14:44 ABJD pede investigação contra Sergio Moro no Ministério Público Federal e na OAB do Paraná
  • 14:02 Recorde de mortes por Covid nos EUA, 3.157 em 24hs. O pior está por vir
  • 12:14 Vídeo: Centrão, o nome eleitoral do dinheiro no Brasil

O que está em jogo no sai não sai de Bolsonaro do PSL, é o controle dos fundos partidário e eleitoral.

Luciano Bivar disse que a declaração de Bolsonaro sobre o partido foi “terminal” e que o presidente “já está afastado” da sigla.

Em entrevista à Andreia Sadi, Bivar disse que não sabe o que se passa na cabeça de Bolsonaro.

“A fala dele foi terminal, ele já está afastado. Não disse para esquecer o partido? Está esquecido.”

E concluiu: “O que pretendemos é viabilizar o país. Não vai alterar nada se Bolsonaro sair, seguiremos apoiando medidas fundamentais. A declaração de ontem foi terminal, ele disse que está afastado.

Não estamos em grêmio estudantil. Ele pode levar tudo do partido, só não pode levar a dignidade, o sentimento liberal que temos e o compromisso com o combate à corrupção.”

Bivar é o exemplo de picaretagem deslavada falando em “combate à corrupção” que virou moda nesse país.

Bolsonaro já deixou claro que, sem a fortuna dos fundos partidário e eleitoral, não sai do partido, dizendo que isso é briga de casal.

O fato é que os aliados que ainda sobram para Bolsonaro, buscam uma alternativa, diante da possibilidade de saída do PSL.

Ontem, segundo o Globo, Bivar, disse que Bolsonaro já está “afastado”, mas Bolsonaro afirma que não sai de livre e espontânea vontade do PSL.

No caminho da bagunça do partido, apenas duas questões preocupam, o resto é conversa mole:

a destinação do fundo partidário a que o PSL tem direito, e a possibilidade de perda de mandato de deputados que troquem de legenda no meio da legislatura. Ou seja, é briga de picaretas pelo butim partidário.

Essa é a “nova política” que Bolsonaro e seu partido de milicianos venderam ao país e está prestes a implodir, para o bem geral da nação.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

RELATED ARTICLES

1 COMMENTS

  1. Fernando Izidro Neto Posted on 10 de outubro de 2019 at 09:48

    “dignidade, o sentimento liberal que temos e o compromisso com o combate à corrupção!” Quando leio este tipo de declaração me vem logo em mente o que disse Vampeta ex-atleta de futebol quando jogava no flamengo: “Eles fingem que me pagam, e eu finjo que eu jogo”….é muita dissimulaçao e falta de vergonha…..

    Reply
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: