20 de janeiro de 2021
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Para tentar conter a contaminação, Taíse de Almeida Feijó foi demitida do cargo de assessora na Secretaria-Geral da Presidência da República.

Rainha das fake news

É que, antes de assumir o cargo, ela trabalhou na comunicação da campanha de Bolsonaro e atuava na empresa de marketing digital AM4, que prestou serviço de fake news ao então candidato.

Taíse foi chamada na CPI das Fake News depois de ser citada como responsável pela contratação de empresas de disparos em massa no WhatsApp.

Está cada vez mais difícil procurar desculpas.

O Brasil está nas mãos de uma facção, isso é fato.

Queiroz, na gravação, mostrou que Bolsonaro tem muitas contas a prestar.

O fato é que, ao contrário do que imagina Bolsonaro, que parece estar mesmo com medo da CPMI das Fake News, exonerar a assessora não adianta de nada se tiver tido bandidagem digital na jogada.

É a casa 58 do condomínio Vivendas da Milícia caindo.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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1 COMMENTS

  1. Magda ferreira santos Posted on 25 de fevereiro de 2020 at 09:56

    QUANDO NÃO QUEIMA ARQUIVO, RASGA,!! TOME CUIDADO E SE DÊ POR FELIZ POR NÃO TER VIRADO MAIS UM ADRIANO ENTRE TANTOS!!

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